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CrIvo de Almeida™

É fantástico o quanto apetitosa é a figura do Ivo mais a sua conta do Facebook. Começou por aparecer contas fictícias, fotografias ofensivas para caracterizar-me, e acabou (pensava eu) em 17 mensagens por dia a dizer que tinham tentado aceder á minha conta do Facebook, em vários pontos do país. Não acabou afinal. Hoje durante a tarde acederam á minha conta, colocaram textos, e falaram com 22 pessoas (Julgo eu), pelo chat do Facebook, fazendo-se passar por mim, e ofendendo as mesmas. O local de acesso á minha conta, segundo o email que recebi por parte da administração do Facebook, foi no Marquês de Pombal (Curiosamente). É oficial que não se deve deixar sessão alguma iniciada em computador algum, mesmo que seja num local que achamos ser só nosso, ou reservado a pessoas específicas. Parece que nem sempre é assim, e existem sempre seres pequenos nesta sociedade triste, que têm uma vida tal como são, insignificantes. Às pessoas que foram abordadas, penso já ter entrado em contacto com todas elas e pedido desculpas pelo incómodo, mas por aqui, reitero essas mesmas palavras de lamento pelo sucedido. Desculpem, e obrigado às quem me avisaram.

Tenho como hábito aproveitar (mesmo nos dramas) o que de melhor existe, ou o mínimo que se possa retirar, se assim preferirem. O que é certo, é que ao mesmo tempo que um atrasado mental navegava pelo meu Facebook, me alterava fotos, falava com contactos, colocava frases no meu perfil, retirei o desagrado (talvez normal) de um dos 5 textos que o anormal escreveu “Apesar de nunca terem jogado Monopólio, muitos judeus tiveram a Companhia do gás”. 

Os comentários diversos que lá apareceram, deram ainda de certa forma o pontapé de saída para um debate que me interessa muitíssimo, mesmo afinal, para além de não parecer meu, não ser realmente meu. Nem o texto, nem as fotos, nem as conversas no chat. Mas o debate interessante, passa directamente pelo tema dos limites do humor, o que achei fantástico. É óbvio que muitas pessoas sentem que não se deve fazer piadas a propósito de tudo, o que é precioso. Este grupo de pessoas, ainda que inconscientemente, acaba sempre por delimitar um conjunto de temas acerca dos quais não se tolera que se faça humor. Não sou humorista nem tenho especial piada alguma, mas arrisco-me a identificar Deus; Morte; Poder; Pátria; Religião; Clube de futebol; Sexo; Família; Partido político; Salazar, e a lista continua. Ao vasto conjunto de pessoas de considera que o humor tem os seus limites desenhados de forma intransponível, deixem-me recordar-vos as últimas palavras de Oscar Wilde, proferidas enquanto jazia no seu leito de morte. Limitou-se a olhar para o papel de parede com um padrão e cor de gosto duvidoso, e disse: “One of us has to go”. Uma graçola sobre papéis de parede? Antes do último suspiro? De facto. Isso chama-se sentido de humor.
Tal como explica POSSENTI, o Sírio, o humor nem sempre é progressista. O que caracteriza o humor é muito provavelmente o facto de que ele permite dizer alguma coisa mais ou menos proibida, mas não necessariamente crítica, no sentido corrente. Isto é, revolucionária, contrária aos costumes arraigados e prejudiciais. O humor pode ser extremamente reaccionário, quando é absorvido por alguém de visão veiculadora de preconceitos, caso em que acaba sendo contrário a costumes que são de alguma forma, bons ou pelo menos razoáveis e civilizados, como os tendentes ao igualitarismo, sem dúvida melhores que os seus contrários.
A inquietação gerada por esta nova senda de humor, (Humor Negro - O humor negro é um sub-género do humor que utiliza situações consideradas por muitos como de mau gosto ou politicamente incorrectas, preconceitouso  para fazer rir ou divertir o público menos susceptível, geralmente abordando etnias excessivamente vitimizadas pelo status quo ou por algum evento histórico que façam os outros grupos vê-los como supostas "vítimas" implicitamente), vem demonstrar que Portugal ainda tem muito do pensamento teológico do séc. XIV, e significa que todos gostam muito de rir, desde que seja do vizinho do lado. Todos nós apreciamos uma boa piada, mas alto lá se o político ouvir uma piada de políticos. O músico não gosta de piadas de música, os actores, e chegamos então às pessoas que identificam os assuntos proibidos, e então também não gostam. Não posso discordar por completo desta postura de não gostar de piadas, mas definitivamente não as divido pelo tema, mas antes pela sua oportunidade, ou sentido de oportunidade. Desconfio que antes de ousarmos rir de piada alheia, ou contar uma graçola que seja, deveríamos ter um sentido auto-critico/auto-jocoso, para então posteriormente não acontecer contar-mos uma piada sobre alguém, que quando esse alguém toca num assunto que coabita nos intocáveis, não levarmos a mal.
A semana passada, o carro que conduzia explodiu e ardeu em telheiras. Tínhamos saído do McDonalds, compramos uns cheesburguers, e lá sucedeu o infeliz acidente. Saímos do carro e assistimos ás chamas a consumirem-no. Das inúmeras palavras e imagens que me passavam pela mente naquele momento específico, abri a boca para dizer o seguinte: “Agora os hambúrgueres vão arrefecer, deixa passar o fogo, dás um calorzinho ali no capot”. Por outro lado, quando o telefonista do reboque me questionou por telefone de que cor era o carro, respondi “Depende, portanto temos branquinho de meio para trás, e pretinho de meio para a frente”. Não pretendo desta forma identificar-me com a piada que este cobarde colocou no meu perfil, até porque sou sincero em dizer que não tenho especial apreço por elaborar humor negro, ou vernáculo. Consumo todos eles, adoro ler Bocage,  mas é simplesmente uma questão de estilo, e sem dúvida que nenhum destes é o meu, se é que tenho algum para o humor. 

A realidade, é que este era um tema recorrente, que é abordado por milhares de humoristas, e eu sempre tive a vontade de expressar opinião sobre o mesmo, mas nunca o pretexto suficiente para o fazer.
Sem gostar especialmente de humor negro, talvez me inclua (ainda que com reservas) no grupo de pessoas que pensa ser admissível fazer humor a propósito de todos os temas, discordando do “respeitinho” porque "disto não se deve falar". Talvez não deva, mas se assim for, que o filtro seja o sentido de oportunidade, e não o tema em si. 

Tenho de facto alguma resistência á frase “Não se brinca com coisas sérias”. Saliento que as coisas ditas sérias são também elas susceptíveis do olhar do humor, visto que com coisas não sérias, não faz muito sentido brincar, porque –elas já são a brincar. 
Segundo, e a mais importante, porque entendo que uma das virtudes do humor, é precisamente retirar peso às coisas sérias. Torná-las mais leves, mais fáceis de entender e muitas vezes suportar. Quando assim é, tornam-se mais humanas.
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Há uns anos um ditador disse que "Portugal não está preparado para uma democracia" Hoje confirmou-se.
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Isto de discutir o amor é absolutamente fantástico. Como é isso possível?
O amor é demasiado importante para ser discutido. 

Ainda assim, há cada vez um maior número de pessoas que tendem a ter conversas sérias sobre o amor. Todos sabem falar do amor, e fazem-no de uma forma absolutamente improvável de estarem errados. 
Já sei que existem por aí uns seres geneticamente superiores a mim, e dizem assim: “Amo-a muito, mas sei ver as coisas Ivo”. Ultrapassa-me por completo!
O descontrolo é tanto, que me atrevo a dizer que ou bem que se ama, ou bem que se sabe ver as coisas. Eu não sei ver coisas nenhuma, até porque se é para ser adulto e ponderado, dedico-me á agropecuária. O amor não é para isso gente.
Não procuro nada, mas no dia em que tropeçar em alguém, espero que seja “uma alguém” descontrolada. Não é tanto o tropeção dos programas complexos a dois, os dias de música, beijos e sonhos. Nem mesmo o pôr-do-sol a cantar para eles, ou aquelas fotografias fantásticas nos quatro cantos do mundo. É somente todo e cada gesto que involuntariamente os dois eram um. A banalidade da mão dada enquanto ele a conduz á noite, ou a festa na cara doce e meiga para não a acordar a meio do sono.
Não quero esbarrar na politicamente correcta, ou a diplomática do amor. Preciso de alguém com medo, alguém com medo de me perder, na precisa medida do meu terror ao adeus.
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En Cataluña no aprecian muchos tribunales. El Constitucional entonces ...
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Faz hoje 27 anos que os meus super-pais de casaram.
27 anos é realmente muito tempo. Passa-se por acidentes, operações, e até filhos. Há quem viva tão menos que isso. Na realidade, 27 anos são uma vida, e uma vida repleta de uma causa nobre quando é passado ao lado de quem se ama, quando é passado para quem se ama. Uma entrega definitiva, uma tatuagem na alma, bem cravada até às veias. 27 Anos de união, é mais que uma história linda de amor, pois nos dias que correm é mesmo uma rara linda história de amor. 27 Anos, são a fiável cooperativa de ensino, reconhecida universalmente, que torna as partes em sofisticados Auto psicólogos, hetero-psicólogos, capacitados de medir tudo, apenas olhando. Não existem 27 anos porque sim, ou porque parece bem, ou porque tem de ser.
De 27 anos, retira-se ilações, lições e teses complexas, capazes de cilindrar o mais sábio dos filósofos. 27 Anos de coabitação, implica sacrifícios, provas e dilemas. Dilemas esses que normalmente acabam em mais sacrifícios. Simbiose de almas, simbiose de espíritos, sorrindo camufladamente com a certeza de serem um.
Parabéns, e obrigado por tudo.
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O maior incompetente é o Tempo, esse inútil. Eu fiz o meu trabalho, juro que fiz. Virei costas e zarpei no sentido oposto, disparei para longe e fi-lo a voar para não cair na tentação de voltar atrás pelas pegadas. Dormi todos os dias de phones, para calar as mil vozes revoltadas na cabeça, e assim não prestar atenção a nenhuma delas. Tentei esquecer lembrando-me de mim, lutei contra o silêncio e contra o som, contra aquelas músicas todas, e até me afastei do mundo porque ouvi dizer que ela andava por lá. Fiz o meu trabalho, juro que fiz.
O tempo, esse malfadado tempo, que tirou folga do Ivo, não passa. Não passa de passar mesmo, e não é para mim o requintado antibiótico que para todos costuma ser, apaziguador das tormentas, entregas ao domicílio de sorrisos. Para mim, esqueceu certamente a morada. Tempo, seu ignorante, nada mais és que um mito, um mito que deveria secar todas as lágrimas e fortalecer o espirito, devia aos poucos deixar-me dormir, e acima de tudo fazer-se sentir no meu corpo, na minha pele. Tiveste autorização para tudo, e a ordem era passares por aqui, dares-me a mão e levares-me contigo. Queria lá eu saber para onde. Levares-me simplesmente. Nada. Preferiste alardeares-te mais um pouco aos ouvidos dos ingénuos a prometer que curavas tudo. Que trabalho fácil essa tua difusão de mentiras. Não só não curas tudo, como pior, deixas os que em ti acreditaram á espera, mortificando e amargando quase com gosto, simplesmente por acharem que valia a pena esperar por ti Tempo.
Desisto de ti e da tua doutrina, sua amostra de solução. Tu nem és o verdadeiro Tempo, és só uma amostra, um protótipo desprezível que tem cotas em atraso no sindicado das fraudes. És o genérico do Tempo que cura de verdade, daquele Tempo que ajuda, aquele que cura feridas por muito grandes que sejam. Esse por quem te fazes passar, ainda não existe.
Eu desisto é de ti, não de mim, e aqui entre nós te digo, eu hei-de inventá-lo!
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Vítor Gaspar já nos habituou às suas investidas disparatadas. Ele erra, divaga, vagabundeia, em insultos, falsidades, atrocidades, dislates, alucinações; mas o que disse hoje em resposta á deputada Ana Drago, relativamente a não ter sido eleito, (na desesperada tentativa de se afastar do comportamento demérito dos paupérrimos ministros do governo) foi (Finalmente) absolutamente verdade.
Mas já que começamos esta senda de discurso verdadeiro, vou eu concluir o que Vítor Gaspar não foi capaz.
Se é verdade que Vítor Gaspar não foi eleito, é certo para mim que o governo de que ele faz parte, também não foi. Não foi este governo, não foi esta governação, nem este programa que os Portugueses sufragaram.
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Hoje faço um assolapado elogio á amizade pura, amizade de histórias e amizade de vida. Reivindico os valores ancestrais e fora de moda, apresento o meu rol para a defesa impiedosa desta minha condição de revoltado. Sim, hoje sou o carrasco da vossa modernidade, dessas vossas amizades do futuro e digo-vos já, vão perder. Não sei quantos são, mas juntos são débeis, modernos são fracos. Amizade de contrato, de arrendamento, de compra e venda e de palmadinhas nas costas. Contrato crime ou criminosamente de oportunidade. Oportunistas dos sentimentos, cumprimentam-se hoje com troca de olhares, choram uns por outros sem nunca amar. A vossa amizade foi vendida á era dos pantufinhas, daqueles que fazem pouco barulho, e o ruído, esse fica guardado para a ostentação dos conhecidos amigos ocos, de agora, de hoje, de pouco mais que isso. Acabou-se ou perdeu-se em lugar incerto os 'escolas' da luta, dos amigos irmãos, dos irmãos amigos, dos irmãos irmãos. Os velhos do Restelo  dos onde o nojo não pega e o riso aparece só depois da lágrima. Procurem-nos de novo, façam-no por mim, façam-no para não serem tão miseráveis. Façam para o tempo voltar a perder contra a amizade, para num jogo de postura, não ter a mínima hipótese de voltar a falar. Todos sabem explicar a amizade, todos em fugaz estupidez quanto mais falarem, mais estão engrenados no zoo dos leais, no jogo das ilusões. Amizade nada tem a ver com ilusões, ou tanto quanto o amor com o clima de amanhã que chove. Amizade falada, amizade explicada? Calem-se e baixem olhos de vergonha, amizade tal como amor, não é para entender, como falar? Sentir! É sinal de amizade não perceber, querer sem guardar qualquer esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado do que quem vive feliz. Nada menos que isto, e agora, profissionais da amizade moderna, técnicos da piscadela de olho, discutam e expliquem a amizade, Imbecis.

PS: Bem sei que este texto foi publicado em Janeiro deste ano no IAB. No entanto, faz hoje (particularmente) todo o sentido relembra-lo; e por essa razão, aqui fica o mesmo na esperança de que seja lido por quem hoje me fez recorda-lo.
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Faz hoje 130 anos que partiu Manet. Mas ficou como um dos mais extraordinários criadores do séc. XIX. Quando o vi pela primeira vez percebi que é possível pintar a alma. Tinha de deixar por aqui este apontamento.
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“Jamais se nutre sentimento mais sincero, que aquele pela condutora do lado numa fila de trânsito”. Isto é universalmente certeiro, acreditem em mim porque ao meu lado, o professor Bambo é um amador que não adivinha um incêndio nem quando as chamas lhe estão a tostar o rabo. Na condução a caminho de casa, existe a folia do dia terminado, e lá vamos nós, sem imaginar que em menos de 1 km vamos estar paradinhos na fila da 25 de Abril em hora de ponta. E não é uma fila qualquer, é daquelas filas em que os condutores que avançam em sentido contrário já olham para mim com pena. É precisamente nesta altura que o rádio grita como nunca antes, “Trânsito lento nas saídas de Lisboa...” Lento? Isto está parado! “...nomeadamente a evitar os acessos á Ponte 25 de Abril, com atrasos de 45 a 60 minutos” Ainda bem que avisaste a tempo, boi! Enquanto ralhamos com a nossa má sorte, somos obervados por outros condutores que pouco mais têm de fazer senão olhar para as nossas esquizofrenias. No meio destes voyeurs de rodas, está lá uma loira, sozinha, de vidros abertos, a ouvir BonJovi, que mesmo nesta situação consegue ter um sorriso na cara como se esta fila fosse um golo do Benfica. Dentro dos carros, ganhamos aquela confiança de não desviar o olhar sempre que o cruzamos com outro, e deste modo torna-se inevitável não ver naquela loira as nossas dores e lamentos de trânsito. Sentir que alguém nos compreende desde logo, sem palavras, sem contacto, é algo que só nas filas de trânsito acontece. Tenho para mim que se a vida fossem filas de trânsito não haveria encalhados no mundo, nem o vaticano deixaria os padres conduzir.
Logo de seguida ouvimos uma buzina que diz “Tira os olhos da moça e anda com a lata velha para a frente oh atrasado!”, e lá vamos nós, trocando o ponto azul do GPS pelo amarelo da menina.
Quanto a mim, boas notícias. A mulher da minha vida, será tudo menos claustrofóbica. 

Vou ver se há filas de trânsito para os lados de Curitiba.
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Quando um rapaz como eu julga que tem a noite estragada, o Barcelona aparece e salva-o! Estava tudo a correr ligeiramente mal, mas aparece o Barcelona e levou 4 golos que é um alívio, e viva o Barcelona. É que até se dorme melhor e tudo.
Eu tenho para mim que o jogo de hoje entre o Bayern Munchen e o Barcelona (Já não consigo fazer isto sem rir), não foi bem um jogo. Aquilo foi sobretudo falta de educação. Receber as pessoas na própria casa, que ainda por cima são simpáticas e Espanholas, colocar a bola no chão e depois ensinar a melhor equipa do mundo a jogar futebol, metendo a bolinha das estrelas nas redes, e assim quatro vezes – não é futebol, é crueldade.
E o que dizer da disponibilidade física do Robben? Aquilo é fazer pouco! É que parece mesmo aquelas regras que nós putos inventávamos para equilibrar o jogo «Como vocês são fraquinhos, nós só podemos ganhar se for por mais de 3». 

E assim foi! (Ainda me estou a rir)
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É real, e não foi inventada por mim. 
Essa influência catastrófica vem desde o primeiro livro de Moisés – Génesis – e desse modo remete-nos para antes do nascimento de JESUS, pouco depois da criação da terra. Um paraíso visto daqui, porque Vítor Gaspar sendo pó, parece-me poético. 
Nesse tempo ADÃO andava sozinho na terra, tendo este sido criado para lavrar, guardar e dar nomes aos animais do planeta. Desde logo se coloca o homem a trabalhar arduamente sem fato nem gravata (Façam atenção nisto, e informem a nossa classe politica). Após longos campos de cultivo, Deus apercebeu-se então que ADÃO estava sozinho, e fez a EVA. Aqui é que a coisa mudou, e deu-se oportunidade para o nascimento do Vítor Gaspar, Relvas, Passos Coelho, e Sócrates. (Génesis 2.18-25) Eu sei que eles só iriam nascer milhares de anos depois, mas só essa possibilidade já era intimidadora na altura.
DEUS no princípio criou os céus e a terra, o mar e o ar, os animais e as árvores, assim como todas as condições á sobrevivência e multiplicação do homem. Mas a EVA não, não desta forma, e porquê? Digam-me a verdade, por uma costela não queriam milagres pois não? Foi o que se arranjou.
Ao ser criada, ADÃO olhou para EVA e comentou “ESTA, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne; chamar-se-á varoa, porquanto do varão foi tomada”. (Gn 2.23) Sabe-se então o porquê de EVA ter sido criada da costela de ADÃO, e não do barro.
É que EVA não foi criada para ralhar com ADÃO, ou para gritar ao ADÃO que está farta de futebol; que ADÃO tinha deixado a tampa da sanita levantada, ou mesmo para obrigar ADÃO a comprar sapatos de salto alto e oferecer-lhe. Nada disso. 

EVA foi criada, para ser companheira de ADÃO, estando ao seu lado e auxiliando-O em todas as situações.
Deste modo, a cumplicidade entre ADÃO e EVA era tão forte e verdadeira que ADÃO se deixou enganar.
ADÃO que até então sempre levara uma vida santa, baseada na confiança deixou finalmente EVA tomar as rédeas da situação, e confiando nela plenamente, nem a indagou quando esta lhe ofereceu uma peça de fruta que DEUS tinha proibido. (Sim, foi EVA que tentou e ofereceu a ADÃO a maçã – Gn 3.6). Ele simplesmente aceitou. 

EVA podia ter pedido que ADÃO escrevesse “ADÃO Love EVA” na árvore do conhecimento, podia ter-lhe até dado um Iphone, mas envés disso, ofereceu-lhe o fruto proibido. Está bem.
Caíram no pecado juntos, e conheceram o bem e o mal. Começaram a ver-se nus, e a ter um olhar diferente um sobre o outro. 

ADÃO fez-se amigo de EVA no Facebook, e ao fim de uns ‘Likes’, já andavam a esconder-se de DEUS. Apagaram comentários, mas DEUS, a quem nada escapou, fez print-screen, e chamou-OS (Gn 3.8).
Conclusão; deste pequeno texto, podemos então compreender que ADÃO e EVA são não somente um exemplo de companheirismo, mas acima de tudo a demonstração empírica do poder de persuasão da mulher, e da submissão que obriga ao homem.
O que a mim me parece é que se a mulher tivesse sido criada para influenciar nas decisões do marido, talvez DEUS a tivesse criado juntamente com ADÃO, para o ajudar a dar os nomes aos animais da terra, e não somente para O tirar da solidão nos jardins do Éden. Para isso, um Mp3 chegava.
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Para os adeptos de futebol em geral, Sportiguistas em particular;

"O tamanho do objeto que se carrega é proporcional à comichão no nariz".
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Acabaram os 90 minutos que mais nervos me fizeram ter. O Benfica ganhou 2-0 ao Sporting, e fica assim muito mais próximo de validar o título de campeão nacional. Arbitragens aparte, ganhou a melhor equipa, é para mim justo comentar que já se vê muito de Jesualdo Ferreira naquele Sporting. Por outro lado, faz-me uma certa confusão ver o Bruma, o Ilori e o André Martins a jogarem da forma fantástica que fizeram, e o Sporting a gastar 14 Milhões em Bonjinov, e Elias. Da mesma forma, é também justo falar do segundo golo do Benfica, marcado por Gaitan e Lima. Quem joga ou jogou futebol, entende perfeitamente que aquele golo não acontece por acaso. Só por rara magia divina se constrói uma jogada daquelas. Parabéns ao Sporting pelo imenso jogo que fez. Parabéns ao meu Benfica, faltam só mais 5 desafios, onde o último é o Marquês.
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A paz sem voz não é paz, mas talvez medo. No entanto uma voz sem cara não é razão, é COBARDIA!
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Há horas que passam em minutos, e segundos que valem uma vida.






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Neste momento está a dar na Tvi um episódio do Inspector Max, onde tentam capturar um Skinhead chamado Adolfo Hilário.
O Inspector Max é mesmo fantástico. Resultado disso é só no tempo de vir aqui escrever isto, e já começou a passar uma cena em que capturaram um terrorista em Boston. O cão ainda agora estava na PJ de Setubal e entretanto já capturou um Russo na América. Não me canso, fantástico este Max!
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A busca da felicidade é desumana, e até Dalai Lama (14º) escreveu sobre esse esforço inócuo. Hoje, passados imensos anos de tal sapiência, ainda acrescento que ninguém quer ser feliz pelos motivos certos.
Fantástico eu sei, dois erros só numa frase, não me agoira grande texto mas assim como assim, é mais um desafogo.
Existe hoje a vontade frenética da perfeição, do resultado histórico, do tropeçar na simbiose perfeita, e ser o mais feliz do mundo. O coração grita por um lugar ao sol todos os dias, e como é cada um de nós que o atura, é mesmo melhor dar-lhe quanto antes. Nada menos que uma coroa, nada menos que um castelo. Essa história de o construir a dois, pedra a pedra, é para trolhas, e por isso mais vale investir na prospeção de mercado que perder tempo em obras. Vai no fim, ainda alguém a embarga. Os diamantes brutos são para vender a peso, e depois logo se arranja aquele fio que é mesmo a nossa cara.
Tenho para mim, que nesse raciocínio perro, há paradigmas que lhes escapam. Ainda não entenderam que a minha perfeição é diferente da tua, e ambas se constroem, ou não serão elas nossas, nem sequer perfeitas. Sejam descartáveis com a sopa, ou com as máquinas fotográficas. Não com as pessoas.
O que mais valoro nos génios é a sua capacidade de ser intemporal, e Dalai Lama foi inquestionavelmente de uma grandeza ímpar nesse sentido. Do despautério todo que acima referi, o Profeta termina o meu texto como o que mais o surpreendia; ‘o homem perder a saúde para juntar dinheiro, e depois, perder o dinheiro para recuperar a saúde’.
A lógica continua a mesma, seja em assuntos profundos a que Dalai Lama se referiu, quer em caprichos como eu escrevi.
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Não foi há muito tempo que usei a seguinte frase: ”…ainda estamos num país, em que para boa parte do mesmo, uma notícia sensacionalista, valerá sempre muito mais que um acórdão judicial”, mas afinal não é necessário nenhuma notícia sensacionalista; o desrespeito pelos tribunais materializa-se só porque sim. Coloque-se as questões deste modo;
- A República Portuguesa é um estado de direito democrático – Artigo 2º da CRP.
Uma das características de um estado de direito, é que as decisões dos tribunais são obrigatórias, e prevalecem sobre a toda e qualquer outra autoridade. Isto também não sou eu que digo, é o Artigo 205/2º da CRP. Toda a atitude que seja contrária a uma decisão de um tribunal, é uma afronta ao mesmo. (Como este exemplo). 

As conclusões a retirar desta situação, assim como a postura do PM em relação ao acórdão do TC, é no mínimo uma irreverência desrespeitosa que não fica bem a muita gente, e piora quando é o Primeiro-Ministro de um país. Um tribunal jamais poderá ser um adversário político, muito menos um bode expiatório de um mau resultado. O poder judicial não tem, nem pode ser subsidiário do poder político, mas antes um órgão norteador dos limites a implementar. (Estado de direito)
Já as nomeações dos Juízes do TC, não são para mim uma grande separação e interdependência de poderes, quando mais esta clara tentativa de desjudicialização dos tribunais, tentando politizar a todo o custo. Absolutamente contra.

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Facebook é incompatível com o amor. Sei que é radical a afirmação, mas infelizmente milhares de encalhados espalhados pelo mundo a apoiam. A sociedade vai sofrendo as metamorfoses normais da evolução, o chato é que essa modernidade glorifica a tecnologia prejudicando as relações. A culpa não é dele, nem dela. A culpa é do ‘like’, a culpa é da tal amiga do primeiro beijo que reapareceu, «tem cara de vaca, não tem?», a culpa é do rapaz que nunca mais a viu, e fala agora ao fim de 2 anos, como se ontem tivessem a chorar no ombro um do outro. Quem ama tem receio de perder, e é saudável se ficar por aqui. Não fica!
Não é que o planeta seja feito de egoístas, mas ter de partilhar a nossa cara-metade com 5.000 novos amigos, é um exercício que vai crescendo como lava, e a erupção surge um dia. «Não é que tenhas culpa amor, eles é que se esticam».
Se é verdade que bonitas relações começaram na rede social da moda, vos garanto que milhares delas são hoje só mudanças de estado (Por sinal com inúmeros Likes- vai-se lá entender). A linha é ténue e façam atenção a esse Facebook, pois é «Bullying cibernético» que esse Mark Zuckerber nos ofereceu.
O facebook foi aquele menino que tirou apontamentos do Hi5, a cor do Myspace e nasceu ainda mais forte na sua missão assolapada de dizimar os pombinhos. Corro o sério risco de me apaixonar pela primeira moçoila que no dia que ia abrir a conta de facebook, preferiu comer uma maçã.
Nesse dia, serei que nem Adão a trincar o fruto proibido da árvore da ciência.




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"CHIPRADO": adjectivo.
- Significado: que foi objecto de roubo, furtado, afanado, subtraído sem consentimento.
- Sinónimos: roubado, gamado, entroikado, depenado
- Utilizações célebres: sherife de Notingham, FMI, Goldman Sachs 

- Conjugações como verbo: eu chipro, tu chipras, o Gaspar chipra, nós no governo chipramos, vós na troika chiprais, eles na Alemanha chipram
- Conjugações comuns no Sul da Europa: eu sou chiprado, tu és chiprado, ele é chiprado.
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Soltaram-se as feras às novas que dão certo o acordo entre José Sócrates e a RTP. De ultraje a traição social, todas as injúrias, calúnias e difamações são válidas para apelidar a medida da RTP. Já se perdoa os Reality Shows e as demais ferramentas vocacionadas ao público que existe no país; agora José Sócrates, foi o rebenta-a-bolha de já 20.000 cidadãos que trataram de assinar uma petição que se intitula de “Não queremos José Sócrates como comentador da RTP”, e fazem questão de alcançar as 40.000 assinaturas para que a mesma seja discutida em plenário da AR. As feras são tremendamente revoltadas, imaginam-se astutamente politizadas, e admitem que a acção a ter é esta. Pois bem, é de todo aquilo que chamo incompatibilidade lógica. Nesta assolapada senda de criar petições para que a AR as discuta, em conversa sobre o tema propus como signatário elaborar a “Petição contra os pêlos no peito”, e outra ainda que não ouso colocar o título, pois temo a passagem de brinquedos pré-escolares por estas paragens. Não obstante a ser um disparate esta dita “actividade política” em forma de petição, faria muito melhor a todos nós, que a “actividade politica” não fosse manifestamente resultante numa abstenção de 70% nas últimas eleições. Mas as feras escolhem demonstrar a sua politização em Petições, que porventura nos tempos que correm, como os nossos políticos pouco mais têm de fazer e pensar, vão colocar uma AR inteira a esmiuçar um comentador da RTP. Faz bastante sentido, até porque me parece que um país não pode crescer economicamente, sem discussões políticas desta magnitude. Muito bem.
Outro lado da eloquente petição pública, passa por tentar fazer entender que em regra as leis existem para regular uma sociedade. Neste sentido surgem as minhas reservas para com essa petição, sendo que seria mais institucional começarem por lançar o assunto junto daquilo que foi criado para o efeito. Se para beber água costumo ir ao frigorífico, porque hei-de eu lutar contra uma almofada por ela não me matar a sede? As boas noticias aqui, é que a almofada nunca me vai servir água, e por outro lado a ERC- (Entidade Reguladora para a Comunicação Social), é a entidade competente e legitima para o efeito a que se querem propor, fazendo desta forma a actividade para a qual foi concebida. É astuto este espirito reivindicativo, politizando a vida de todos e mais alguns, mas só para que não se magoem nas investidas, vamos lá apontar para o sítio certo.

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Era este o título da notícia, e eu sinceramente, encontro-me com muita dificuldade em compreender estas orientações. O apuramento da culpa, cabe em exclusivo ao tribunal e a sua comunicação de ilegalidades é obrigatória. Os funcionários públicos e inspectores estão obrigados a denunciar a prática de um crime, se tomarem conhecimento dele. A questão é, qual é a margem para comunicar esse crime, está certo. Mas não cabe ao funcionário fazer essa classificação. Cabe sim ao MP fazer a investigação. Não de todo é aceitável que um organismo do Estado faça uma interpretação sofisticada desse dever para decidir se deve haver participação ou não. Esta restrição, está a violar directamente o dever de denúncia. Mas que se anda a passar com estas leis?
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E eu que sempre pensei serem os Tribunais órgãos do Estado que administram a Jusdftiça em nome do povo...(cito Artigo 202.° da CRP), mas depois veio esta "moda" da desjurisdicionalização, com julgados de paz, solicitadores/agentes de execução, inventários nos notários e nas conservatórias, mediações penais, Etc.

Senhora Ministra da justiça, fica aqui algumas propostas á escassa criatividade
- Balcão Nacional das Reivindicações e Demarcações;
- Balcão Nacional dos Procedimentos Cautelares; - Balcão Nacional da Família e Menores;
- Balcão Nacional dos Crimes Rodoviários;
- Balcão Nacional das Injúrias, Difamações, Ameaças, Ofensas à Integridade Física e Quejandas;
- Balcão Nacional da Execução de Penas.

E já agora, tudo a funcionar em moldes semelhantes ao processo de injunção ou acção executiva com agentes de execução (como o balcão da execução de penas).
Claro que, no caso dos procedimentos cautelares, era só apresentar o requerimento para aposição da choca.
É o Futuro, caros concidadãos, muito rápido e eficaz! Só não compreendo por que razão não se parte (rectius, partiu) do que já existe (rectius, existia), os Tribunais, dotando-os dos meios necessários e adequados para que a Justiça se faça por quem a deve fazer.
Precisamente os Tribunais.
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Em tempos que a soberania de um país significa tanto para os governantes, como o meu báton para o cieiro, por dinheiro os nossos políticos até mãe enrolada á bandeira nacional venderiam se assim necessário. Foram as pescas, a agricultura, desde a TAP á EDP, com ANA’s pelo caminho tudo vai a seu tempo, chegando ao cúmulo de se vender a própria língua, com acordos ridículos. Hoje ninguém compreende mais do que se passa á superfície, e esta visão modernamente errada, cria os seus danos de profundidade impensável para uma recuperação breve. Esta política bate em todas as campaínhas, e chega a portas que seria impensável também elas contribuírem para esta onda de mudanças radicais, onde não interessa mais que meios se usa, que direitos ou garantias se violam. É a justiça também utilizada para aproveitar às novas medidas. As alterações legislativas podem ser medidas importantes para se aproximar a lei da sua eficácia prática, para se fazer com que a lei seja mutável ao ponto de acompanhar as mudanças também existentes na sociedade actual. Não é de todo o que acontece. Leis importantes criadas por grandes legisladores, em que os seus nomes ficarão para sempre salientes como grandes mentes do direito, da lei, e da justiça em Portugal, são hoje banalizadas. São hoje insultadas no seu núcleo, porque hoje, não são legisladores que a escrevem, mas políticos! Sim políticos que as alteram, sem sequer terem a prudência de estudar o seu factor histórico, a sua aplicabilidade, e/ou os seus efeitos na sociedade. Que nem políticos que promovem as novas reformas, são estas armas letais para responder aos interesses dos mesmos, e não mais á posição e situação actual que a sociedade. Deveria ser somente para esta, que a lei se altera. As reformas civis, penais, (as tentativas das constitucionais), são alteradas para atender a um momento de actualidade fugaz, indo ao encontro de interesses momentâneos. Amanhã, amanhã logo se vê, mas em princípio, o próximo governo que a altere novamente. Não deveria ser necessário relembrar que são as leis que regulam um país, que regulam um povo, que equilibram, e surgem para auxiliar quando o desequilíbrio toma conta de alguma forma. Aprovar diplomas, revogar leis, aprovar propostas legislativas em momento de desequilíbrio total, parece-me continuar o exercício de andar no trapézio, só que desta vez, sem a rede de segurança. Tenham cuidado! A lei não foi criada para ser alterada por políticos, mas antes por legisladores com o espirito de dever para com a sociedade.
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Quando dizem que a Analfabetização é o maior flagelo da sociedade estagnada, eu não posso concordar. A oligofrenia, é sem dúvida o mais recorrente!
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A inteligência não se pensa que se tem. Quem o faz, pouca usa. Aplica-se somente.
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Não sei o que mais brilhava. Se esses olhos azuis cor do pacifico nos filmes, ou a saliva a escorrer nos cantos da boca de sorriso descontrolado. ‘Artur concentra-te’, disseram-te quando olhaste para mim perdendo-te nos passos. Olhaste para os pés, para confirmar se ainda lá estavam, e então depois retomaste a marcha lenta e dolorosa. Observar-te na luta diária, fez-me desejar que pudesses responder a todas as pessoas que te chamavam ‘coitadinho’, todas aquelas que desistem, todas aquelas que julgam ter problemas, todas aquelas que choram a sua má sorte na vida, todas elas, elas que gritam desenfreadas no trânsito que ‘O dia não lhes está a correr bem’. Nada respondeste, não podias ou não querias, mas não o fizeste. Passaram 20 minutos, e voltavas tu resistente de 5 metros de chão, a demonstrar essa tua luta contra o piso que fugia. Desta vez notei que respondias a todas e a cada uma pessoa. Por quem passavas, olhavas nos olhos de sorriso descontrolado. A mensagem surgiu-me distorcida mas tornando-se clara aos poucos, cantando que ainda era tão cedo para querer parar. A cada um de nós, escreveste na planície que queres parar mas não assim, explicaste que a luz que todos víamos partia de ti, e que um dia de chuva pode bem ser mil estradas de vidro, bonitas e únicas como nunca outras. Deixaste como ponto final, “O mundo não compreende mais do que está á superfície”. Afinal, respondeste mesmo.

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O Sporting podia perder o campeonato apenas no Natal, mas optou pelos duodécimos, e perde em todas as jornadas.
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Hoje desenhei-te durante a noite. Lá estava eu semi-curvado á luz de uma lareira. Lareira das antigas, com chamas rugosas de tão gastas. De lápis a carvão, desenhava á luz de ondas que bailavam nas paredes, dançando a uma música só delas, lenta. Caprichei nos teus traços e feições, formas e contornos. Desenhei-te com minucia só para te poder apagar de seguida. De jeito atabalhoado para o desenho, tentava á pressa fazer-te nascer no maior dos mistérios sem produzir o mínimo som, não fosses tu acordar, e saltares da folha só para me abraçar. Não. Quando terminei, afastei-me da folha para te observar em conjunto, mas não parecias tu. Talvez nem fosses. Não te fiz renascer, nem me perguntaste como estou. Não me lançaste o teu olhar inquisitório, como quem observa a criança que fez asneira. A nada tive direito. Já em dança com as chamas, dobravas-te de dor, sangrando em cinza grafite, que te escorria que nem lágrimas pelo rosto de ninguém, desenhado. Podia jurar que a ouvia chorar em fogo, mas era malfadada ilusão, que de riso sádico se grisava com aquela dor. Afinal, esta noite eu não te fiz renascer.

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A morosidade da justiça portuguesa é de todos os factores possivelmente criticáveis, aquele mais apetitoso. Faz bastante sentido, quando na prática é precisamente este que é mais difícil de digerir, compreender, e aceitar. Várias são as prespectivas públicas no sentido de dar uma explicação que condene os responsáveis por tal maleita. As diferentes visões sobre o tema, abrem hostes para várias dissertações, inúmeros artigos jornalísticos, e infindos programas de televisão munidos de convidados especialistas. Nesta extensa panóplia de discussões, as palavras incriminatórias são dirigidas aos demais intervenientes da justiça. Desde os OPC’s, MP, Advogados, Magistrados, terminando nos Juízes, todos vão sentindo esse escárnio público. Nesta barca de remadores da justiça, é perfeitamente lógico agregar-se ainda os laboratórios de polícia científica, assim como outros. Não faltam alvos para se disparar, mas é certo que acima deste vasto campo de tiro, pede-se prudência de raciocínio na análise, e especialmente prudência no dedo que aponta. Julgo que seria propositado explorar os agentes enunciados, não tentando desde logo a busca de responsabilidade una e imperativa resultado de uma incompetência generalizada, mas antes numa visão estratega na observação de pontos comuns. A Lei e a aplicação da lei. Todos os intervenientes supracitados têm em comum a subordinação á lei, e posteriormente no discorrer do seu trabalho, a aplicação da mesma. Não obstante ao contributo que cada um deles pode dar para a morosidade na justiça, é nesta forma que as peças no tabuleiro permitem que, se identifique a lei, como factor principal de tal morosidade. A burocracia existente na lei vigente, é de uma violência que fica completamente estagnada pelas mil e uma hipóteses que os códigos processuais oferecem. É facto que na dependência legislativa, a atenção não pode recair na exclusiva descoberta da verdade material, sem oferecer as garantias essenciais a um estado democrático que a prossecução da verdade formal concerne. No entanto, esta segunda deve estabelecer-se com carácter de complementaridade, e não de forma alguma, oferecendo soluções que vão obstipando os tribunais, fazendo-os esquecer que o principio da investigação por completo. No processo penal recorre-se de uma decisão que indeferiu uma reclamação que contestava um despacho que indeferiu um pedido de aclaração que visava retardar o trânsito em julgado de um acórdão que condenava em pena de prisão, na sequência de um recurso interposto de uma decisão irrecorrível que indeferia uma arguição de nulidade de um despacho que indeferiu um pedido de aclaração que visava aclarar o que era claro, na sequência da improcedência de um recurso que se seguia a cinco arguições de nulidades que visavam retardar o trânsito em julgado de uma sentença que..... (balão de oxigénio). E é isto. Se estas garantias formais são necessárias á descoberta da verdade material; talvez sejam, mas mitigadamente. Mas se as colocarmos numa avaliação de Garantia Vs Justiça, talvez o resultado não seja nos dias de hoje o mais positivo. Por exemplo, acrescento que para mim este processo sobreviveria perfeitamente sem a fase de instrução. Actualmente não é esta uma fase que visa a comprovação judicial da decisão de deduzir acusação ou de arquivar um inquérito em ordem a submeter ou não a causa a julgamento. É uma espécie de recurso do inquérito, que se servem dela para arrastar o processo. Está estatisticamente comprovado, que são as fases mais morosas do processo penal. Tendo em conta que a mesma é de carácter facultativo, a abolição, ou a especificidade mais detalhada da sua aplicação, limitando-a, seria uma boa medida. Das primeiras lições de Direito que se aprende na universidade, é ‘ubi societas ibi jus’, e significa ela que, onde existe sociedade, aí está o direito. A sociedade muda por vários factores, e desse modo, sendo para ela que a lei existe, é a ela que a lei deve acompanhar.
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'No exercício de cargos do Estado exige-se prudência. A afirmação da PGR no Parlamento, de que "poderia introduzir-se um mecanismo de maior sanção disciplinar quando os juízes não cumprissem prazos além dos 3 ou 6 meses" e que, "sempre que houvesse um atraso destes, haveria abertura de um inquérito", representa um momento infeliz neste seu ainda curto mandato. Infeliz, por provir de quem sabe que os juízes são inspeccionados periodicamente e que os atrasos são elemento determinante, levando à instauração de processos disciplinares, sujeitos a um controlo do CSM. Infeliz, porque é dito por quem sabe que os atrasos na Justiça não derivam, em regra, da actuação dos juízes, e que, segundo as palavras do insuspeito Prof. Nuno Garoupa, se a Justiça ainda anda é porque os juízes a carregam às costas. Infeliz, porque num momento de reformas era desejável tranquilidade, expurgada de afirmações capazes de reacender divergências. Infeliz, porque parece centrar as problemáticas existentes na Justiça numa única classe, excluindo as demais'. Presidente do TRL
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A tua ausência não tem fim, e se um dia me perguntarem por ti, mantem-se aquela resposta toda senhora de si, como quem ainda fala do que é seu. «Foi ali e já vem». «Demorou por causa do trânsito, mas não tarda aparece». Tem de haver razões para te odiar. Tem de haver forma de não te desculpar, para me desculpar, e areia suficiente para que nem cobarde, lá colocar a cabeça. Tem de existir maneira de me libertares deste fato três números abaixo do meu. Eu sou pequeno não o consigo despir, e ouvi dizer que “lá fora faz mais frio”. Como posso eu escolher desligar-te da máquina, quando é apenas a ciência que diz que não tens salvação possível. Quando são apenas os livros que dizem que transitou em julgado. Quando são apenas os sábios que me mostram que és feliz a dormir. Quando é apenas o mundo que diz basta!
Nada sabem! A ciência erra, os livros foram escritos por cientistas, os sábios também escrevem livros, e o mundo, esse não sabe quem eu sou. Eu sou aquele que se um dia me perguntarem por ti, vai responder, «Foi ali e já vem», «Demorou por causa do trânsito, mas não tarda aparece».


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SAIBA COMO ENFRENTAR OS INSPECTORES TRIBUTÁRIOS NA RUA!
Há os textos bons, e depois há aqueles muito bons.
Este é uma maravilha.

Vai ser mais ou menos assim:
- “Bom dia. Sou Inspector tributário”.
- “Bom dia. E o que e que eu tenho a ver com isso?”
- “É que eu queria fiscalizá-lo.”
- “Fiscalize, se não tem nada melhor para fazer”.
- “Tomou café?”
- “Ah, muito obrigado pelo convite mas eu não estou autorizado a tomar café com estranhos.”
- “Não, não é isso, pretendo saber se o senhor cumpriu as suas obrigações fiscais ao tomar café. Se exigiu factura.”
- “Então não lhe respondo.”
- “Não me responde?”
- “Não!”
- “Mas porquê?”
- “Porque não sou obrigado. Se me faz a pergunta a título particular não sou obrigado pela própria natureza das coisas. Se a faz como inspector, no âmbito de uma acção de fiscalização, então invoco o direito ao silêncio, uma vez que não sou obrigado a incriminar-me.”
- “Mas eu exijo que o senhor me informe se bebeu café e que me mostre a factura.”
- “Pode exigir à vontade, que eu recuso confessar que não cumpri as minhas obrigações fiscais para o senhor me autuar. Se quiser investigar, investigue à vontade, que é essa a sua função, mas não conte com a minha ajuda”.
- “Então o senhor não sai daqui até me exibir a factura!”
- “Está enganado. Exibir não exibo porque não quero. Revistar-me à procura dela não vai fazer porque não tem mandado para isso e eu não deixo. Deter-me não pode porque eu não sou suspeito de crime nenhum. Por isso…”
- “Então vou perguntar ao empregado se o senhor tomou café e se pediu factura.”
- “Faça favor, mas quando voltar já cá não estou. Passe bem e já agora aproveite para ir tomar no…”
- “O quê? O que é que o senhor disse?”
- “Para o senhor ir tomar no… balcão um cafezinho, porque consta que são muito bons. Eu é que não confirmo nem desminto se já tomei”
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"Quando saí do café, o homem, engravatado e educado, abordou-me: "Boa tarde, sou da AT, Autoridade Tributária e Aduaneira..." Eu, que nisto de diálogos com as autoridades tenho pouca bagagem, desviei a conversa: "O senhor desculpe-me, mas como é que AT quer dizer Autoridade Tributária e Aduaneira?" Mas ele, com muito ano, não atou nem desatou: "Mostre-me a fatura, por favor." E eu: "Fatura, não tenho." Ele: "Mas tem de ter, tomou café." Eu: "Não tomei, não." Ele, que a sabe toda: "O senhor entrou no café e como consumidor final tem de pedir fatura." Eu: "Mas qual consumidor? E final? De onde é que me conhece para me chamar consumidor final?! Entrei no café para aquecer." Ele: "O senhor está a obtemperar..." Eu sabia, ponham uma autoridade tributária a fazer de GNR e ele fica logo a falar como um GNR... Fugi para a frente: "Exijo uma lavagem ao estômago para ver se há cafeína." Olhei para o interior do café e vi as saquetas de publicidade: "E tem de ser Delta! Porque ainda devo ter resíduos do Nespresso que tomei em casa..." O tributário hesitou, guardou o papelinho da contraordenação (é o que eu dizia, é assim que eles chamam à multa) e mandou-me seguir. Fiquei a vê-lo a caçar outro cliente. Este estava tramado, ainda mastigava o croissant... Dali até à esquina, fui pelo passeio sempre a fazer sinais de luzes aos consumidores finais que iam em sentido contrário".

Ferreira Fernandes
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Constata-la forte ou fraca, não pode ser feito quando se tirou férias dos problemas. A avaliação não é justa, e o resultado é beijo de cinema, bonito, romântico, mas sem sabor. Todo o mundo é forte quando nem força necessita de fazer, e por isso, aprendi que prefiro as conclusões tiradas em combate, do que no púlpito nobre debaixo de um iluminado projector.
Ser tão melhor pessoa quanto a vida lhe corra bem, é negligência grosseira de avaliação.
Pode ser que um dia entenda que o lado nobre dos princípios e valores, não é nunca terminaram, mas antes serem capazes de chegar ao fim e manterem-se.


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Melhor LETRA,
Melhor performance,
Melhor LETRA,
Melhor LETRA,
(...)
Melhor LETRA ...


http://youtu.be/E5T6j3e3jAg
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Que o amor é fogo não dúvido. Agora se vai aquecer o meu coração, ou queimar a minha casa, não faço ideia.
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Foram hoje julgados improcedentes os recursos intrepostos pelos arguídos (Exepção de Carlos Silvino - Moldura penal superior a 6 anos) no Tribunal Constitucional.
Segue-se o mesmo para consulta.

Acordão tc casa pia from Ivo de Almeida
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Completamente vidrado com o ‘Conta-me História – Documentários RTP’.
Factos relatados por um historiador e um amigo com idade para ser seu filho viajam em cada episódio por um tema da riquíssima História de Portugal. Sempre num registo bem humorado, viajam no espaço e - volta e meia - pelo tempo, como testemunhas privilegiadas dos segredos, estratégias e façanhas que nos deveriam fazer a todos muito orgulhosos dos quase 900 anos deste país.
Finalmente o verdadeiro serviço público que a Televisão do estado tem para oferecer á sociedade, instigando á cultura e história do país.



http://www.rtp.pt/programa/tv/p29775
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- Oh amor, porque andas assim tão desanimada?...
- Até tenho vergonha de dizer...
- Anda lá filha, fala de uma vez.
- Porque tu já não me procuras Manel...
- Eu? Mas Maria, tu não te escondes...
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Atenção, atenção!
Hoje o melhor pai do mundo faz anos!


 Parabéns! *
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A saga do Harry Potter terminou, mas nem tudo são más noticias para os amantes da mesma. Porque nem em tempos de austeridade são necessárias as multivalências em habilidades laborais, e nem só da sétima arte vivem estes actores.
O PROFESSOR SNAPE lançou-se na música, e a solo!
http://www.youtube.com/watch?v=8s3TJuGNiJ4
Resultado impressionante!

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Eu ainda sou do tempo, em que uma notícia como esta do Público, era uma vergonha para uma sociedade dita de justa.
Pode isto ser verborreia do adiantar da hora, contudo, faz-me confusão esta medida de premiar um aluno, por este apenas ter feito o que é exigível. Pasme-se alma esta, que entende os prémios somente para os alunos com atitudes ou resultados extraordinários.
Mas mais grave que este estranho critério, torna-se todas estas elaboradas tácticas que têm como resultado a desigualdade e injustiça.
Se fui um aluno do ensino superior, o de um politécnico também foi. Se fiz questão de entrar numa universidade de referência, foi porque mereci e/ou tive médias para tal. Paguei as minhas propinas, e penso que um aluno de um politécnico também o faça. Se eu estudei para terminar o curso, penso que nos politécnicos faz-se o mesmo. Tenho a minha média ponderada, conforme os ECTS, porque assim mereci, e o aluno do politécnico é majorado porquê? Igualdade na Constituição da República de Relvas?
Partindo do principio da justificação dada pelos Presidentes dos Politécnicos de Lisboa e de Leiria, Vicente Ferreira e Nuno Manga, onde se entende que, um aluno que entra, acaba o curso, e sai do Politécnico, vai gerar menos encargos financeiros para o Estado, do que um outro que termina o curso ao fim de 10 anos, por razões óbvias de morosidade na inclusão no mercado de trabalho, e tantas outras.
Quem nem mente funesta esta que me habita, dá-me de imediato uma prespectiva bastante libertina.
Se os encargos do Estado são menores com esta senda de impulsos, encaro sem surpresa que um politécnico aufere mais rendimento se tiver constantemente alunos a saldar propinas de um ano inteiro de cadeiras, do que quinhentos ou mais alunos que andam a pagar uma ou duas cadeiras durante anos. Curiosamente, o Ministro da Educação e da Ciência Nuno Crato, coloca-se numa posição de praticamente não ingerência do estado (relativamente ao carácter injusto da mesma, entenda-se), quando nos passa a ideia de que este tipo de decisões é da responsabilidade de cada instituição, que têm a possibilidade de adoptar medidas como esta, no âmbito da autonomia que lhes é legalmente reconhecida.
Está certo que após o caso académico do Dr. Miguel Relvas, posso estar eu a cair no erro de efeméride passiva. Mas que mania a minha.

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O que é uma Democracia? Oh Ivo, mas que pergunta parva. Uma democracia é uma forma de governo, onde o poder reside essencialmente nos cidadãos, directa ou indiretamente, por meio de representantes eleitos. Uma democracia pode existir num sistema presidencialista ou parlamentarista, republicano ou monárquico. Na democracia, existem princípios e valores salvaguardados, como a liberdade, e a igualdade.
Está certo. Afinal o conceito mantém-se.

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Dar pérolas a porcos é das piores arrelias que se pode viver. Especialmente quando essas pérolas custam tanto a encontrar.
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São passos de magia, e rebuscadas tácticas, o que se faz para se parecer em detrimento de ser. Ostentação de um perfil inexistênte, que nem convento de Mafra, aprecia-se a fachada criada apenas para a inauguração, deixando o interior esse, para acesso exclusívo do artista. Encontramos aqui o 'atrás do pano', bastidores ou balneários invioláveis. Nada mais que ilusão propositada, jogo de marionetas. As mudanças quando não são fruto de um crescimento interior, de uma percepção diferente da realidade, em que olhamos por nós a admitir um caminho com mais luz, essa não foi uma mudança. Foi uma intermitência e apenas obrigas a que te julguem como irregular e não diferente, como tanto querias.
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Rui Moreira apenas avança para o Porto, se as eleições autárquicas forem arbitradas pelo Pedro Proença, ou Lucílio Baptista.
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Enquanto se confirma o Liedson como o mais recente jogador do FC Porto, estes acabaram de ganhar por 5-0 ao Gil Vicente.
Significa isto que a equipa do Sporting 2006/2007 está cada vez mais próxima de ser campeã nacional 2012/2013.
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'Qual é a pressa?' 'Qual é a pressa?'
- A pressa não passa por ileger o Secretário-Geral do Partido Socialista, mas após a bela lealdade governamental do PSD, é escolher já o próximo Primeiro-Ministro português com maioria absoluta.


A cadeira é maior do que aparenta.
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Posso até ser suspeito da declaração que faço, e apontado como limitado por uma antí-cor política, mas é uma suspeição infundada a meu respeito. Acredito em pessoas e não em cores, acredito em ideias e não em partidos. Acredito na gestão igualitária, sempre baseada numa visão de paridade. Interpreto o princípio da igualdade no seu sentido extensivo, e só assim justo. Próximo da igualdade está a injustiça, sempre que se aborde o mesmo num sentido lato. Um perigo.
Sou da área da justiça, mas remeter-me á mesma, é em 90% dos casos abordar a política na sua maior natureza. Sabem, tudo isto é política.
O exercício não é complicado, juro que não é. Assumo para mim, que legítimo a todos nós, é um raciocínio de observância simples. De espectador, mesmo sem ser dos ‘muito atentos’, é suficiente. Vejam que; políticos a mentir é normal, sempre houve e sempre vai haver. Talvez lhes esteja na massa do sangue e/ou seja condição sem a qual não reuniriam 10 assinaturas ou 2 votos. Não digo que esteja correcta tal ideia, mas tendo em conta a conjuntura actual, dou por mim a aceita-la como facto imperativo. 

- Que os políticos prometam aquilo que não podem cumprir, sem aceitar como correcto, diga-se que é frequente. Agora, garantir que não se vai tomar certa medida, e depois tomá-la, é na minha prespectiva, uma fraude, uma burla - 
Em linguagem semelhante a vernácula, diga-se, o povo português foi enganado nas últimas eleições, pois acreditou nas garantias dadas pelo partido político que venceu as mesmas, e que agora a governar, fazem indubitavelmente o contrário do que garantiram que não iriam fazer.
E não, não estamos a falar da discussão técnica de existir ou não mandato para governar desta ou outra forma, porque até se entende que uma ditadura é política. Por sua vez, falamos aqui de algo que reitera o problema dos governantes no país destas últimas décadas. Por favor, urge substituição de políticos profissionais, por profissionais na politica.
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- O ódio e o rancor, é a secreção em recipiente fechado de prolongadas impotências.
- Quem odeia deve ultrapassar, e renunciar ao facilitismo de odiar.
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In Mexico way of life;

'Why don't you wanna 'Taco' 'bout it too?'

''Coz i'm 'Nacho' friend anymore!'

Bueno...
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Os jogadores do Sporting correm mais agora, porque já viram que com esforço ainda podem ir para o Porto!
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For now ♥

And I don't want the world to see me
'Cause I don't think that they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am


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Hoje faço um assolapado elogio á amizade pura, amizade de histórias e amizade de vida. Reivindico os valores ancestrais e fora de moda, apresento o meu rol para a defesa impiedosa desta minha condição de revoltado. Sim, hoje sou o carrasco da vossa modernidade, dessas vossas amizades do futuro e digo-vos já, vão perder. Não sei quantos são, mas juntos são debeis, modernos são fracos. Amizade de contrato, de arrendamento, de compra e venda e de palmadinhas nas costas. Contrato crime ou criminosamente de oportunidade. Oportunistas dos sentimentos, comprimentam-se hoje com troca de olhares, choram uns por outros sem nunca amar. A vossa amizade foi vendida á era dos pantufinhas, daqueles que fazem pouco barulho, e o ruído, esse fica guardado para a ostentação dos conhecidos amigos ocos, de agora, de hoje, de pouco mais que isso. Acabou-se ou perdeu-se em lugar incerto os 'escolas' da luta, dos amigos irmãos, dos irmãos amigos, dos irmãos irmãos. Os velhos do restelo, dos onde o nojo não pega e o riso aparece só depois da lágrima. Procurem-nos de novo, façam-no por mim, façam-no para não serem tão miseráveis. Façam para o tempo voltar a perder contra a amizade, para num jogo de postura, não ter a minima hipotese de voltar a falar. Todos sabem explicar a amizade, todos em fugáz estupidez quanto mais falarem, mais estão engrenados no zoo dos leais, no jogo das ilusões. Amizade nada tem haver com ilusões, ou tanto quanto o amor com o clima de amanhã que chove. Amizade falada, amizade explicada? Calem-se e baixem olhos de vergonha, amizade tal como amor, não é para entender, como falar? Sentir! É sinal de amizade não perceber, querer sem guardar qualquer esperânça, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado do que quem vive feliz. Nada menos que isto, e agora, profissionais da amizade moderna, técnicos da piscadela de olho, discutam e expliquem a amizade, Imbecis.
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Não teres tempo para o meu raciocínio de cem metros barreiras, sempre foi teu apanágio e a minha salvação. O que sinto por ti é como ter contraído malária: o bicho está cá dentro e volta e meia manifesta-se, apesar dos cuidados profiláticos que faço questão de ter, antes de cada viagem. Aliás, a profilaxia induz, ela própria, sintomas ligeiros da doença que é suposto prevenir e é por essa razão que as cautelas e os caldos de galinha, que engulo a horas certas, não me evitam suores frios, febres súbitas e tremuras, face à hipótese remota da tua presença no meu metro quadrado.
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O sol de inverno olha de esguelha para o mar, só para preparar a aterragem. É nesta azafama de sair ao serviço, que nem leva em conta o quando estava a ser necessário. Numa esplanada da Praça da Figueira, (ou então do Comércio, faço sempre confusão), sentam-se os nostálgicos, abraçados por tal calor, pedem-lhe horas extraordinárias, mediante pagamento em sorrisos. É nas horas finais que se dão as maiores surpresas, e por bom profissional que foi na pontualidade, mandou que a Lei, o Crime, e a Notícia se entendessem naquele momento. Sol, sol, não voltes a banalizar os fracos.
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Fui a bruxas, médiuns e feiticeiros; rezei ateu e descrente em igrejas e outros templos; avé marias e pais nossos, rogai por nós pecadores; acendi velas, espalhei incensos, soletrei mantras, tomei comprimidos, fui a médicos e a curandeiros; mudei de vida, de cidade, de país, de corte de cabelo e de canções favoritas. Evito a tua aldeia na linha do meu horizonte porque olho sempre para o lado, para a rua ingreme onde assenta o casario e onde te escondes cobarde, e não para cima, onde a paisagem campestre se define e o céu começa. Desfiz-me do anel, do mundo, das roupas onde um dia te roçaste de amor e no fim despejaste o ódio. Esfreguei-te da pele até quase sangrar, desisti de saber as respostas que não me deixaste; arranjei outros, outras, gente perdida como eu, ouvintes forçados da tragédia que tentei em vão banalizar de tanto e tanto a contar, passa a palavra, passa a outro e não ao mesmo, espalha por aí, espalha brasas, espalhafato. Carrego esta culpa como um nado morto ao colo; não tenho onde a largar, despejar ou enterrar, não consigo separar-me dela, e o tempo - Ah, o tempo! - que não desfaz em pó este cordão umbilical. Estás comigo a toda a hora. Amoral, assexuada; nem feia nem bonita, linda, nem boa e afável nem ávida e cruel; só te desejo e arrepias: estás, apenas. Segues-me para onde vou; não és sombra nem espectro, impressão ou sopro breve, mas carne viva num sorriso corpóreo, aflita. Não te julgo, não me faltas, não te afasto nem te agarro; serias uma excrescência suportável, não fora definires aquilo em que me tornei por dentro. És um átomo de dor, imortal e imbatível, és o toque subtil do tormento, o embalo desajeitado do choro, a saturação dos fins de dia, o sono inquieto das noites. És. Mas vou a bruxas e curandeiros, acendo velas e papo missas, mudo de vida e de pessoas, de roupas e de horizonte, para que um dia sejas Foste.
Por hoje, sonho todos os dias com os mistérios na curva do teu nariz e os poemas por descobrir no teu corpo mini-arranha-céus. O universo diz que é coisa para levar a vida toda a ler e eu confio, nele e em ti a caminho de mim. Não há nada em ti que eu não queira, nada em ti que não me sirva, que não me pareça ter sido feito à medida das minhas preces mais antigas. Tu, que és tudo o que eu sempre esperei da vida mas que a vida me dizia que não havia. Tu, a surpresa e a prova, o destino.
No entanto tenho algo ainda mais teu que meu. Um herdeiro, um filho nosso, a mudança que em mim criaste. É meu dever dizer-te que tudo isto seria despiciendo não fora uma lacuna imperdoável. Se eu quisesse mesmo, mesmo muito, dar-te-ia a conhecer um mundo novo, um filho só teu: a minha cabeça superhipersónica. A todas que se aproximam, confundi-las, banzadas, com as minhas piruetas mentais, as exasperantes contradições e o excesso emocional; perder-se-iam no meu labirinto interior, de tantas voltas que as deixariam tontas e incongruentes, incapazes de rotinas e obrigadas a reacções inesperadas, livres da dormência do tédio. Mas não quero. Sabes Porquê? Pelo que mais releva no universo amoroso: elas não entendem as minhas piadas.





(É este David Antunes...)
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(Clicar nas fotos para amplicar)
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In my dreams, it was real!
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Dizer que nos pequenos pormenores surgem as grandes pessoas, significa por vezes estar sozinho ou isolado, mas ao mesmo tempo, ser aquele que até em lágrimas, adormece a sorrir.
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♥O amor para quem é mais novo, e não sabe como o fazer, não é uma técnica ou uma táctica. Não há segredo. Não há lições. Ou se ama, ou não se ama. Ou se é amado, ou não se é amado. (...) O segredo não é ter paciência, é antes conseguir manter a impaciência num estado de excelsitude. É como o ‘Nunca mais é domingo’. Se não sentirmos, que todos os dias, nunca mais é Domingo, quando Domingo chegar, parecer-se-á com outro dia qualquer. Os dias bons não são os que ficam na lembrança. São aqueles que se esquecem, porque se repetem na mais estúpida felicidade mas que, todos juntos, servirão para um dia eu poder dizer, ‘Sim, eu já fui feliz’.♥

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O Eng. António Ferreira da Silva, foi ontem (08/12/2012) condenado a 20 anos de prisão efectiva, e pagamento de 50.000.00€ pelo crime de homicídio qualificado atípico do advogado Dr. Cláudio Rio Mendes. Novamente a imprensa nacional, a marcar um tipo de posição que nos tem vindo a habituar. No CM de hoje, lê-se na capa “Pai de Juíza condenado a 20 anos de prisão”. Ora aqui está uma primeira capa com uma manchete reveladora. O arguido, podia ser ‘O arguído’, ‘Ferreira da Silva’, ‘o homicida’, ‘o ex-genro’, e por muitos outros nomes identificado. Mas não. A capa, é o ‘Pai de Juíza APANHA 20 anos’. Faz sentido. Além de ser verdade, é assim que mais vende, porque é desta forma que mais suscita o aspecto critico ao público, é desta forma que deixa levantar um pouco de desconfiança ou indício de falta de transparência no julgamento. O importante é o ruído que causa, simplesmente porque o ruído é o que mais vende. ‘A justiça está mal’, e o que tem de se fazer é potenciar que todos os sinais tendem a ir de acordo a essa missiva. Arrisco-me a dizer que SE um dia ‘a justiça deixar de estar assim tão mal’, alguns jornais correm o risco de fechar, ou alguns jornalistas serem despedidos.
É uma ideia, mas na verdade, não é este o maior problema que se eleva com estas tendenciais manchetes a espicaçar constantemente o leitor, mas a frase ‘Justiça está má’, é sem dúvida apetitosa. Destaco desde já os dois problemas mais graves que se colocam nesta atitude sistemática da imprensa.
1) Problemática que vem no sentido de se poder vir a realizar sério risco de um julgamento livre de pressões.
O raciocínio torna-se simples, quando imaginamos que neste caso em concreto, quer por tramitação ou vicissitudes processuais em fase de alegações ou prova, o arguido era julgado no sentido da absolvição por falta de provas, ou até não condenado por provado. Estava instalado o caos. A notícia fala do ‘Pai de Juíza’, e assim todos os leitores saberiam, afinal, porque é que o arguido tinha sido absolvido de tal crime. Que nem Portugueses somos, para as sombras tenebrosas do conluio e cabala surgirem mais uma vez. Por outro lado, o do Magistrado que julga o caso, sério será o pensamento de uma quase coacção mental de pressão, na prespectiva de saber que ao absolver este arguido, será seriamente contestado por público sem informação, e por imprensa sem moral. Afinal talvez o princípio do julgador, seja hoje partilhado por uns quantos julgadores sem formação específica para tal.
2) A problemática no sentido da dupla condenação. Condenação judicial, e a condenação social.
Os tribunais são os órgãos que têm a legitimidade para julgar os casos a que aos mesmos se apresentem. Desse julgamento, obrigatoriamente sai uma decisão reflectida e que melhor de adeque á parte. Das várias decisões possíveis, a condenação é uma bastante sonante, e chamo-lhe então a condenação judicial. A liberdade de imprensa em nada se aproxima da competência de um tribunal para julgar, mas consegue constantemente decretar sentenças sensivelmente mais rudes e drásticas que os próprios tribunais, As condenações sociais. Mais graves e drásticas no sentido que abordam processos em que o agente indiciado pelo crime já é o criminoso aos olhos do público, e muitas vezes ainda não foi sequer presente á fase de inquérito. Há doutrina séria em sede de direito penal, da qual eu partilho opinião, que identifica um crime de Difamação, ou o de Difamação com o Art.º184, que é a sua agravação, como o crime sem justiça. Esta ideia é retirada na prespectiva em que, mesmo que um arguido indiciado por prática de crime de Difamação agravada seja condenado em tribunal, poderá a vítima dizer que se fez justiça quando a nível pessoal, ainda está e ficará privado da sua paz social? É que essa não muda. Não me parece. É de vital importância, alguns jornalistas assimilarem que poderão estar em posições de maior responsabilidade do que porventura têm demonstrado que conhecem, e dessa forma agir em conformidade não só com essa responsabilidade, mas também com o conhecimento do país que deviam como profissionais ter. É que infelizmente, ainda estamos num país, em que para boa parte do mesmo, uma notícia sensacionalista, valerá sempre muito mais que um acórdão judicial.
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Dois pontos de hoje.

1) Há dois tipos de filas de trânsito.

- a) As resultantes de um sinistro na via.
- b) As resultantes da curiosidade dos restantes que param para ver.

- Conclusão: A alínea b) enerva muito mais que a a)!

2) Descobri! Fazer a barba é a condição que me faz chegar atrasado a todo o lado.

Em apenso:
- a) Qualquer relação com os factos supracitados e a minha condição de super atrasado/sem paciência para o trânsito, é mera coecidência.
- b) Bom dia! *
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‘August Rush’, sei que não é um filme propriamente recente, mas um tanto intemporal no conteúdo. Talvez até eu tenha sido geneticamente programado para apreciar esse teor, mas o que comento agora é diferente. Intemporal sim, na medida em que retrata um Grande amor, uma enorme paixão, com uma tremenda dedicação. Um porquê de vida, como são os ‘amores’ daquelas pessoas especiais que têm coração suficiente para isso. Em resultado, uma lição emprestada por uma criança de doze anos a todos nós.
Não podia deixar de finalizar o escrito com uma passagem que se encaixa como das melhores de sempre. (2:46 – vídeo)


- ‘What do you want to be in the world? I mean the whole world. What do you want to be? Close your eyes and think about that.
 

- ‘Found…’


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