“Rapaz de 16 anos (Martin) destrói doutorada em directo no Prós&Contras da RTP”
São estes os títulos que ainda se notam por redes sociais da moda.
Já se passou imenso tempo, mas ainda pelo Facebook continuam os laivos deste nosso povo-romântico para o bem e para o mal. Adoram sê-lo.
O (quase) herói nacional Martin, foi ao programa Prós&Contras, falar de empreendedorismo e disse em resposta; “é melhor ganhar o salário mínimo do que estar desempregado”.
Foi fantástico! Foi a humilhação da verdade da boca de uma criança a superiorizar-se á teoria académica. Foi o bom senso da prática a evidenciar-se e a dobrar a intelectual que se julgava ‘espertinha’.
O Português adora. Adora mesmo. Foram palmas, rios de tinta, e medalhas no peito dos românticos.
Note-se, a questão da Dr.ª Raquel Varela, vem no sentido de demonstrar o quanto é miserável o ordenado mínimo nacional, e as dificuldades que uma pessoa que o aufira, sente.
Responder “é melhor ganhar o salário mínimo do que estar desempregado”, parece-me certamente uma verdade imperativa, mas é também mera matemática.
É tal como em exemplo foi dito; “É melhor comer uma carcaça de anteontem que não comer nada”. Ora bem, de facto.
A realidade, além do brilhantismo do Martin, é que no final das palma, se concorde que ter uma alimentação à base de carcaças de anteontem continua a ser miserável.
Se assim for, tudo bem.
São estes os títulos que ainda se notam por redes sociais da moda.
Já se passou imenso tempo, mas ainda pelo Facebook continuam os laivos deste nosso povo-romântico para o bem e para o mal. Adoram sê-lo.
O (quase) herói nacional Martin, foi ao programa Prós&Contras, falar de empreendedorismo e disse em resposta; “é melhor ganhar o salário mínimo do que estar desempregado”.
Foi fantástico! Foi a humilhação da verdade da boca de uma criança a superiorizar-se á teoria académica. Foi o bom senso da prática a evidenciar-se e a dobrar a intelectual que se julgava ‘espertinha’.
O Português adora. Adora mesmo. Foram palmas, rios de tinta, e medalhas no peito dos românticos.
Note-se, a questão da Dr.ª Raquel Varela, vem no sentido de demonstrar o quanto é miserável o ordenado mínimo nacional, e as dificuldades que uma pessoa que o aufira, sente.
Responder “é melhor ganhar o salário mínimo do que estar desempregado”, parece-me certamente uma verdade imperativa, mas é também mera matemática.
É tal como em exemplo foi dito; “É melhor comer uma carcaça de anteontem que não comer nada”. Ora bem, de facto.
A realidade, além do brilhantismo do Martin, é que no final das palma, se concorde que ter uma alimentação à base de carcaças de anteontem continua a ser miserável.
Se assim for, tudo bem.



