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CrIvo de Almeida™

Todos nós conhecemos, ao longo da nossa vida, aquela pessoa que é impossível perguntar as horas, sem que já seja tarde. Porquê? Porque há pessoas que vivem absolutamente sôfregas por contar coisas. Coisas! Elas existem com a garganta atascada de umas quantas palavras que o cérebro não organizou.
Quando assim é, um banal «Bom dia Senhor Artur!», transfigura-se no libertar as amarras, abrindo os portões daquelas palavras outrora presas, que pulam, escorregam, e se agitam na precisa direcção dos nossos ouvidos, por sinal sensíveis.


- “Mas diga-me minha senhora, parece-lhe ter sido intencional o atropelamento ao seu marido?”
- “Escute, eu já cá ando há munto tempo! Lembro-me como se fosse ontem! Tinha pedido ao Artur para me ir comprar umas batatas à mercearia da Dona Olívia, porque pronto, sei que lá é produto sem aditivos e tudo isso que faz mal... Eu cá prefiro pagar mais, do que ir para Jumbos e quês, tudo bem, mas a batata não presta e vem cheia de olhos… prontos. O meu marido é que já não gosta tanto, porque coitadinho… diz que parece mal. Parece mal porque o Sr. João que é o marido da Dona Olívia le deve uns favores de canalização, porque houve um dia, aqui há uns anos, uns… 3 anos, ou 4. Não, foi há uns 3 sim, sim foi há 3 porque foi quando a minha mais piquena se juntou com o filho do Sr. Tomás. O Tomás da… da… o presidente da junta. Ela andava a tirar lá o curso das massagens e o Sr. Presidente até le arranjou para estagiar e fazer as coisas dela. Diz que tem umas mãos de anjo, e digo-le não é por ser minha filha, não é, mas é munto boa naquilo que faz. Eu a esse respeito tive munta sorte com os meus filhos que nunca foram de drogas nem saídas, nem nada dessas coisas. Por isso, é como le digo.”
- “Exacto, mas diga-me onde estava no dia do atropelamento do seu marido?”
-“ Do meu marido? Credo! Não! Foi o nosso cão que foi atropelado…”


Se neste momento não te ocorre nenhuma pessoa que disperse as conversas, atenção!
Provavelmente tu és a pessoa a quem nunca irei perguntar as horas…
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Como apaixonado por futebol, devo dizer que ver um jogo de futebol ao lado da namorada é o equivalente a levarmos uma calculadora para um exame de matemática, mas sem pilhas. Não fazemos as contas, nem o exame.
É impraticável desfrutar do brilhantismo da equipa, do regozijo da finta ou mesmo da mágica do golo. Porquê? Porque somos bombardeados com interrogações de quem compreende tanto de futebol como eu de física quântica. Experiência insuportável.
Quando assistimos a um jogo, há de forma obrigatória uma questão que surge, porque serve de mote à sua demonstração de interesse:
«Então, onde é que é isto?»
Ora bem, mas qual é o interesse de onde seja o jogo? É num campo. Tanto faz.
Já não bastava o Eliseu ter 256 kg, a rapidez de uma lesma em marcha-atrás, o Benfica estar a perder desde os 3 minutos de jogo e, ainda tenho de saber o número de polícia e morada do estádio onde se realiza o jogo. Neste momento sinto-me competente de enviar cartas, de cabeça, para qualquer estádio de Europa! Foi o que esta idiotice me regalou.
Quando senão, após dois delongados minutos em que coerentemente diga-se, liberto grunhidos histéricos ao mundo porque o árbitro concede “lei de vantagem” a um jogador no meio de 3 adversários, surge:
- “Amor, é possível marcar penalties de cabeça?”
- “Então não é… nos matraquilhos! Agora deixa-me ver o jogo, vá”.


Germinam 7 caretas indigestas porque fui bruto na resposta e, após cinco, sim cinco(!) minutos de silêncio onde focado, transpiro mais que o meio campo do Benfica, ela berra como se um antílope lhe estivesse a mastigar um pé, e afirma:
«AGORA!!! Agora é que o Benfica podia aproveitar para atacar porque a defesa contrária está muito subida amor!»
«Agora… É o intervalo».
(…)
«Pois, mas eu também não concordo com a selecção dos jogadores o Benfica Ivo».
«… Não?»
«Não. Eles só mete os jogadores grandes em campo. Os pequeninos coitados, que estão ali à aquecer há imenso tempo e nada!»
«… São os apanha-bolas
».


E ainda faltam 45 minutos…





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De facto, há imenso tempo que sentia (ou não?) que o Bloco de Esquerda na querela da «adopção por pessoas do mesmo sexo», se movia por questões de fé.
É isso e a minha oposição agressiva à doutrina que determina uma “Família modelo” com: dois pais, uma mãe, e uma Pomba. Não sei... mas parece-me tão irreflectido como principiar um texto com: “De facto”.



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Camilo Lourenço não pagou a mensalidade e, cortaram-lhe o acesso à informação económica do país.
José Gomes Ferreira apercebeu-se e, convidou-o para “ir ver lá a casa”.
Para infortúnio de ambos, também neste o sistema estava em baixo, porque umas vastíssimas Palas bloqueavam o sinal em absoluto.
Exasperados com a situação, quiseram imediatamente mudar de operadora, e foi quando descobriram que se encontravam fidelizados por 250 anos à PàFiana-Telecomunicações .S.A.
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O ódio e o rancor, é a secreção em recipiente fechado de prolongadas impotências.
- Quem odeia deve ultrapassar, e renunciar ao facilitismo de odiar.
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Os proclamadores da aflição estão em depressão. Os cartomantes da desgraça processam as bolas de cristal. Os mensageiros da calamidade incriminam o árbitro.
Os juros a 2 anos caem mais de 50%;
Os juros a 5 anos caem cerca de 10%;
Os juros a 10 anos caem mais de 3%;


A notícia só pode ser falsa, ou é o holocausto que se avizinha.
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A vida também danifica as pessoas.
Hoje, incontáveis são as frases que só me colhem a atenção, quando chegam ao «Mas…».
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Se eu não vencesse um campeonato nacional ...
• há 13 anos, em futebol ...
• há 33 anos, em basquetebol ...
• há 27 anos, em hóquei em patins ...
• há 21 anos, em voleibol ...
• há 18 anos, em corta-mato ...
• há 9 anos, em andebol ...
• há 5 anos, em atletismo de pista ...
• há 4 anos, em atletismo em pista coberta ...
• há 3 anos, em corta-mato curto ...
• há 3 anos, em ténis de mesa ...
• há 1 ano, em futsal ...
... não teria lata para afirmar
"... queremos manter estatuto de maior potência desportiva nacional"!!!
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“Só quando estou sozinho me sinto totalmente livre. Reencontro-me comigo mesmo e isso é agradável e reparador. É certo que, por inércia, quanto menos só se está, mais difícil é ficá-lo. Mesmo assim, numa sociedade que obriga a ser enormemente dependente do que é externo, os espaços de solidão representam a única possibilidade se fazer contacto novamente consigo. É um movimento de contracção necessário para recuperar o equilíbrio”
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Na impotência humana de demonstrar a dimensão do meu amor por ti, sobra-me a vida que me deste, para te fazer entender tudo aquilo que é impossível de te explicar.
Obrigado pelo exemplo, pelo amor, pelo tempo. Obrigado por tudo, obrigado por ti!
Obrigado por seres, o melhor de mim.
Amo-te, daqui até à França.
Melhor mãe do mundo.
Filho.



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A inferioridade dos mentirosos é que são acusáveis sem motivo. Ao contrário de outro qualquer delito, onde a indagação incide sobre o “motivo, meio e oportunidade” nestes, a mentira é muitas vezes, tão involuntária quanto a respiração.
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É vital sabermo-nos rir de nós, afinal assim não sendo, sobrevive uma ilegitimidade moral aquando nos rimos de alguém.

Declarada a penhora de 1/6 do vencimento mensal do Executado para pagamento de uma dívida, vem a tribunal requerer em Oposição, que a sua carência económica, não lhe permite após douta decisão, de subsistir pagando as suas obrigações correntes.

Após nobre e filantropa sensatez, delibera o tribunal em REDUZIR a penhora do Executado para 1/5(!) do seu vencimento.

A matemática é uma ciência admirável.



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É natural dizer-se que António Costa é um político que fica aquém do discurso entusiasta de tantos outros. É legítimo julgarem-no ineficaz por tal facto, porém, quem pensava que António Costa era igual a outros do passado, está equivocado.
Há um mérito absoluto que lhe deve ser entregue. António Costa é um homem de consensos. Fê-lo internamente, e destacou-se repetidamente nas negociações internacionais.
António Costa conseguiu de uma só retesada cumprir as suas promessas eleitorais, honrando compromissos europeus. Pela primeira vez, diga-se.
Quem do alto da sua sapiência sectária bramava-se a pulmões plenos que não existia alternativa. Ainda há curtas semanas se traçava a obrigatória devolução da sobretaxa. Desacertaram profundamente.
Podem concordar, discordar, contudo, não é intelectualmente honesto ignorar que este orçamento é diferente. Repõe rendimentos, luta contra as desigualdades sociais, é inovador, é anti - austeridade e pró- futuro.
É dissemelhante taxar a gasolina, os bancos, o IMI dos imóveis (dos bancos), o tabaco, do que os baixos rendimentos dos portugueses. É esta a enorme diferença para com o Governo anterior.
António Costa demonstrou finalmente que não existe mais um Governo submisso. Que não pensa em ir além da Troika. Existe até então, um Governo que se pode discutir a forma, mas jamais o empenho na construção de um futuro assente num novo paradigma para a sua comunidade.
Aprovado este orçamento, António Costa acabou com o aluno subserviente.
E pasmem-se os comentadores do infortúnio, o Governo não caiu? A coligação não se desfez? A comissão Europeia aceitou o orçamento?
Os Deuses estão absolutamente loucos!



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É hoje um dia pesaroso!
Em matérias sensíveis como esta não há clubes, cores, ou sentimentos revanchistas. Assistimos por ora ao sumiço de uma promessa desportiva inestimável. E conceber que há tão pouco tempo Carrillo era na opinião do Cérebro, pedra basilar da sua equipa (!) enquanto no Ritz, degustavam a tentadora sugestão de “Trufa Branca”. Chegou mesmo, a ser mencionado como condição sine qua non porém hoje, tão drasticamente se inutilizou, de uma assinatura para outra.
Tornou-se pérfido, deplorável, paupérrimo.
Ora deixem lá, a equipa B precisa de reforços.



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Só um apontamento e, sem de forma alguma lançar ideias epidérmicas.
Naturalmente que após o arquivamento de um processo como é o “Caso dos Vouchers”, parece-me que uma instituição como o Sport Lisboa e Benfica, fica numa posição desconfortável no que concerne ao seu bom-nome, credibilidade e honra, quando determinadas declarações ao serem proferidas através de um meio de comunicação social, em horário nobre e, onde a difusão da mesma é obviamente amplificada, e pela pessoa que foi, com as responsabilidades que tem, abre-se aqui um espaço onde a instituição visada poderá querer ver-se judicialmente ressarcida dos seus direitos.
Á luz do arquivamento do processo, poder-se-á entender que as palavras proferidas pelo Presidente do Sporting Clube de Portugal, não tiveram outro conteúdo ou sentido senão o da difamação, tendo sido verdadeiramente lesivas da honra e consideração do visado.
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Há alguns anos que não beneficiávamos um inquilino em Belém capaz.
A eleição de Marcelo Rebelo de Sousa, nas circunstâncias actuais, só pode ser observada como uma notícia generosa.
Hoje a vitória é de todos os votantes. De todos menos daqueles que rebuscam leituras partidárias atribuindo vitórias e derrotas em eleições presidenciais. Não as há. Por favor, Portugal.
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É como visado que escrevo estas dolorosas palavras. Têm sido veiculadas infelizes e falsas declarações que colocam em causa a rectidão da minha formação pessoal.
Vejamos:
«Vem Doutor para aqui, Doutor para ali» e, qualquer pessoa de boa-fé, pode averiguar que desde meados de Dezembro de 1986, em todas as formações básicas que frequentei, só não chumbei por faltas por especial altruísmo das entidades avaliadoras. Sempre fui um deplorável aluno e, nunca consegui iludir para benefício conveniente. Nada.

Como declaração de interesse, repúdio essa conotação sub-entendida de diplomacia que me é dirigida em feição de ultraje e desonra, especialmente, em momento que mais que nunca se discute a sua parca eficácia na sociedade portuguesa. Quero crescer como pessoa, alicerçar a minha família de forma estável e confiante, contudo são estas sombras pesadas demais.
Não existe da minha parte o menor preconceito acerca dos Srs. Drs., convivo com alguns, sou a favor do casamento entre si, e mesmo a adopção, porém não sei, nem irei aprender a fazer um nó de gravata. Isso não.
Doutor é que não, há lá maior difamação!
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Quintino Aires é em si, uma vigorosa campanha de difamação e descredibilidade da Psicologia e, dos seus profissionais.
Aquando da repreensão feita pelo Conselho Jurisdicional da Ordem dos Psicólogos, lamenta-se a pena de dois anos ter sido deliberada como suspensa na sua execução, pelo que consente que tal figura com (i)responsabilidades manifestas, gravite no panorama audiovisual, envolto de apreciações mundanas bem ao estilo de Reality Shows baratos.
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Ausentou-se com 89 anos uma figura ímpar da história nacional, onde nas mais altas funções do estado, o seu contributo para a consolidação democrática não deve ser esquecido.
O país está mais árido e, a política portuguesa de luto.
Um abraço fraterno.:



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.: Timeo hominem unius libri :. Ridendo castigat mores :. Ne quid nimis .:

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