Com tecnologia do Blogger.
  • Home
  • Regras sobre conteúdos
  • Ivo de Almeida em olhares
  • Biografia
  • A Prova Digital (Livro)
facebook twitter instagram Tumblr bloglovin Email

CrIvo de Almeida™

Para a última mensagem deste ano, quero deixar um grande reconhecimento a todos vós que de alguma forma fizeram parte do meu ano, desejando-vos os infindos sucessos merecidos.
Que 2016 traga a luz e humanidade que escasseia.
Um abraço Fraterno.



Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Ao inverso dos 45 minutos do Professor Marcelo Rebelo de Sousa, a SIC somente brindou o Professor Sampaio da Nóvoa com 20 minutos rápidos. Todavia, foi mais que o suficiente para que este revela-se aos mais desatentos a sua personalidade, o discurso fascinante, confiante e, esperançoso.
Os jornalistas sem facilitar, arrojaram as oportunas e comerciais armadilhas envoltas da «política politiqueira» com que o queriam enredar, mas com sagacidade e elegância livrou-se destas, sobressaindo o essencial da sua carta de princípios.
Sampaio da Nóvoa conseguiu hospedar a ordem na entrevista, em nome da sensatez e, da escusa em confirmar palpites entretanto irradiados pelos jornais e ali contestados.
Sampaio da Nóvoa reiterou a característica independente da sua candidatura, neutra e exógena em relação aos partidos, capaz de admitir apoios de todos os partidos de esquerda, e não só, porque também reproduz sectores sociais e culturais não diretamente a ela vinculados.
Quando persistiram no tom, a resposta foi elegante, mas sem contemplações: “não venho aqui em nome de tricas políticas, em nome de intrigas, em nome de ajustes de contas partidárias, não venho em nome da política do mesmo. (…) Venho em nome de outra maneira de estar na política, numa outra maneira de participar no futuro de Portugal – do país da Educação, do Conhecimento, da Cultura. Do país que leva tudo isso para a Economia e para a sociedade. De um país que leva tudo isso para a livre iniciativa das pessoas, das instituições e das empresas.”
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
"Aquele que crê possuir a verdade não se preocupa em procurá-la, da mesma forma que o justo satisfeito com a sua virtude negligencia o seu aperfeiçoamento moral.
A intuição dirige-se aos espíritos inquietos, àqueles que não se satisfazem com aquilo que puderam aprender.
Aquele que adere a um intangível credo religioso, filosófico, científico ou político comete um erro em dirigir-se à porta do Templo: aí só poderá comportar-se como um intruso.
A vocação iniciática encontra-se no seio desses vagabundos espirituais que erram na noite após terem desertado da sua escola ou igreja por lá não terem encontrado a verdadeira Luz
".



Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Faz hoje 80 anos que partiu o eterno Fernando Pessoa .:

"Ó tocadora de harpa, se eu beijasse
Teu gesto, sem beijar as tuas mãos!,
E, beijando-o, descesse pelos desvãos
Do sonho, até que enfim eu o encontrasse
Tornado Puro Gesto, gesto-face
Da medalha sinistra — reis cristãos
Ajoelhando, inimigos e irmãos,
Quando processional o andor passasse!...
Teu gesto que arrepanha e se extasia...
O teu gesto completo, lua fria
Subindo, e em baixo, negros, os juncais...
Caverna em estalactites o teu gesto...
Não poder eu prendê-lo, fazer mais
Que vê-lo e que perdê-lo!... E o sonho é o resto...
"


Mantém-se perpétuo na alma de todos nós, deixando-nos a sua Arte-Real .:



Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Estamos a amamentar um mundo indesejável. Os nossos apetites têm vindo a obliterar todo e qualquer valor imprescindível a uma sociedade fraterna. As nossas elites embriagam-nos com elocuções inflamadas, que nos concebem sôfregos do prazer. Terroristas dos nossos gozos. Discursos galvanizadores têm-se destapado como o perigo dos últimos 50 anos.
- O desporto transformou-se no lugar onde o despautério e ofensas pessoais são toleráveis demonstrações de vigor.
- Na política, sub-roga-se o interesse nacional ao oportunismo e habilidades vantajosas, soltando um incomensurável espaço para o revanchismo crónico.
- Mesmo a religião, propaga hoje um requintado efeito bélico, dilacerante para a nobreza do conceito.
Carecemos urgentemente de líderes que saibam apartar-se da atitude dos liderados.
Basta do líder que clama de veias dilaceradas o nome de um clube, partido, ou herói, porque hoje temos ânsia de uma elite que acima de proteger as suas cores, considere germinar consensos.
Não por si, por nós. Por todos.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Deixo em exclusivo uma nota de congratulação à nomeação da Professora Doutora Constança Urbano de Sousa.
Foi Co-Orientadora da minha Dissertação de Mestrado, e abandona a Direcção do Departamento de Direito da Universidade Autónoma de Lisboa, para nos representar como Ministra da Administração Interna do XXI Governo da República.
Sai da mui nobre Universidade Autónoma de Lisboa, mas deixa-nos a convicção que a todos nos trará orgulho e admiração.
Obrigado.


Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
«Desde 1982, com a revisão constitucional, os governos deixaram de responder politicamente perante o presidente da República. Ora, se um governo que passa na Assembleia, partindo da hipótese que passa na Assembleia, não responde perante o presidente da República - e só responde perante a Assembleia da República - então não fazem qualquer sentido governos de iniciativa presidencial».

Aníbal Cavaco Silva, Julho de 2013
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Quando pratico o bem, sinto-me bem; quando pratico o mal, sinto-me mal. Não me interessa nenhuma religião cujos princípios não melhoram nem tomam em
consideração as condições do mundo.
Esta é a minha religião.



Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Para as relações resultarem, mais do que amor é necessário disponibilidade para amar. 
Há momentos da nossa vida em que necessitamos de que seja alguém a dar o tiro de partida por muitas armas carregadas que possuamos. Estamos tristes e magoados. Na verdade, estamos pela primeira vez impedidos de oferecer o que queremos dar. Queremos, mas simplesmente não conseguimos, porque dói. Dói muito. Imenso.
Todos esses momentos são superáveis quando encontramos alguém disposto a dar o tiro por nós. Alguém a antecipar-se à nossa dor e dizer, «hoje sou eu e estou aqui por ti». É bom.
Mas por sua vez, torna-se particularmente complexo quando o nosso melhor guerreiro precisa do mesmo que nós. Então aí, aguarda que do outro lado se dispare com força bastante para nos libertar. Produz-se uma indisponibilidade de disparo. Um beco de apatia, onde ambos querem mas ninguém faz. Ninguém pode, aliás.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Hoje em Paris, atacou-se a humanidade.
Nunca se fará justiça.
Perpetuarão-se incólumes todos os ataques cobardes praticados e, tentar que a justiça os emende, tornar-se-ia num desempenho absolutamente egoísta.

A Liberdade, Igualdade e, a Fraternidade são valores da humanidade.




Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Foram 4 anos onustos do mais elevado vitupério ao Tribunal Constitucional, com a hiperactividade acéfala de quem desconhece a constituição e, por indissociabilidade a democracia.
Inúmeras propostas foram e nenhuma delas incidiu sobre uma revisão da Constituição, mas em odisseia de aflições, Passos demissionário grita em rebuliço e alarido: “Constituição é quando um homem quiser/precisa!”
O pânico do pesadelo da esquerda tornou-se o desespero da direita e, por ora, reflecte-se em cartazes imorais da JSD e, nesta atitude pirómana que revela que por ideologia sediciosa o poder legislativo pode viver subordinado ao partidário.
Errado meu caro Chávez.


Mais me aguça a curiosidade, que este PM demissionário tendo como comparsa de governo, a única deputada que leu e domina a Constituição da República Portuguesa, não o informar que há um adamastor no art. 286.º chamado “dois terços”.
Nota: Sr.ª deputada, única que leu e domina a Constituição da República Portuguesa, redima-se da insolência, mantenha-se persuadida da sua aparente sapiência, e familiarize o PR que se for incompatibilidade ideológica indigitar o único programa maioritário da AR a formar Governo, tem sempre o art. 131.º/1.
Com estilo, renuncia o cargo.
Disse(?)
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Em 1999, o PS ganhou as eleições e teve mais votos e mais deputados do que na eleição anterior, em 1995. Mas não conseguiu a maioria absoluta, ficando com 115 deputados. Perante isto, e sem dispor de qualquer maioria ou solução de governo alternativa, PSD apresenta uma moção de rejeição e tenta derrubar o governo.
Moção de rejeição N.º 2/VIII apresentada pelo PSD.

O Programa apresentado à Assembleia da República pelo XIV Governo Constitucional é, confessadamente, a simples reprodução do manifesto eleitoral com que o Partido Socialista se apresentou a eleições em 10 de Outubro último.
O seu conteúdo é, pois, em tudo idêntico àquilo contra o que o PSD, democrática e convictamente, se bateu durante a campanha eleitoral e que afinal não mereceu a adesão maioritária dos portugueses.
O PSD disputou as eleições combatendo os propósitos socialistas e apresentando propostas diferentes, que consubstanciavam claramente um governo e uma governação alternativa à governação socialista.

É precisamente em nome dessa clareza e da necessária transparência política de princípios e dos compromissos assumidos com o eleitorado, que o PSD afirma hoje a sua rejeição ao mesmíssimo programa político que ontem denunciou e combateu perante o País.
O programa socialista não era bom para Portugal antes das eleições e continua a ser mau nesta sua segunda edição, agora publicado pelo Governo.
Esse foi, também, o entendimento expresso pela maioria dos eleitores, pelo que competia ao Partido Socialista a procura de soluções que merecessem o apoio político que sozinho não obteve.
Não o ter feito é aos socialistas e apenas aos socialistas que naturalmente responsabiliza.

Nestes termos, ao abrigo do n.º 3 do artigo 192.º da Constituição e das normas regimentais competentes, o Grupo Parlamentar do Partido Social Democrata propõe que seja rejeitado o Programa do Governo apresentado à Assembleia da República pelo XIV Governo Constitucional.
Palácio de São Bento, 3 de Novembro de 1999. O Presidente do Grupo Parlamentar do PSD, António d' Orey Capucho.

E hoje, das palavras de Jack Kerouac retiro:
«Vive a tua memória e assombra-te».



Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Virou-se a página do chavão litigante que o “procedimento foi executado com o total respeito LEGIS ARTIS do ofício”, mas mais importante é, que estas transformações sejam concebidas ao abrigo de uma justiça cada vez mais nobre.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
O Estabelecimento Prisional do Linhó promoveu na semana passada uma sessão de “Justiça Restaurativa”.
Ou seja, o momento em que alguns reclusos (condenados por violência doméstica e roubo) se confrontam com as vítimas, no ensaio de compreenderem e suplantar o mal do crime.
Observei imensas lágrimas, alguns abraços e uma máxima evidenciou-se, “Qualquer homem é maior que o seu erro”.
Este tipo de iniciativas promovem um contributo essencial para a recuperação emocional das vítimas, ao mesmo tempo que se caminha para a recuperação social do recluso.
Seria positivo que todos os agentes da justiça notassem que a história do direito penal não finda no crime nem na condenação. Num estado de direito democrático, onde naturalmente não é solução a neutralização dos infractores, ressocializar é uma necessidade.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
De forma geral e sem abordar nenhum processo em específico, faz-me alguma aflição quando distintos comentadores jurídicos deslindam que uma providência cautelar traduz o desmoronar da democracia. (?)
Em modesta opinião desmoronar a democracia, passaria por um cidadão assistir de primeira fila à violação de inúmeros direitos fundamentais, sem ter a oportunidade de prevenir ou reparar a sua imensa violação.
É necessário clarificar que a justiça popular não existe.
Quando insistem, nasce antes uma vingança social, normalmente anónima e tendenciosa, reacionária e vingativa, ecoa e faz-se apreciar através das várias formas de comunicação disponíveis, tendo por especial objectivo manipular e condicionar as decisões judiciais.
E isto é, a edificação da democracia?
Jamais se deveria anuir que os jornalistas sejam os mais actuantes agentes políticos, cravando pé a uma ingerência a toda a prova, danificando o mais medular do Estado de Direito. Jornalistas têm, uma real e muito nobre missão. A de informar. Actualmente são associações partidárias.
E isto é, a edificação da democracia?
Nesta odisseia imensa, observo órgãos de comunicação sociais que são autênticos boletins oficiosos da justiça no país. Trapaceira total.
Tanta é a comunicação social, que fabrica Adamastores aos olhos do povo, afixando muitos desígnios pejorativos, apontando o dedo ao arguido, que nesta tramitação muito própria, já é culpado antes de o ser.
E isto é, a edificação da democracia?
Demonizado, perseguido, e não mais merece a salvaguarda da sua dignidade social. Venha o comboio da violação da honra, do bom nome, vida privada, reputação.
E isto é, a edificação da democracia?
São os políticos, comentadores de serviço, e demais agentes que elucidam o povo no sentido económico do que é, ou não vendável. Certo é que em ‘país de reality shows’, estranho seria reconhecer-se os méritos. A cusquice requer tão mais. A comunicação social presenteia. O casamento perfeito.
Mas apesar disso, digam-me, isto contribui para a edificação da democracia?
Infelizmente, alguma comunicação social decreta julgamentos e sentenças, costumadamente por via televisiva, parcialmente, e com base em entendimentos que nem sequer chegam a ser superficiais. Normalmente provêm de declarações politizadas e dos juízos e latejos de pessoas que por ali também se encontram e nunca serão ouvidas em Audiência de Discussão e Julgamento, porque em bom rigor, nada sabem.
E isto é, a edificação da democracia?
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Depois de toda a propaganda em torno da devolução da sobretaxa, esta desce de 35% para 9,7%. Afinal existem surpresas! Calma. É tradição?

José Gomes Ferreira :


" Uma vergonhosa manipulação das contas do Estado".
" Uma vergonhosa manipulação política".
" Já passaram as eleições, já o podem dizer claramente"
.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Porque quem manda na democracia não é a tradição. Aparentemente Cavaco Silva conseguiu em 8 minutos o que não tinha acontecido em 41 anos de democracia: a união da esquerda. Parabéns ao Eduardo Ferro Rodrigues, Presidente da Assembleia da República. Saudações extensivas ao Diogo Leão e João Torres. Força e convicção no exercício das novas funções na luta e defesa pelos direitos dos portugueses.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Preciso iniciar esta nota dizendo que a decisão do Presidente da República era espectável e, quanto a mim, sensata e legítima! Em democracia governa quem ganha as eleições. Contudo, a comunicação é no mínimo insólita.  O conteúdo assertivo de hoje dissipou-se, no ruído da forma como o fez. Ouvimos novamente, um dirigente partidário e não um Presidente da República.

- A fundamentação que o Presidente da República utilizou, revelou a sua já ratificada tendenciosidade, omitindo que ‘tradição’ pode ser lei Civil, porém, jamais Constitucional. Nem pode ser invocada para resolver uma situação nova.
- Deveria ter aberto a sua justificação, recordando-se do valor da palavra. Valor da palavra quando expressou apenas indigitar um Primeiro-Ministro com maioria parlamentar. Era perfeitamente contornável, mas não se ouviu.


- O Presidente da República pode definir quais são os partidos na governação, porém, jamais com o fundamento de serem antí-europeístas. Catalogou-os, e deixou passar uma imagem perigosa – que BE e PCP, em razão da sua ideologia política, não têm os mesmos direitos democráticos do que os outros partidos – (Democraticamente) anulou a existência de dois partidos.


- Neste sentido interrogo, quando é que Cavaco vai recomendar a ilegalização do PC e do BE? Postura perigosa Sr. Presidente.

- Recordo-me do CDS ser um partido antí-europeísta. Neste caso o Presidente da República já credenciou a fidelidade da sua conversão?


- Por fim e no que à Lei diz respeito, falhou!
O Exmo. Sr. Presidente da República jamais deveria abalroar o art. 187.º n.º 1 da C.R.P., interpretando-o como obrigacional na indigitação que acabara de promover. Não é. Está claro na letra da lei que “Ter em conta os resultados” não significa “em consequência dos resultados”. O que modifica substancialmente a interpretação inadequada que fez.


- Caro Presidente da República era “proibido” dar a entender um impedimento ou incumbência emergente do Art. 187.º n.º 1 da C.R.P., porque manifestamente não existe. E porque o P.R. deveria acima de tudo, dominar a Constituição. Esse tema pedia o seu silêncio. Optou por evidenciá-lo, quanto a mim, erroneamente.
(Para não falar que existiu em 1982 um proposta de alteração à redacção do artigo, que concluiu chumbada).


- Aparenta-se notória a decisão de apresentar na A.R. uma moção de rejeição por parte da CDU. Deveria imperar o sentido de estado, e mais que nunca, a sagacidade.
Astúcia ao ponto de se produzir anuências com a coligação, serenar as hostes com algum eleitorado, unificar o partido, e o PS ficará assim, em condições de ser o último garante da austeridade em Portugal.


Na política não se ganha pelo vigor do ataque, mas pelo momento certo de o lançar. Não é agora.


Que o bastião da mudança seja a necessidade social e, jamais a vingança.



Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Para quem trabalha todos os dias para se conceber a justiça, poucas consequências serão tão relevantes e satisfatórias, como a vinculação teórica da “finalidade das penas”, à realidade dos estabelecimentos prisionais.
Este é um relato pesaroso contudo, enche-nos de esperança.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Newer Posts
Older Posts

Autor

About Me

.: Timeo hominem unius libri :. Ridendo castigat mores :. Ne quid nimis .:

Redes Sociais

  • facebook
  • twitter
  • instagram
  • Google+
  • pinterest
  • youtube

Pesquisar neste blogue

Os seguidores

ASSINAR NEWSLETTER

Vizinhos de qualidade

  • Entre as brumas da memória
    Recordar é viver
    Há 37 minutos
  • Aventar
    Bom natal, óptimo ano novo!
    Há 1 hora
  • Ladrões de Bicicletas
    Dead can Dance - The arrival and the reunion
    Há 1 hora
  • Delito de Opinião
    Todos os que ouviram se admiraram do que lhes disseram
    Há 2 horas
  • Visão de Mercado
    Feliz Natal, família Visão de Mercado!
    Há 2 horas
  • A Destreza das Dúvidas
    Postal de Natal tradicional
    Há 2 horas
  • A Estátua de Sal
    Bom Natal
    Há 3 horas
  • Aspirina B
    Cuidado, não enfies o sapato neste buraco negro
    Há 3 horas
  • Corta-fitas
    O milagre do Natal
    Há 4 horas
  • duas ou três coisas
    Festas felizes para todos
    Há 20 horas
  • Patologia Social
    Advogados! Directiva ECN+: prazo prorrogado
    Há 1 dia
  • Economia e Finanças
    Como pode a tecnologia ajudar na saúde da tesouraria de uma empresa?
    Há 1 dia
  • Da Literatura
    CONTO DE NATAL
    Há 1 dia
  • Malomil
    Alegrias (da Luisinha)
    Há 1 dia
  • BLASFÉMIAS
    Os beto-bimbos urbanos continuam a deixar rasto
    Há 2 dias
  • Às nove no meu blogue
    voltar a casa *
    Há 3 dias
  • O Insurgente
    Em Casa Onde Não Há Pão… Não Há Alternativa À Suborçamentação
    Há 3 dias
  • Causa Nossa
    SNS, 40 anos (20): A ideologia custa dinheiro
    Há 6 dias
  • Esquerda Republicana
    Baixar IVA da eletricidade: uma má medida social e ambientalmente
    Há 6 dias
  • A Terceira Noite
    A polémica equiparação fascismo-comunismo
    Há 1 semana
  • A Areia dos Dias
    O QUE NOS DIZEM OS NOVOS DADOS SOBRE A POBREZA MONETÁRIA PUBLICADOS PELO INE
    Há 2 semanas
  • bomba inteligente
    Diário outonal (3)
    Há 5 semanas
  • Geringonça
    Coerência Democrata Cristã
    Há 4 meses
  • um amor atrevido
    Há 10 meses
  • Pedras no Caminho
    CÂMARA DE ESPOSENDE ANUNCIA NA SUA PÁGINA DA INTERNET QUE SE ENCONTRA EM DISCUSSÃO PÚBLICA OS PROJECTOS DO PARU – PARTE II
    Há 1 ano
  • Verbo Jurídico
    A adopção: a identidade pessoal e genética
    Há 5 anos
  • Log into Facebook | Facebook

Blog Archive

Created with by ThemeXpose