Com tecnologia do Blogger.
  • Home
  • Regras sobre conteúdos
  • Ivo de Almeida em olhares
  • Biografia
  • A Prova Digital (Livro)
facebook twitter instagram Tumblr bloglovin Email

CrIvo de Almeida™

Luís Filipe Menezes, candidato do PSD á Câmara do Porto, assegurou agora um espectáculo musical com o artista Tony Carreira a encerrar a sua campanha.

Tony Carreira, aufere por cada espectáculo 45 mil euros. (como se pode verificar http://fama.sapo.pt/fotogaleria/tony-carreira-cobra-45-mil-euros )
O orçamento (que é público) de Luís Filipe Menezes, fixa 10 mil euros para espectáculos e actividades lúdicas.

É este um absoluto e fiel retrato da classe politica a mais no nosso país.
Enquanto existir flagrantemente politica de executivo, e politica para campanha, jamais o nome do país consistirá em primeiro lugar de considerações.

Com este cenário de gerência, é caso para comunicar que se era um «sonho de menino», este nosso Luís que ponha os pés na terra, seja íntegro em detrimento de político de campanha.

Com Luís Filipe Menezes no Porto, «Depois de ti mais nada».



Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Principiou a liga Portuguesa de futebol 2013/2014. E principiou mal. Começou infortúnia a época no campo das arbitragens, e não apenas com equipas «grandes». 

Quem viu certas passagens do Guimarães – Olhanense não pode deixar de ficar eriçado com o que se possa passar entre pretendentes a lugares europeus, e candidatos à descida de divisão. 


O jogo mais notório desta berra que retira paixão ao futebol, foi entre o Vitória de Setúbal e o FCP. Paulo Fonseca, directamente arrolado (e bem) das juventudes desportivas por Pinto da Costa, ainda não compreendeu que cada penalti mal marcado a favor do FCP, cada golo ambíguo que o favoreça, só o acanha como treinador aos olhos de todos. O seu ataque a José Mota foi de quem não sabe ainda o seu papel. Com tempo vai lá. Ele é bom, e certamente de célere aprendizagem. 


O meu receio é que estes talentosos jovens treinadores, jogadores, e mesmo árbitros, gostem mesmo de futebol. Se assim for, estamos em actual condição de lhes anunciar um desgosto;


É que o futebol em Portugal está ligado ao negócio em série, descaracterizando-se (ou não). 


E em resultado de tudo este zoo, a paixão de cada um de nós em cuidados paliativos pouco eficazes.




Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Já não é bastante preocuparmo-nos com o que se diz, devemos ter (também) em conta a ordem com que se faz.

É que se em primeira instância, além de se aportarem a temas distintos do que discorremos, ainda existe a limitação daqueles que somente retêm a parte final do que se ouviu.
Resultado, longa viagem para direcção divagada.

Limitação foi o que eu disse? Exacto, limitação.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Todos os utilizadores opinaram relativamente á entrevista de Judite de Sousa (JDS), e eu nada. Para adversar, nesta luta desigual de milhões contra um(a), eu vou falar da parte mais indefesa.

Vou falar de nós. Acima de tudo, de falta de bom senso. 


Quanto á entrevista precisamente, não me vou expor sobre as palavras menos afortunadas, o deplorável conceito de oportunidade, ou mesmo á muita subjectividade que JDS se serviu na conversa.


Não impeditivo a todo esse tema, que não ouso debruçar-me tal a panóplia de verborreia por esse Facebook fora, é particularmente isto que me conferiu interesse;
https://www.facebook.com/juditedesousavergonha 


Do mais gracioso que por lá pude decifrar, foi (subtraio a linguagem mais vernácula) “Vaca”, “Demissão”, “Despedimento”, “Pior jornalista de sempre”, “A vergonha do jornalismo”, e por aí avante.
Tenho para mim que se fosse tudo em #‘hashtags’, JDS abria o telejornal em Santiago do Chile.


Existe nos dias de hoje um ódio amordaçado em grande parte dos Portugueses, ensopados numa pujança e cólera demolidora na constante reacção de apontar os erros de alguém.


Provavelmente a situação do país, quiçá consequência de uma impotência generalizada que se vem sentindo, debilidade, fraqueza, mas o certo é que estes ‘tumultos virtuais’, são de um efeito funesto para o/a visada.
Mas do dano, quer-se lá saber.
Temos vindo a ficar de dia para dia sofisticados julgadores de outros que não nós, aprimorados justiceiros de sentença na ponta da língua, polidos donos de uma justiça viral. Sim, nasceu uma nova justiça, a viral.
Nasceu uma nova sentença, a social. Bem mais nefasta que a judicial, diga-se.


Em diversas situações, comportamo-nos como uns opressores, em que a revolta possível por sermos oprimidos por alguém maior, é oprimir aqueles que erram. 


Esta improficiência de lutar, redunda em reacções onde não mais interessa que impacto terá, exclusivamente sacia este ímpeto exacerbado de nos sentirmos “socialmente activos”. Impulso pobre.


Somos apressados, não muito mas demais. Excessivamente bruscos.
Rápidos a condenar, a estigmatizar, desaprovar, castigar. Somos punho fácil para bater.
Mestres do olvido, sábios na negligência.


Aboliu-se dos tribunais a pena capital por não se considerar adequada, justa, assertiva e democrática. Nas praças da nossa sociedade inquisitória praticam-se estas sanções calamitosas. Com o amigo, com o vizinho, com o conhecido, tantas vezes com a família.


A mim não me importa especificamente com quem, mas proporcionalmente são amplificadas e por sua vez exageradas.
Opiniões, pareceres e juízos são bons e recomenda-se, mas andemos com prudência e senso.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Ainda sinto o cheiro a bafio e setin. O dia da minha morte era esperado com o desassossego de quem almejava e muito, os dias sequentes.

Morreriam comigo naquele dia todos os defeitos, imperfeições, vícios e passados inúteis. Era sucumbir agrilhoado aos preconceitos e ás superstições, aniquilando os laivos de uma sociedade infamante que se dissipavam.

Morri numa qualquer cidade da Europa, uma cidade antiga, daquelas com largos e praças apinhadas de narrativas históricas e reminiscências virtuosas.

Quando me conduziram pela mão, á minha última morada enquanto impuro, nem mais a venda me fazia não adivinhar os degraus comedidos. Em sua vez, quando me indagaram se estava atemorizado ou receoso, sorri como demente e redargui; “jamais convosco irmãos”.

Cessei depressa, feito obeso no gélido do xadrez. Desprezei-me e corri freneticamente para mim mesmo. Ao chegar, renasci. Ressurgi brotando pela primeira vez, contemplando pela primeira vez, cheirando pela primeira vez, sentindo pela primeira vez, e sendo, sim existindo finalmente.

Contemplar outras cores, renovado mundo. Adivinhar enxofre de aroma primário, água, sal e vida. Auscultar sabres que cortavam o ar, juntando-se no aço com centelhas, fagulhas e faíscas de ipiranga.

Quando nasci, o mundo acreditava por mim, com nova parentela, com novo afecto.

Afinal, livre.:.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
A palavra radicalismo é insana. Fogem dela, e ninguém aceita ter uma postura radical relativo a qualquer que seja o tema, embora muitas vezes a tenha. Ser radical soa a agir sem pensar, quiçá a reagir em detrimento de agir. Atitude pouco pensada, insensata, infantil. O que queiram chamar.

A nível político, chamam radicais aqueles cuja sua ideologia politico-partidária se coloca nos extremos quer da esquerda ou direita. Ficam lá nos píncaros, e de tão longe se colocarem talvez careçam de toque e sensibilidade para reconhecer os problemas reais. São opiniões.


Quanto a mim, o mais radical dos extremistas que pode dar á costa (ou o mais extremista dos radicais, escolham), não é aquele classificado em virtude do seu afastamento dos partidos centrais, mas antes o resultado da sua postura filantrópica enquanto cidadão.
Radicalista é para mim, aquele que independentemente de ideologia ou partido, não aceita democraticamente uma opinião contrária. Uma opinião diferente, uma visão antagónica.


É aquele que senão antes, ao aperceber-se que não move alguém para a sua causa, opta por “catalogar, rotular e empacotar" pejorativamente aquele que não partilhou da mesma opinião.
Obstar a essa diferente opinião classificando-a como menor, é directamente cercear a liberdade de cada um. Até que seja mesmo a liberdade de errar. É o maior radicalismo existente.

E são esses tantas vezes os maiores defensores da Democracia. Chamo-lhes então os democratas radicalistas (ou os radicalistas democratas. Também aceito).
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Quando existe uma alteração de fundo na lei, deve esta ter o seu tempo de adaptação necessário, para suprir ao máximo o impacto da mudança.

A ministra da Justiça, achou então sensato que uma alteração de fundo ao Código de processo civil, tenha somente dois meses de Vacatio Legis, quando mais de metade dele são em férias judiciais.

Mas não ficamos por aqui.

Hoje, a duas semanas da sua entrada em vigor, somos então presenteados com mais de 10 alterações ao Código de Processo Civil. ( https://dre.pt/pdf1sdip/2013/08/15400/0480204803.pdf )

Estes legisladores são absolutamente fenomenais.
Palmas.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Andam a reduzir reformas como se elas fossem um previlégio do cidadão. Dinheiro ganho ao longo de anos de trabalho não pode ser um privilégio. É um direito.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
É absolutamente surreal as experiências que se vive na mais dissimulada das situações. Não é preciso procurar sequer.
Numa simples ida ao mecânico mudar dois pneus ao carro, não fazia ideia de assistir a uma primitiva dança de acasalamento, em primeira pessoa, e desta vez por humanos.

Quando ela surgiu no carro cinza metalizado, de imediato o mecânico a denotou, negligenciando o que fazia, fixou-a em todos os pontos excepto nos olhos. A moça de nome quase monarca, apercebendo-se, ignorou tal postura.

Carente de percepção mínima com tal figura, ao estilo de jurisprudência nacional, macho lusitano arisca que certamente seria, passou do olhar simples para o sorriso, com olhar malandro e galanteante proporcionava das melhores estiradas que ouvi, ao ritmo de “tu não tens um pingo de vergonha/como um homem sonha/ter alguém assim”.
Abruptamente crente de uma fé maior, “Ai meu Deus” ou mesmo qualificado de uma engenharia requintada com “Até a barraca abana”. No fundo, uma experiência que em duas palavras sensatas eu diria, «espalhou charme».

Era ele artista de uma película que me tornava ignorante a cada momento. As pipocas não eram doces, nem o filme o mesmo.
Pelo menos, a julgar por aquele andar gingão e olhar confiante de quem tinha conquistado o que a meus olhos, nunca tinha estado tão longe de acontecer.

Levanta-se o tema da procura e da oferta. Isto porque temo concluir que a julgar pela conduta de excessivo apuro de maneiras cativantes, já deve outrora ter tido os seus resultado (o que me assusta), caso não teria mudado a estratégia.

Zé-zé Camarinha, Ivo Almeida, e demais inadaptados dos tempos modernos, temos tanto a aprender.

Quanto a mim, começarei com aqueles calendários suspensos nas paredes da oficina, a lá «almanaque de bons costumes».
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Quando digo que o povo Português foi enganado por este governo em altura de eleições, exaltam-se as hostes, e respondem-me que neste sentido, todos os governos enganam o seu povo quando fazem uma campanha eleitoral diferenciada das atitudes que tomam quando no poder.
Não é disto que falo.

- Uma situação, é um grupo partidário não cumprir aquilo que prometeu em campanha eleitoral, que é infelizmente um Capitis deminutio de todos eles.
- Outra é tomar medidas que se prometeram especificamente não fazer. Foi o que este Governo fez, e isso já é burla, isso é enganar.

É desta pequena diferença que eu falo.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Um com tempo habituo-me ao Pretérito perfeito composto, mas entretanto "aceitado", "juntado" e "matado", continua a fazer-me tamanha comichão no céu da boca.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Zeca, afinal parece que ainda não há praças de gente madura.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Entendo que uma decisão judicial, tem de salvaguardar o seu núcleo primordial que é decidir a questão jurídica que para o caso, saber se é ou não justificado o despedimento, em razão do trabalhador estar alcoolizado em serviço.

No entanto, é absolutamente compreensível que o Magistrado, além do núcleo essencial de questões que se levantam, entenda deixar algum comentário ou nota pessoal, mesmo que este não se prenda directamente á matéria do trabalho. É compreensível visto que cada Juiz ao escrever uma decisão, está a fazê-lo incorporando o seu próprio pensamento. Um comentário ou nota, não me parece desajustado, ser for ele adequado ou oportuno.
Muito embora, neste caso é notório que as afirmações foram infelizes, e desadequadas. ("Vamos convir que o trabalho não é agradável”(...)"Note-se que, com álcool, o trabalhador pode esquecer as agruras da vida e empenhar-se muito mais a lançar frigoríficos sobre camiões, e por isso, na alegria da imensa diversidade da vida, o público servido até pode achar que aquele trabalhador alegre é muito produtivo e um excelente e rápido removedor de electrodomésticos”)

As afirmações terem sido infelizes e desadequadas não podem ou não devem ser, motivo de esquecimento relativamente ao primordial objectivo de uma questão judicial, que embora pouco sonante, foi cumprido.

1. Existiram no caso em apreço, meios de obtenção de prova nulos. A relação ao confirmar a sentença da primeira instância, reiterou por este acordada, que os resultados das análises ao sangue nunca poderiam ter sido usados pela entidade patronal sem autorização do trabalhador.

2. Ao contrário do que foi alegado pela entidade patronal, alegam ainda os juízes, que não existe na Greendays nenhuma norma que proíba o consumo de álcool em serviço. Por isso, no seu acórdão, os magistrados deixam um conselho à firma: que emita uma norma interna fixando o limite de álcool em 0,50 gramas por litro, “para evitar que os trabalhadores se despeçam todos em caso de tolerância zero”. Por muito absurdo que pareça, e sendo o processo civil um processo de partes, cabe ao Juiz(s) julgar de acordo com a (somente) matérias que as partes fazem chegar a tribunal.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
“Rapaz de 16 anos (Martin) destrói doutorada em directo no Prós&Contras da RTP”

São estes os títulos que ainda se notam por redes sociais da moda.
Já se passou imenso tempo, mas ainda pelo Facebook continuam os laivos deste nosso povo-romântico para o bem e para o mal. Adoram sê-lo.

O (quase) herói nacional Martin, foi ao programa Prós&Contras, falar de empreendedorismo e disse em resposta; “é melhor ganhar o salário mínimo do que estar desempregado”.

Foi fantástico! Foi a humilhação da verdade da boca de uma criança a superiorizar-se á teoria académica. Foi o bom senso da prática a evidenciar-se e a dobrar a intelectual que se julgava ‘espertinha’.
O Português adora. Adora mesmo. Foram palmas, rios de tinta, e medalhas no peito dos românticos.

Note-se, a questão da Dr.ª Raquel Varela, vem no sentido de demonstrar o quanto é miserável o ordenado mínimo nacional, e as dificuldades que uma pessoa que o aufira, sente.
Responder “é melhor ganhar o salário mínimo do que estar desempregado”, parece-me certamente uma verdade imperativa, mas é também mera matemática.

É tal como em exemplo foi dito; “É melhor comer uma carcaça de anteontem que não comer nada”. Ora bem, de facto.
A realidade, além do brilhantismo do Martin, é que no final das palma, se concorde que ter uma alimentação à base de carcaças de anteontem continua a ser miserável.
Se assim for, tudo bem.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
É preciso maturidade para entender que é da clivagem que surge a luz, mas por vezes, é preciso muita paciência para aceitar alguma dela.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
O culto da personalidade nunca leva a bom porto e eu, sinceramente, não sei quais os objetivos que, com esses métodos, o Vaticano pretende atingir. Uma coisa é motivar a adesão consciente a valores e a princípios de ação, outra - bem diferente - é fazer com que as pessoas se anulem como seres pensantes para seguirem irracionalmente um chefe.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Nos Companheiros de futebol, é talvez dos poucas situações onde dois homens amam a mesma “menina”, e não existe ciume.
Fábio, todos nós cometemos erros na vida, especialmente quando não estamos preparados para o que conquistamos. 

Sei que vais conseguir ultrapassar este momento, sei que mantens esse enorme coração, e sabes que não é perder que torna os sonhos impossíveis, é desistir!
Os apoios não servem só para tentar finalizar esses cruzamentos.

Grande abraço escola!










Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Este Presidente da República, não o é, senão um salvador do PSD. Entretanto chama o PS para que no desastre se possam apontar dedos, ao que este último, se não aceitar colaborar a titulo de última Ratio, ainda será apelidado de agente de obstrução á Salvação Nacional. No fim e por resultado de não aceitar esta brincadeira, ainda será o PS responsabilizado pelas politicas desastrosas deste executivo arrogante. Com todo o respeito, Tomem juízo.


Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Porky's Camden. Bbq food in north London. Great ribs, cocktails & cherry pie. Very casual with old school rock n roll playing in the background!



Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Só se fosse muito louco, estaria eu á espera de uma surpresa na posição do nosso Presidente da República. Aliás, tenho para mim que jamais em tempo algum, seria o Presidente da República, capaz de convocar eleições antecipadas. É uma incompatibilidade absoluta que vive dentro daquele esqueleto. É do fundo, entendem? Mesmo se o Governo se demitir um dia, creio que a expressão de “salvação nacional” ganhará uma nova dimensão, somente para recriar possíveis soluções que afastem novas eleições, ainda assim.
Mas, voltando ao inicio, não me surpreendeu de todo o conteúdo da sua posição, contudo, em muito me admirou a forma. Com a posição que o Presidente da República, confirmou hoje, deixou o Presidente da República de ser cúmplice desta politica devastadora, e passou a ser instigador de tal demolição. Obviamente que não se trata somente de uma alteração de terminologia, mas antes de uma responsabilidade de maior amplitude, com a figura do instigador. É ver na lei. Comparticipação. É disto que Cavaco Silva tomou hoje posse, instigador. Novo cargo, os meus parabéns, não outro o mereceu tanto.
Diz ainda, o nosso Presidente da República em tom revelador, que o Governo reúne actualmente a estabilidade política mais que necessária para a continuação do executivo. Não fosse eu ser uma batata, e faz-me alguma espécie essa conclusão. Se em primeira instância ‘o Governo está politicamente estável’, de seguida, afirma que o país necessita de um acordo a médio prazo com o PS. O Presidente da República, ao tentar agregar, o Partido Socialista no Governo, reconhece de imediato as fragilidades politicas do actual executivo, o que entra em contradição com a sua primeira afirmação. Outro aspecto interessante dentro do tema, é o Sr. Presidente da República apontar hoje como táctica imperativa para solução de algumas divergências (que afinal existem), a junção do PS ao Governo. Bem, se a memória não me falha, não foi assim há muito tempo que dois partidos (CDS e PSD), foram mais que suficientes para em conflito provocarem no país danos assombrosos. Não? A aposta do nosso Presidente da República, passa por lá colocar três. Eu não quero parecer negativista, mas acho que era de mérito absoluto que SE o Sr. Cavaco Silva, conseguir juntar os três partidos no governo, deveria o mesmo ser enviado para Israel só para acabar com aquele barulho chato na Palestina. É uma visão utilitária.
Eu lamento ter mais ainda para dizer, mas a legitimidade que a Constituição da República Portuguesa concerne ao Presidente da República, foi hoje um tanto contraditória com o facto de ter sido precisamente Aníbal Cavaco Silva, um agente preponderante no desencadear da crise politica de 2011, que/e por sua vez, hoje diz-nos que não deve haver uma crise politica, a meio de uma crise económica. Está certo, assim sim.
Eu sou um criativo. Enquanto vi Cavaco Silva a discursar, imaginava-o com um colete laranja, sim laranja, a esbracejar tão ao estilo de hospedeira de bordo, a explicar os procedimentos de emergência.
Foi sem dúvida um discurso lamentável em vários aspectos. Lamentável na forma como o conduziu, lamentável nas estiradas que teve, falando em exemplo, de ter chegado a hora da responsabilidade dos agentes políticos, quando deveria falar antes de uma RESPONSABILIZAÇÃO dos mesmos. Lamentável porque ao afirmar-lo, assume o péssimo trabalho do executivo até então. Hoje o Sr. Cavaco Silva, quis dar um murro na mesa, sem criticar nem apontar erros. Afinal se assim é, de onde surge o ímpeto de tal acção?
Lamentável, porque esperava tudo, menos ouvir um discurso na ordem do "Agora é que é Portugal”. São muitos os erros, e hoje temos um Presidente da República que já não o é.
Não talvez porque não queira, ou nem porque não saiba, mas certamente porque não consegue. Há patologias que podem ser controladas mas nunca melhoradas, e para o caso, há coisas que não mudam. O nosso Presidente da República já é sempre o último a saber das coisas.
Demitiu-se Paulo Portas, e não o avisaram.
Diz que o governo está estável, mas precisa do PS, não o avisaram do erro no discurso.
Hoje falou ao país e ninguém o avisou que era Presidente da República, vejam só.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Newer Posts
Older Posts

Autor

About Me

.: Timeo hominem unius libri :. Ridendo castigat mores :. Ne quid nimis .:

Redes Sociais

  • facebook
  • twitter
  • instagram
  • Google+
  • pinterest
  • youtube

Pesquisar neste blogue

Os seguidores

ASSINAR NEWSLETTER

Vizinhos de qualidade

  • Entre as brumas da memória
    Recordar é viver
    Há 2 horas
  • Aventar
    Bom natal, óptimo ano novo!
    Há 2 horas
  • Ladrões de Bicicletas
    Dead can Dance - The arrival and the reunion
    Há 2 horas
  • Delito de Opinião
    Todos os que ouviram se admiraram do que lhes disseram
    Há 3 horas
  • Visão de Mercado
    Feliz Natal, família Visão de Mercado!
    Há 4 horas
  • A Destreza das Dúvidas
    Postal de Natal tradicional
    Há 4 horas
  • A Estátua de Sal
    Bom Natal
    Há 4 horas
  • Aspirina B
    Cuidado, não enfies o sapato neste buraco negro
    Há 4 horas
  • Corta-fitas
    O milagre do Natal
    Há 5 horas
  • duas ou três coisas
    Festas felizes para todos
    Há 22 horas
  • Patologia Social
    Advogados! Directiva ECN+: prazo prorrogado
    Há 1 dia
  • Economia e Finanças
    Como pode a tecnologia ajudar na saúde da tesouraria de uma empresa?
    Há 1 dia
  • Da Literatura
    CONTO DE NATAL
    Há 1 dia
  • Malomil
    Alegrias (da Luisinha)
    Há 1 dia
  • BLASFÉMIAS
    Os beto-bimbos urbanos continuam a deixar rasto
    Há 2 dias
  • Às nove no meu blogue
    voltar a casa *
    Há 3 dias
  • O Insurgente
    Em Casa Onde Não Há Pão… Não Há Alternativa À Suborçamentação
    Há 3 dias
  • Causa Nossa
    SNS, 40 anos (20): A ideologia custa dinheiro
    Há 6 dias
  • Esquerda Republicana
    Baixar IVA da eletricidade: uma má medida social e ambientalmente
    Há 6 dias
  • A Terceira Noite
    A polémica equiparação fascismo-comunismo
    Há 1 semana
  • A Areia dos Dias
    O QUE NOS DIZEM OS NOVOS DADOS SOBRE A POBREZA MONETÁRIA PUBLICADOS PELO INE
    Há 2 semanas
  • bomba inteligente
    Diário outonal (3)
    Há 5 semanas
  • Geringonça
    Coerência Democrata Cristã
    Há 4 meses
  • um amor atrevido
    Há 10 meses
  • Pedras no Caminho
    CÂMARA DE ESPOSENDE ANUNCIA NA SUA PÁGINA DA INTERNET QUE SE ENCONTRA EM DISCUSSÃO PÚBLICA OS PROJECTOS DO PARU – PARTE II
    Há 1 ano
  • Verbo Jurídico
    A adopção: a identidade pessoal e genética
    Há 5 anos
  • Log into Facebook | Facebook

Blog Archive

Created with by ThemeXpose