Com tecnologia do Blogger.
  • Home
  • Regras sobre conteúdos
  • Ivo de Almeida em olhares
  • Biografia
  • A Prova Digital (Livro)
facebook twitter instagram Tumblr bloglovin Email

CrIvo de Almeida™

Mesmo após Pedro Passos Coelho em declarações oficiais ter vindo acolher uma «derrota estrondosa» para o PSD, ainda se insurgem laranjinhas revoltados, na vã tentativa de apaziguar a sua dor, arrastando o PS para uma análoga derrota. (PS derrotado?)

Verbalizam que é em pelo facto do PS ter perdido autarquias de alguma utilidade.

Bem, perder autarquias e ganhar autarquias, é trivial a todos os partidos, (desta vez) com a prerrogativa do BE que unicamente experimentou a primeira.

No entanto, parece-me ponderado que se considere vencedor de umas legislações autárquicas, o partido que chega ao fim das mesmas com o maior número de autarquias. Esse partido foi o PS.

Acrescento ainda, que no sentido dos resultados conquistados, torna-se incongruente identificar o PS como derrotado. Afinal, um partido que além de atingir o maior número de autarquias, regista também o seu melhor resultado de sempre, «derrotado» é grotesco.

Bem, 150 Câmaras, é exclusivamente o melhor resultado de qualquer partido em Portugal.

Derrotado?
Vamos lá tentar notar o mundo com olhos empenhados de quem se exime de toda essa limitação, que se chama facciosismo, fanatismo e intolerância.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Sempre fui acérrimo patrocinador do compromisso de sufragar. O artigo 49º da Constituição da República Portuguesa, sempre me pareceu aprumadinho e pimpão.

É um dever cívico, e acima de todas as classificações, é a única forma de exercer o maior dos poderes que enquanto povo embargamos; «o de escolher e delimitar o nosso futuro».


Ainda que as opções de escolha sejam entre o meu e o péssimo, é de ressalvar que entre votos em branco, e estratégias de nos fazer ouvir enquanto cidadãos, o importante é fazer um voto activo.


De tantas pessoas, aquelas que não votam; pouco me diz a sua indignação. Pouco me diz a sua revolta pelo rumo do país, e pouco me diz a sua resistência ao sistema que o governo implementa. De facto, nada me diz tudo isso. 


Reprovam tudo e todos, e olvidam que a sua insurreição deveria ter sido «sentida» no dia das eleições. Mas não. Optam o não-voto, agendando ulteriormente a sua luta por através manifestações, brados e insultos extemporâneos, onde já de pouco vale.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Causa-me genuína agitação, os Portugueses não dedicarem efectivamente o seu voto ás pessoas que nos governam.

Ainda no Domingo Ângela Merkel ganhou as eleições, e nós nem votámos.

Viva a ‘Demo!’, que também é ‘Cracia!’.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Certo é que, refutar a ignorância alheia, é cair numa igual ignorância, ou pior. A postura elegante é ignorar.

Por outro lado ignorá-la, é que nem refeição vegetariana. Tem (quase todos) os nutrientes necessários, mas jamais nos sentimos inteiramente saciados.

Certamente que isto se resolve com maturidade.

Aceitam-se sugestões.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Ao meu lado loira, não obesa mas cheia, tinha o seu primeiro encontro de café com o mecânico, da sua irmã.

Vestida de ganga justa ás curvas, embora sóbria, prescindia toda a pro-actividade emocional para o sofisticado mecânico que de camisa branca, respigava distintos argumentos para a convencer da sua nobreza e distinção.


- «Podes não ter namorado, mas tens muitos pretendentes de certeza»


Em clara negação com a mente, ela retribuía negativamente ás investidas dele, – no esforço de o agradar pelo carácter puritano com que se fazia apresentar. E decerto agradava – 


Por outro lado, mesmo que sem pergunta, fazia este mecânico tema, o de enfatuar-se, discorrendo das mil e uma mulheres que o desejavam, e ele somente considerava a que estava á sua frente. Tudo isto, – no esforço de a agradar pelo carácter puritano com que se fazia apresentar. E decerto agradava –


Hoje, acho absolutamente ignóbil esta forma de aleitar, gerar, fazer nascer algo pelos caminhos surreais. Iniciar um caminho pela ostentação, falando do que não é, abordando o que nunca foi, para agradar ao que se pensa ser. Esquecer que somos todos susceptíveis a esta debandada (assustadora) de metamorfoses da sociedade, pelo que, dá-se o não tão raro acaso, de encarar-mos numa mesa de café, com alguém precisamente como nós. 


«Era uma vez, um embuste a criar paixão» Não é uma história de facto, mas infelizmente as crianças hão-de aprender.


Sim, hoje não se criam relações, antes empresas. As partes, somente comerciais de si próprios.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Doutor, feche os livros e ria da ciência - Tire a gravata Doutor, e por uma vez, peço-lhe, cale os seus olhos.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários


As Oréus estão ao rubro!!!
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Se dizem que na Internet, todos nós podemos ser o que quisermos, então porque razão tanta gente escolhe ser estúpida?
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Falamos de risco. Pequenina crescida de mortíferos ataques. Nível bélico superior ao químico, não há G20 que sossegue, ‘Obamas’ que reivindiquem, ou concertações que apazigúem esses ataques categóricos. 
De design aerodinâmico para distribuir sofrimento, saudades, saudades, mágoas e todas as outras que a ciência não classificou. 
Daquelas que fazem o estômago ir á boca e voltar ao sitio habitual. Tudo no mesmo fuso horário. 
Predadora eficaz, ali se reúne todos os apetrechos úteis ao disparo.

Nem vale a pena falar em camuflagem. Mestre da arte da discrição, de semblante brando, hábitos bem-nascidos, encanta de viola do lado canhoto, da mesma forma que dança aquele sinal do lado direito do coração.


O humano que invulgarmente dorme.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Como nunca antes sucedera, aceitei o auxílio de uma amiga para a crónica mensal.
Tinha até á meia-noite, para fazê-la chegar á redacção, para posteriormente ser editada e publicada.
Mesmo de empenhos aglomerados em solidariedade, não foi possível a entrega em prazo útil.

Incapaz de ficar desgostoso com o decorrido, encontro-me por sua vez, orgulhoso do texto que me chegou para “eu alterar”.

Texto esse que ao invés de alterado, o reproduzo na integra, da forma que me chegou.

“A mudança é difícil, mas mais difícil ainda é quando se decide realmente fazer. No entanto é também a mudança mais necessária.
Quando é essencial tomar alguma decisão importante as pessoas deixam sempre para depois. Aliás o provérbio “não deixes para amanhã o que podes fazer hoje” não se aplica no povo Português, sendo mais “se podes fazer amanha porquê fazer hoje?”
Será o medo do desconhecido? O orgulho? A resistência? A ambivalência?
Num dia como tantos outros, esperando pela minha boleia começo a ouvir um grupo de jovens a falar sobre o peso. Cliché feminino.
Ao olhar, reparo que a jovem mais “cheiinha” está agarrada a uma tablete de chocolate, a comer com os olhos e empanturrar-se com a boca. “Vocês são tão magras e olhem para mim ”, frase que me ficou na cabeça. Repito agarrada a uma tablete de chocolate.
As amigas, pelo menos naquele momento, com uma pancadinha nas costas confortam a adolescente dizem “oh não digas isso, estás óptima”, olhando umas para as outras com um olhar que mostrava o oposto.
Querer mudar é fácil, aliás querer é fácil. Mas decerto nunca ninguém conseguiu algo apenas por teoria.
O primeiro passo para superar essas resistências é mudar a nossa forma de pensar sobre a mudança. Não nos vamos dando conta, como o medo de mudar vai ocupando tanto da nossa vida, começamos a tecer uma teia que aos poucos nos vai imobilizando. E muitas vezes falta discernimento e coragem para interromper esse ciclo vicioso.
Comece por mudar o pensamento, "Eu espero que as coisas mudem", para o pensamento, "A única forma de as coisas mudarem é quando eu mudo"


Patricia Henriques

Obrigado.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Os olhos são inúteis sempre que a mente é cega. O contínuo e necessário aperfeiçoamento do carácter, é na sua boa forma, libertar a mente de tanto que o vicio a prende.

Só assim podemos todos nós chegar tanto quando possível, ao máximo do nosso potencial, e por sua vez auxiliar o próximo.'.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Salvo o devido e merecido respeito por entendimento distinto,
é aqui que o Juiz deixa de ser julgador, e abraça a política.

“(…) entendo que tal limitação é apenas territorial e não funcional. Ou seja, apenas se aplica àquele concreto município e não a um outro.
Defender posição contrária é, antes de mais, uma menorização e perda de confiança no funcionamento das regras da democracia e do princípio democrático no sentido em que revela mesmo uma desconfiança perante a livre decisão dos eleitores nas urnas (…)”

Trecho retirado do ACÓRDÃO N.º 480/2013, do Tribunal Constitucional, relativo ao recurso de impugnação á candidatura de Luís Filipe Menezes á Câmara do Porto.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Acrescento, estamos na presença do mais recente modelo sexy homo sapien otariens.

Palmas por favor!



Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Luís Filipe Menezes, candidato do PSD á Câmara do Porto, assegurou agora um espectáculo musical com o artista Tony Carreira a encerrar a sua campanha.

Tony Carreira, aufere por cada espectáculo 45 mil euros. (como se pode verificar http://fama.sapo.pt/fotogaleria/tony-carreira-cobra-45-mil-euros )
O orçamento (que é público) de Luís Filipe Menezes, fixa 10 mil euros para espectáculos e actividades lúdicas.

É este um absoluto e fiel retrato da classe politica a mais no nosso país.
Enquanto existir flagrantemente politica de executivo, e politica para campanha, jamais o nome do país consistirá em primeiro lugar de considerações.

Com este cenário de gerência, é caso para comunicar que se era um «sonho de menino», este nosso Luís que ponha os pés na terra, seja íntegro em detrimento de político de campanha.

Com Luís Filipe Menezes no Porto, «Depois de ti mais nada».



Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Principiou a liga Portuguesa de futebol 2013/2014. E principiou mal. Começou infortúnia a época no campo das arbitragens, e não apenas com equipas «grandes». 

Quem viu certas passagens do Guimarães – Olhanense não pode deixar de ficar eriçado com o que se possa passar entre pretendentes a lugares europeus, e candidatos à descida de divisão. 


O jogo mais notório desta berra que retira paixão ao futebol, foi entre o Vitória de Setúbal e o FCP. Paulo Fonseca, directamente arrolado (e bem) das juventudes desportivas por Pinto da Costa, ainda não compreendeu que cada penalti mal marcado a favor do FCP, cada golo ambíguo que o favoreça, só o acanha como treinador aos olhos de todos. O seu ataque a José Mota foi de quem não sabe ainda o seu papel. Com tempo vai lá. Ele é bom, e certamente de célere aprendizagem. 


O meu receio é que estes talentosos jovens treinadores, jogadores, e mesmo árbitros, gostem mesmo de futebol. Se assim for, estamos em actual condição de lhes anunciar um desgosto;


É que o futebol em Portugal está ligado ao negócio em série, descaracterizando-se (ou não). 


E em resultado de tudo este zoo, a paixão de cada um de nós em cuidados paliativos pouco eficazes.




Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Já não é bastante preocuparmo-nos com o que se diz, devemos ter (também) em conta a ordem com que se faz.

É que se em primeira instância, além de se aportarem a temas distintos do que discorremos, ainda existe a limitação daqueles que somente retêm a parte final do que se ouviu.
Resultado, longa viagem para direcção divagada.

Limitação foi o que eu disse? Exacto, limitação.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Todos os utilizadores opinaram relativamente á entrevista de Judite de Sousa (JDS), e eu nada. Para adversar, nesta luta desigual de milhões contra um(a), eu vou falar da parte mais indefesa.

Vou falar de nós. Acima de tudo, de falta de bom senso. 


Quanto á entrevista precisamente, não me vou expor sobre as palavras menos afortunadas, o deplorável conceito de oportunidade, ou mesmo á muita subjectividade que JDS se serviu na conversa.


Não impeditivo a todo esse tema, que não ouso debruçar-me tal a panóplia de verborreia por esse Facebook fora, é particularmente isto que me conferiu interesse;
https://www.facebook.com/juditedesousavergonha 


Do mais gracioso que por lá pude decifrar, foi (subtraio a linguagem mais vernácula) “Vaca”, “Demissão”, “Despedimento”, “Pior jornalista de sempre”, “A vergonha do jornalismo”, e por aí avante.
Tenho para mim que se fosse tudo em #‘hashtags’, JDS abria o telejornal em Santiago do Chile.


Existe nos dias de hoje um ódio amordaçado em grande parte dos Portugueses, ensopados numa pujança e cólera demolidora na constante reacção de apontar os erros de alguém.


Provavelmente a situação do país, quiçá consequência de uma impotência generalizada que se vem sentindo, debilidade, fraqueza, mas o certo é que estes ‘tumultos virtuais’, são de um efeito funesto para o/a visada.
Mas do dano, quer-se lá saber.
Temos vindo a ficar de dia para dia sofisticados julgadores de outros que não nós, aprimorados justiceiros de sentença na ponta da língua, polidos donos de uma justiça viral. Sim, nasceu uma nova justiça, a viral.
Nasceu uma nova sentença, a social. Bem mais nefasta que a judicial, diga-se.


Em diversas situações, comportamo-nos como uns opressores, em que a revolta possível por sermos oprimidos por alguém maior, é oprimir aqueles que erram. 


Esta improficiência de lutar, redunda em reacções onde não mais interessa que impacto terá, exclusivamente sacia este ímpeto exacerbado de nos sentirmos “socialmente activos”. Impulso pobre.


Somos apressados, não muito mas demais. Excessivamente bruscos.
Rápidos a condenar, a estigmatizar, desaprovar, castigar. Somos punho fácil para bater.
Mestres do olvido, sábios na negligência.


Aboliu-se dos tribunais a pena capital por não se considerar adequada, justa, assertiva e democrática. Nas praças da nossa sociedade inquisitória praticam-se estas sanções calamitosas. Com o amigo, com o vizinho, com o conhecido, tantas vezes com a família.


A mim não me importa especificamente com quem, mas proporcionalmente são amplificadas e por sua vez exageradas.
Opiniões, pareceres e juízos são bons e recomenda-se, mas andemos com prudência e senso.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Ainda sinto o cheiro a bafio e setin. O dia da minha morte era esperado com o desassossego de quem almejava e muito, os dias sequentes.

Morreriam comigo naquele dia todos os defeitos, imperfeições, vícios e passados inúteis. Era sucumbir agrilhoado aos preconceitos e ás superstições, aniquilando os laivos de uma sociedade infamante que se dissipavam.

Morri numa qualquer cidade da Europa, uma cidade antiga, daquelas com largos e praças apinhadas de narrativas históricas e reminiscências virtuosas.

Quando me conduziram pela mão, á minha última morada enquanto impuro, nem mais a venda me fazia não adivinhar os degraus comedidos. Em sua vez, quando me indagaram se estava atemorizado ou receoso, sorri como demente e redargui; “jamais convosco irmãos”.

Cessei depressa, feito obeso no gélido do xadrez. Desprezei-me e corri freneticamente para mim mesmo. Ao chegar, renasci. Ressurgi brotando pela primeira vez, contemplando pela primeira vez, cheirando pela primeira vez, sentindo pela primeira vez, e sendo, sim existindo finalmente.

Contemplar outras cores, renovado mundo. Adivinhar enxofre de aroma primário, água, sal e vida. Auscultar sabres que cortavam o ar, juntando-se no aço com centelhas, fagulhas e faíscas de ipiranga.

Quando nasci, o mundo acreditava por mim, com nova parentela, com novo afecto.

Afinal, livre.:.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
A palavra radicalismo é insana. Fogem dela, e ninguém aceita ter uma postura radical relativo a qualquer que seja o tema, embora muitas vezes a tenha. Ser radical soa a agir sem pensar, quiçá a reagir em detrimento de agir. Atitude pouco pensada, insensata, infantil. O que queiram chamar.

A nível político, chamam radicais aqueles cuja sua ideologia politico-partidária se coloca nos extremos quer da esquerda ou direita. Ficam lá nos píncaros, e de tão longe se colocarem talvez careçam de toque e sensibilidade para reconhecer os problemas reais. São opiniões.


Quanto a mim, o mais radical dos extremistas que pode dar á costa (ou o mais extremista dos radicais, escolham), não é aquele classificado em virtude do seu afastamento dos partidos centrais, mas antes o resultado da sua postura filantrópica enquanto cidadão.
Radicalista é para mim, aquele que independentemente de ideologia ou partido, não aceita democraticamente uma opinião contrária. Uma opinião diferente, uma visão antagónica.


É aquele que senão antes, ao aperceber-se que não move alguém para a sua causa, opta por “catalogar, rotular e empacotar" pejorativamente aquele que não partilhou da mesma opinião.
Obstar a essa diferente opinião classificando-a como menor, é directamente cercear a liberdade de cada um. Até que seja mesmo a liberdade de errar. É o maior radicalismo existente.

E são esses tantas vezes os maiores defensores da Democracia. Chamo-lhes então os democratas radicalistas (ou os radicalistas democratas. Também aceito).
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Quando existe uma alteração de fundo na lei, deve esta ter o seu tempo de adaptação necessário, para suprir ao máximo o impacto da mudança.

A ministra da Justiça, achou então sensato que uma alteração de fundo ao Código de processo civil, tenha somente dois meses de Vacatio Legis, quando mais de metade dele são em férias judiciais.

Mas não ficamos por aqui.

Hoje, a duas semanas da sua entrada em vigor, somos então presenteados com mais de 10 alterações ao Código de Processo Civil. ( https://dre.pt/pdf1sdip/2013/08/15400/0480204803.pdf )

Estes legisladores são absolutamente fenomenais.
Palmas.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Newer Posts
Older Posts

Autor

About Me

.: Timeo hominem unius libri :. Ridendo castigat mores :. Ne quid nimis .:

Redes Sociais

  • facebook
  • twitter
  • instagram
  • Google+
  • pinterest
  • youtube

Pesquisar neste blogue

Os seguidores

ASSINAR NEWSLETTER

Vizinhos de qualidade

  • Entre as brumas da memória
    Recordar é viver
    Há 2 horas
  • Aventar
    Bom natal, óptimo ano novo!
    Há 2 horas
  • Ladrões de Bicicletas
    Dead can Dance - The arrival and the reunion
    Há 2 horas
  • Delito de Opinião
    Todos os que ouviram se admiraram do que lhes disseram
    Há 3 horas
  • Visão de Mercado
    Feliz Natal, família Visão de Mercado!
    Há 4 horas
  • A Destreza das Dúvidas
    Postal de Natal tradicional
    Há 4 horas
  • A Estátua de Sal
    Bom Natal
    Há 4 horas
  • Aspirina B
    Cuidado, não enfies o sapato neste buraco negro
    Há 4 horas
  • Corta-fitas
    O milagre do Natal
    Há 5 horas
  • duas ou três coisas
    Festas felizes para todos
    Há 22 horas
  • Patologia Social
    Advogados! Directiva ECN+: prazo prorrogado
    Há 1 dia
  • Economia e Finanças
    Como pode a tecnologia ajudar na saúde da tesouraria de uma empresa?
    Há 1 dia
  • Da Literatura
    CONTO DE NATAL
    Há 1 dia
  • Malomil
    Alegrias (da Luisinha)
    Há 1 dia
  • BLASFÉMIAS
    Os beto-bimbos urbanos continuam a deixar rasto
    Há 2 dias
  • Às nove no meu blogue
    voltar a casa *
    Há 3 dias
  • O Insurgente
    Em Casa Onde Não Há Pão… Não Há Alternativa À Suborçamentação
    Há 3 dias
  • Causa Nossa
    SNS, 40 anos (20): A ideologia custa dinheiro
    Há 6 dias
  • Esquerda Republicana
    Baixar IVA da eletricidade: uma má medida social e ambientalmente
    Há 6 dias
  • A Terceira Noite
    A polémica equiparação fascismo-comunismo
    Há 1 semana
  • A Areia dos Dias
    O QUE NOS DIZEM OS NOVOS DADOS SOBRE A POBREZA MONETÁRIA PUBLICADOS PELO INE
    Há 2 semanas
  • bomba inteligente
    Diário outonal (3)
    Há 5 semanas
  • Geringonça
    Coerência Democrata Cristã
    Há 4 meses
  • um amor atrevido
    Há 10 meses
  • Pedras no Caminho
    CÂMARA DE ESPOSENDE ANUNCIA NA SUA PÁGINA DA INTERNET QUE SE ENCONTRA EM DISCUSSÃO PÚBLICA OS PROJECTOS DO PARU – PARTE II
    Há 1 ano
  • Verbo Jurídico
    A adopção: a identidade pessoal e genética
    Há 5 anos
  • Log into Facebook | Facebook

Blog Archive

Created with by ThemeXpose