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CrIvo de Almeida™

Há dias que a minha troika privada se patenteia.

Lá vem ela com um prejuízo que como só ela sabe, sabota a posteridade breve, austeriza a dignidade, decência e o bom-nome.

A violência verbal é um comprimido muito forte, que se arremessa ao alvo, sem lembrar que os efeitos subalternos são muito mais nefastos que os primeiros.
Não somente por isto, embora também, é extraordinariamente incipiente travar uma discórdia onde empregamos todos as inferiores, vis e mais funestos recursos.
Incipiente porque a partir daí, não mais há triunfo.

Ambos os lados sofrem, ambos os lados retiram-se derrotados de mil e uma formas, ainda que não saibam.

Pratiquem o desarmamento interno. Significa este, absolvermo-nos de inúmeras comoções negativas, que exclusivamente redundam em impetuosidade na violência.

Para não se tatuar espinhos incessantes na alma, faço-o, e apelo a todos, que se desengatilhem internamente, e sejam um pouco mais felizes e fraternos.
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Deixem-se disso gente!

Imploro diariamente que uma luz desça á terra e subtraía ás infindas aptidões humanas, aquela capacidade que desponta em cada uma, quando ao não saber o que verbalizar, então refugiam-se em aforismos obtusos.

- “Às vezes é no meio da escuridão, que se vê melhor a luz”.
- “Às vezes é quando estamos no meio da multidão, que estamos realmente sozinhos”.

E a humanidade diz de urgente, “olha, bem visto!”.
Vamos lá tentar. Se alguém profere;

- “Às vezes é quando uma coisa mais parece uma coisa, que é o contrário dessa coisa!”

Não é uma grandiosa ajuda, nem mesmo um discurso brilhante. Às vezes é só parvo.
Só para que conste.
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Os tribunais, assim como todo o sistema judicial deve operar no sentido da descoberta da verdade material, respeitando por sua vez a verdade processual.

Não sei até que ponto conjunturas análogas a esta, podem ser reflexo de uma amplificação da Verdade Formal em prejuízo da Material no sentido em que, porventura, possa não verter uma justiça social efectiva.
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"Arquiva-se o processo na tentativa de desanuviar a tensão última entre o estado Português e Angolano".

Deste modo, é com este desventurado e desgostoso dedo, que aponto o corolário factual de uma indigente Magistratura, que se deixa invadir num presumível equilíbrio político, abandonando a sua idoneidade e função, na descoberta da verdade material, conforme os ditames jurídicos.
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Ainda me recordo da mescla de cheiros vindo dos incontáveis restaurantes castiços e de preços despretensiosos.

Aparecia o clamor do palhaço que esguichava água, e os dedos pegajosos de surripiar o algodão-doce do primo. Em seguida, lá voava eu para a lua como o maior dos astronautas, enquanto preservava o mundo vinte vezes ao lado do super-homem.

Não bastante, tinha ainda tempo de entrar em saloon de faroeste, e salvar a donzela mais formosa, das cordas que a amarravam.

Na dimensão dos sonhos, de universos encantados com majestades, dragões e princesas, tudo se tornava possível.
Os mais pequeninos, defrontavam os seus desassossegos entre gargalhadas, sorrisos e animação.

Era isto e muito mais, que impelia milhares de pessoas a divertirem-se neste espaço no centro de Lisboa.

Hoje com um frio depressivo, jazem inúmeras exultações dentro de quatro muros débeis de acabados. No centro de Lisboa, vive o Adamastor das memórias distantes, o antídoto da esperança.

Senhores governantes acreditem, nem só de números vive o homem.
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São absolutamente tormentosos os cenários que o tufão Haiyan debelou na sua passagem pela cidade de Tacloban. Avança-se com mais de 100.000 mortos, e 600 deslocados que não têm acesso a água ou alimento.

Fica na narrativa incompreendida litros de lágrimas por secar, milhares de corpos por honrar, e sofrimento do tamanho do mundo por parte dos desafortunados que já só vivem fisicamente.

É especialmente a estes últimos, que deixo o meu pesar e enternecido testemunho.

Nem tudo o que se enfrenta pode ser modificado, mas nada pode ser modificado, até que seja enfrentado.
Com esta máxima, creio na intelectualidade dos líderes mundiais, para o amparo premente a estes nossos, e dignos irmãos.

A todos eles, um abraço fraterno.
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O vulgar, é muitas pessoas acordarem ao toque. Outras com o timbre de quem as chama, ou então até mesmo com ruídos que lhes varrem o sonho e desabotoam os olhos.

Acordar ao teu lado, é nada menos que ser acordado pela tenuidade do aroma. Afinal, a fragrância pode acordar-me.

Acordar ao teu lado é o aconchego inigualável das torradas quentes, um dia que se estreou num sábado, e os relógios param só para mim.
Só. Porque o restante é acordar sozinho.
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«Se um dia for vedeta, quero sempre manter um pé na sarjeta».

Há vários intuitos que tornam imprescindível saber conservar distâncias. Seja por reserva pessoal, por conservação intelectual ou até por amor. Sim, o amor pode distanciar duas ou mais pessoas.

No entanto, a superior e mais difícil distância de todas, é aquela que nos afasta de nós próprios. Suspeito dizer que seja conjuntamente a mais proveitosa de se desenvolver.
É sobretudo em ápices de palmas, abraços, glórias e sucessos, que a distâncias de nós próprios faz ainda mais sentido.

A vizinhança de nós connosco, faz com que andemos constantemente a auto elogiarmo-nos, enaltecendo em arco de luzes pomposas. No seu extremo, não mais andamos; levitamos.

É o distanciamento entre cada um de nós e o produto dos nossos feitos, que consentem o lugar para a crítica essencial.

«Se um dia eu for vedeta, quero sempre manter um pé na sarjeta».
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É estupenda esta habilidade de se admirar um livro por tudo, menos o que lá vem escrito. Faz-me rejubilar esta capacidade que o Homem tem de se apaixonar por um quadro, do qual nunca viu as cores. Mas a paixão está lá!

Hoje enquanto eu almoçava de figura especialmente desentendida; - (não fosse a repulsa pelo que ouvia exteriorizar-se pelos olhos) - ostentava-se um cliente, dizendo que era o «José Mourinho a colocar azulejos nas paredes».

Alguém perdia tempo a dizer, “Não te deves gabar oh Zé!”; senão quando «o Zé» contrapõe lá do pináculo da sua sapiência;
- “Não me devo gabar? Olha o Mourinho! Ele gaba-se e todo o mundo se cala porque sabe que ele é bom! Mau é quem se gaba sem ser nada de jeito!”

Por mais que se estude áreas diversas, para mim o Homem continua a ser o objecto de estudo mais complexo e cativante.

Neste caso do José Mourinho por exemplo, há pessoas que são autênticos embaixadores de Portugal no estrangeiro, mas nem por isso devidamente agraciadas.

Parte das que gostam, admiram, apreciam, apoiam e protegem; existe ainda parcela que «Gosta do livro sem saber ler».

Concebam só o que sucedia, se fosse exequível trazer o Sr. Padre António Vieira, para dissecar o seu “Sermão de Santo António aos peixes”, sobre o qual este nos chamava de «criativos», pois a alegoria se dirigia realmente aos peixes e nunca aos homens.

Era o escarcéu! Mas admiração por tão bela escrita, certamente que se mantinha em cada um de nós, ainda que por razões quase adversas.
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Em tempos não muito idos, Pedro Passos Coelho solicitou participação do líder do maior partido da oposição, para um ‘governo de salvação nacional’ (ou espécie - interroguem o PR), que acabaria a ser governado com natureza tricéfala. (PSD, CDS e PS)

António José Seguro declinou a proposta de participar no governo sem sufrágio.

Soltou-se a repulsão imediata do PM e restante governo, com a posição de António José Seguro.

Será esta indignação efeito de amnésia grave, ou sou eu o mesquinho que tem o cisma de ter boa memória?
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É amargura rude aperceber-me que cada vez gosto menos do Português moderno.
Para claras compreensões, deixo aqui uma reacção da Igreja Católica ao Decreto-Lei de 20 de Abril de 1911. (que veio decretar a ‘Lei da separação’)

«Receava-se a dureza, veio a atrocidade; receava-se a sujeição, veio a tirania (…). O que contém o diploma? (…) Injustiça, espoliação, opressão, ludibrio (…). A Joeira de Satanaz(s) vai trabalhar (…) Senhor estou pronto para ir convosco ao cárcere e á morte.»
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Continuam a forçar-nos a olhar para as reformas e pensões, como um beneficio de solidariedade social., quando foi, é, e sempre será, um Direito dos contribuintes.
E agora com efeitos retroactivos?

Não se alterem conceitos, muito menos os efeitos directos dos mesmos.

Vergonha.
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Para qualquer Juiz, diligenciar em Oeiras deve ser o fastígio da preferência. Tudo é mais célere nesta comarca.

Em sede de «finalidade das penas», notem que em Oeiras acautelam a reinserção do agente na sociedade muito antes de o mesmo ser libertado.

É o sucesso na Justiça.
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A mentira é a meu ver, a suprema prova de deslealdade e inconfidência. Há gente moderna que tende a fazê-la coexistir com a amizade.

Ridículo.
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Mesmo após Pedro Passos Coelho em declarações oficiais ter vindo acolher uma «derrota estrondosa» para o PSD, ainda se insurgem laranjinhas revoltados, na vã tentativa de apaziguar a sua dor, arrastando o PS para uma análoga derrota. (PS derrotado?)

Verbalizam que é em pelo facto do PS ter perdido autarquias de alguma utilidade.

Bem, perder autarquias e ganhar autarquias, é trivial a todos os partidos, (desta vez) com a prerrogativa do BE que unicamente experimentou a primeira.

No entanto, parece-me ponderado que se considere vencedor de umas legislações autárquicas, o partido que chega ao fim das mesmas com o maior número de autarquias. Esse partido foi o PS.

Acrescento ainda, que no sentido dos resultados conquistados, torna-se incongruente identificar o PS como derrotado. Afinal, um partido que além de atingir o maior número de autarquias, regista também o seu melhor resultado de sempre, «derrotado» é grotesco.

Bem, 150 Câmaras, é exclusivamente o melhor resultado de qualquer partido em Portugal.

Derrotado?
Vamos lá tentar notar o mundo com olhos empenhados de quem se exime de toda essa limitação, que se chama facciosismo, fanatismo e intolerância.
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Sempre fui acérrimo patrocinador do compromisso de sufragar. O artigo 49º da Constituição da República Portuguesa, sempre me pareceu aprumadinho e pimpão.

É um dever cívico, e acima de todas as classificações, é a única forma de exercer o maior dos poderes que enquanto povo embargamos; «o de escolher e delimitar o nosso futuro».


Ainda que as opções de escolha sejam entre o meu e o péssimo, é de ressalvar que entre votos em branco, e estratégias de nos fazer ouvir enquanto cidadãos, o importante é fazer um voto activo.


De tantas pessoas, aquelas que não votam; pouco me diz a sua indignação. Pouco me diz a sua revolta pelo rumo do país, e pouco me diz a sua resistência ao sistema que o governo implementa. De facto, nada me diz tudo isso. 


Reprovam tudo e todos, e olvidam que a sua insurreição deveria ter sido «sentida» no dia das eleições. Mas não. Optam o não-voto, agendando ulteriormente a sua luta por através manifestações, brados e insultos extemporâneos, onde já de pouco vale.
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Causa-me genuína agitação, os Portugueses não dedicarem efectivamente o seu voto ás pessoas que nos governam.

Ainda no Domingo Ângela Merkel ganhou as eleições, e nós nem votámos.

Viva a ‘Demo!’, que também é ‘Cracia!’.
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Certo é que, refutar a ignorância alheia, é cair numa igual ignorância, ou pior. A postura elegante é ignorar.

Por outro lado ignorá-la, é que nem refeição vegetariana. Tem (quase todos) os nutrientes necessários, mas jamais nos sentimos inteiramente saciados.

Certamente que isto se resolve com maturidade.

Aceitam-se sugestões.
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Ao meu lado loira, não obesa mas cheia, tinha o seu primeiro encontro de café com o mecânico, da sua irmã.

Vestida de ganga justa ás curvas, embora sóbria, prescindia toda a pro-actividade emocional para o sofisticado mecânico que de camisa branca, respigava distintos argumentos para a convencer da sua nobreza e distinção.


- «Podes não ter namorado, mas tens muitos pretendentes de certeza»


Em clara negação com a mente, ela retribuía negativamente ás investidas dele, – no esforço de o agradar pelo carácter puritano com que se fazia apresentar. E decerto agradava – 


Por outro lado, mesmo que sem pergunta, fazia este mecânico tema, o de enfatuar-se, discorrendo das mil e uma mulheres que o desejavam, e ele somente considerava a que estava á sua frente. Tudo isto, – no esforço de a agradar pelo carácter puritano com que se fazia apresentar. E decerto agradava –


Hoje, acho absolutamente ignóbil esta forma de aleitar, gerar, fazer nascer algo pelos caminhos surreais. Iniciar um caminho pela ostentação, falando do que não é, abordando o que nunca foi, para agradar ao que se pensa ser. Esquecer que somos todos susceptíveis a esta debandada (assustadora) de metamorfoses da sociedade, pelo que, dá-se o não tão raro acaso, de encarar-mos numa mesa de café, com alguém precisamente como nós. 


«Era uma vez, um embuste a criar paixão» Não é uma história de facto, mas infelizmente as crianças hão-de aprender.


Sim, hoje não se criam relações, antes empresas. As partes, somente comerciais de si próprios.
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Doutor, feche os livros e ria da ciência - Tire a gravata Doutor, e por uma vez, peço-lhe, cale os seus olhos.
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.: Timeo hominem unius libri :. Ridendo castigat mores :. Ne quid nimis .:

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