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CrIvo de Almeida™

Mudanças e dúvidas que as eleições francesas provocam desde já:


- Francois Holland já tem nova casa para dormir;
- Sarcozy já não sabe com quem vai dormir.

(Ps: Detesto ter sempre razão, mas o que é certo é que 1 hora depois de ter ganho as eleições, o programa de Holland desapareceu do site oficial. Ora, ora).
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Uma segurança incondicional, e um porto de abrigo onde posso sempre voltar. É assim que vivo e cresço, com a certeza que existe sempre alguém que está por mim, que vai fazer força comigo, e como é mais forte, quando eu me cansar, continuará a puxar por mim. Sou um privilegiado, e ao teu lado muito mais eu. Obrigado por seres comigo, Mãe*
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Governar implica estar atento aos sinais e reais inquietações de quem é governado. Esta semana, bastavam alguns minutos á mesa de um qualquer café, para se perceber duas dúvidas dos cidadãos. Uma, quando é que o Pingo Doce volta a reduzir os preços? A outra, como é possível Rita Pereira receber milhares de euros para aparecer vestida na Playboy? Para lá das acusações de dumping ou dos aspectos colaterais á iniciativa, o que interessa a quem faz contas á vida, é saber se a cadeia de supermercados vai repetir a graça. Já se discutem técnicas para conseguir transportar mais paletes de leite em menos espaço, elaboram-se roteiros que permitem abarcar o maior número de artigos. O próprio dono das lojas, Soares dos Santos, que até nem sabia da promoção, aguarda com impaciência que algum empregado se descaia, para ficar a conhecer outra acção do género. Mas a grande dúvida, que atormenta os autóctones, passa por saber como é que Rita Pereira conseguiu revolucionar uma revista que vive do nú, ao criar uma nova figura, a da 'coelhinha vestida', uma mudança da publicação um dia sonhada por Hugh Hefner, que pode ser sintetizada com o título de um filme - 'Do cabaré para o convento'.
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Coagido brutalmente a cogitar sobre  o tema, as eleições em França, têm vindo em boa parte dos nossos noticiários, como pedra fundamental e preponderante para Portugal. E daí, talvez não seja de todo falso. Enquanto a maioria da Europa tem optado por se ir enconstando a uma direita, é esta França de última rátio, que contraria a unificação, e se coloca mais á esquerda. Temo sériamente que Francois Holland foi nada mais que uma campanha eleitoral (óbvia) requintada para abater um gasto e paupérrimo Sarcozy, de costas voltadas com o povo mais politizado da Europa. Significa isto a meu entender, que por outro lado, e  infelizmente para grande parte da Europa, essa dita pressão acalmará, e (até o argumento que em tanto desequilibrou a campanha eleitoral), o rasgar de certos e determinados acordos com a germania, não se irão materializar. Ou isso, ou França dentro de pouco tempo será economicamente Portugal. 
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A minha vida ganha toda uma nova luz, quando ao estar presente para assistir solenemente a um encerramento do inquérito de um processo crime, ao fim de uma hora de audiência, todos chegam á conclusão que ao proferir despacho de arquivamento/acusação, se está a falar de um processo completamente diferente do qual estava agendado. Bom trabalho de casa. Épico!
Grandes decisões são munidas de grandes responsabilidades. Este erro não é um erro de opinião, ou de doutrina, nem mesmo um erro segundo o qual todos o poderiam compreender. Não. É um erro de princípios. Assim como nem todo o mundo tem acesso a determinadas áreas laborais, pois compreendem-se com uma digna formação específica, é também essa formação, exaustiva parcela fundamental no moldar da própria pessoa. No preparar a pessoa para a função que desempenha. Não apenas a formação do conhecimento impirico da matéria que se utiliza, mas tão ou mais importante, uma formação intelectual de acordo com o lugar de responsabilidade que se ocupa. Quando o objecto são pessoas, são a vida das pessoas, não estamos a falar do vendedor de sabonetes. Estamos a falar de agentes que deviam e devem ter sempre presente o factor social, que lhe permita avaliar a sua responsabilidade, não permitindo que um 'erro destes' seja possível. Não é um erro, é uma falta de respeito não só pela pessoa que representa, mas ainda, uma falta de respeito pela função e trabalho que desempenha. Recuso-me a aceitar isto como «ossos do ofício». São «Ossos de um ofício banalizado», isso sim.
 
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Venha ao Pingo Doce de Janeiro a Janeiro, mas não vá no 1 de Maio pois está lá o país inteiro! ...
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O sentimento revoltante da injustiça, que consome o estômago, corroendo as entranhas com a azia da infantilidade, de quem deu e mostrou para ser entendido, mas apenas foi avaliado. Temo que seja este, afinal o 'passo grande demais', Urge cautela e explicação, ou estou eu na eminência de ter descoberto «o comum espaço real entre as lições e o arrependimento.» Let's mingle.
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Dói-me. Dói-me muito. E não sei onde. Dói-me quando olho para ti, quando te vejo já ao longe, de anel encarcerado entre os teus dedos tão monstruosamente pequeninos. Dói-me saber que só te volto a ver quando já for tarde, e quando a dor se cansar de tanto me cansar. Tenho as mãos suadas e o coração a transpirar de tanto dar voltas e revira-voltas.
Dava tudo para saber estancar o palmo e meio de rasgo que me fazes na carne, não para o fazer, mas só para saber como actuar em caso de extrema urgência, que de urgência já eu vivo.
Dói-me muito, mas não sei onde. Se agora mesmo entrasse nas portas cansadas de um qualquer hospital, ficaria dia e meio para explicar onde e o que me dói. E ainda assim, dia e meio depois, estaria exactamente no mesmo ponto da conversa. Estaria de frente para uma bata branca, curvado de dores, de soro a violar-me o braço e o sangue, e de coração semi-risonho, como uma criança que faz das suas e olha para o lado para que ninguém a veja. "Juro que me dói senhor doutor, juro-lhe." De que vale explicar uma dor a quem nunca a sentiu?
A dor que me causas passa os limites de cinco países juntos.
Apetece-me beber-te a conta-gotas.
Dói-me. Dói-me muito. E quando me disseres onde, vai doer-me muito mais.
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Saudades
E se eu sentir saudades?
Mesmo assim,
longe de ti, te amarei.
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Algum de vós, já reparou na 'vozinha' do senhor que está sempre na portagem 10???
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Hoje o Benfica perdeu com o Sporting. Não me falem de árbitros, nem mesmo do tal penalti ao primeiro minuto que todo mundo viu que existiu. Não falem disso, porque depois do Benfica jogar como jogou, isso deixa de ser argumento. Não pode ser, nem pode haver argumentos para justificar há 2 meses estarmos com 4 pontos de avanço e hoje estamos com 5 de atraso. Argumento só há um, e chama-se Jorge Jesus. Deixem-me a liberdade de pensar que quando Jorge Jesus, depois do jogo de hoje, justifica toda a péssima exibição com um penalti que não foi marcado, não pode ser treinador para o Benfica. Um dos dois viu um jogo diferente. Eu vi uma equipa má, a ganhar a uma equipa péssima. Tudo o resto, toda esta dor e desilusão de um Benfiquista, fica amarga quando se perde um jogo contra uma equipa como o Sporting. Haveria tanto para falar hoje, tanto que qualquer Benfiquista podia dizer, a começar na dualidade de critérios, passando pelo jogador Pablo Aimar, que deveria receber o prémio de Fair play, e foi pioneiro no castigo de 2 jogos de suspensão precisamente em Braga e Sporting; Poderíamos até falar da derrota do Marítimo, abrindo caminho para o 4º lugar ao Sporting, mas não. Jorge Jesus com as exibições que faz, não permite sequer que levantemos a cara para falar de tudo isso que vai ficando na garganta de todos os Benfiquistas. Retira-nos a moral para manifestar o óbvio! Chega. O risco de momento é a ilusão que os adeptos do Sporting estão a passar, mas quanto a isso, a queda vai ser como todas as outras habituais.
Enfim, um Benfica que joga assim, merece tudo menos ser Campeão.
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Só uma coisa... 'Ganhas-te', 'Perdes-te', 'Andas-te', 'Corres-te'... e por aí fora, NÃO EXISTE! Isto NÃO é justaposição! Vá lá...
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Que mulher mais bonita!!

Ah, espera... Esta é a minha!

Amo-te muito! *
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Que posição confortável esta a do nosso Primeiro Ministro. Sem acaso surgiu o tema das condições do acordo com o Fundo Monetário. O Dr. Passos Coelho, disse sem reservas que esse empréstimo, foi estabelecido e acordado pelo anterior governo (Socialista), e cabe ao governo actual apenas cumprir essas mesmas condições outrora aceites. Se é exequível? Claro que sim, até porque se não for... As condições foram (terrivelmente) acordadas pelo governo anterior.
Passam nove meses e José Sócrates continua a governar o país.
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Relativamente ás alterações do Código Penal, e do Código de Processo Penal, são em sede de 'aplicação de medidas de coacção', e ainda a 'possibilidade das declarações dos arguidos prestadas ao advogado e a magistrado do MP, ou judicial, serem válidas em julgamento'. A Dra. Paula Teixeira da Cruz, propôs ainda alterações em matéria relativa aos 'efeitos da prescrição'.

No que diz respeito ás alterações na 'aplicação das medidas de coacção', significa que será então possível, que os juízes apliquem medidas de coacção mais gravosas ao arguido, do que as que tenham sido propostas pelo MP. Embora, seja o MP a entidade que tem legitimidade para promover o processo penal, e aquela que está por excelência vinculada ao impulso processual - Entenda-se Princípio da legalidade da iniciativa -, entendo que se trata de uma medida munida de uma justiça lógica ao processo. Actualmente, é um facto que o juiz não pode de forma alguma, decretar uma medida de coacção mais gravosa ao arguido, do que a proposta pelo MP, mas pode aplicar uma medida menos gravosa, ou seja, mais favorável ao agente. Nesta perspectiva, não penso que se tenha descoberto o 'calcanhar de aquiles' do nosso Processo Penal, mas é certo e entendo, que faz algum sentido essa medida, quando abordamos esta reforma penal numa perspectiva de competências, relembrando que 'o espirito do julgador' cabe unicamente ao juiz, que poderá ter uma convicção ligeiramente diferenciada do MP, que tem como competência e legitimidade principal, a promoção do processo.

Relativamente á possibilidade das declarações dos arguidos prestadas ao advogado e a magistrado do MP, ou judicial, serem válidas em julgamento, é de extrema importância não cair no erro do exagero, nem da contaminação geral. Entendo que será esta uma medida capaz de melhorar o nosso sistema penal, mas apenas e só, sempre que esta medida se aplique ás declarações dos arguidos prestadas estritamente ao advogado ou a magistrado do MP, e não mais que isso.

Já abordando a matéria dos 'efeitos da prescrição', a M.J, refere-se á prescrição relativa ao processo crime, em que sempre que o arguido interponha recurso, o prazo da prescrição para o crime em questão fica suspenso, até ao dia da audiência de recurso (Seja da primeira instância para a relação, quer para o STJ).
Actualmente, os prazos de prescrição de processos crime, podem ir de 8 meses a 15 anos, dependente da moldura penal do crime, e é contabilizado desde a notícia do crime, até ao transito em julgado.
Com esta reforma, permite que o arguido possa exercer (sempre que a lei permita) o seu direito a recorrer, e impossibilita que os recursos sejam interpostos apenas com um intuito directo de tentar prescrever o crime, gerando assim uma «não-justiça», pervertendo todo um processo de busca de verdade.

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Agora já és maior, e adulto perante uma sociedade. No entanto há coisas que não te podes esquecer; é que quantos mais privilégios temos, mais responsabilidades existem, e mais exigem de nós. Estás numa fase de aprendizagem por excelência, e deves aprender a ser um adulto com carisma. Aprender por exemplo que por mais que tentem, nunca vão convencer um rato de que um gato lhe trás boa sorte, porque é mentira! Aprender que por mais cabeças que oiças, a decisão tem de sair da tua, porque é precisamente em ti que vão desabar as consequências das tuas decisões. Por agora já és maior, mas faz o caminha até que te tornes um HOMEM, porque maiores somos todos. Parabéns puto, um abraço!*
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Boas notícias! Relativamente á forma e ao conteúdo do discurso do Primeiro ministro Dr. Passos Coelho, tal como o próprio conceito de 'discurso político' indica, são conceitos de impossível desassociação. Esta noite mantiveram-se estoicamente associados. Ambos pouco abaixo de lamentável.
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Quando se aborda o já fustigado tema do Acordo ortográfico, é de extrema importância ressalvar as duas perspectivas no qual o mesmo deve ser interpelado. A perspectiva legal, e a perspectiva do carácter e dos princípios, da honra e da cultura.
No que toca ao carácter legal, o AO não pode de forma alguma ser aplicado em Portugal, e mais grave que isso, agregado ao ensino básico, formatando assim os estudantes ao erro, e provocando uma enorme descompensação no critério de escrita. E não pode porquê? Que nem Aristóteles frisou, «Uma lei é uma ordem, e uma boa lei, é uma boa ordem», e desta forma a aplicação do AO, remete-nos de imediato para o plano legal, no qual para o mesmo vigorar em Portugal, teria o acordo de ser assinado por todos os estados de língua oficial portuguesa, para permitir assim a sua ratificação, o que actualmente ainda não aconteceu.
Na realidade existem dois estados de língua oficial portuguesa, que se mantêm resistentes relativamente á aceitação do AO. Até posição em contrário, a aplicação do AO, fica então em suspensão, aguardando porventura uma aceitação totalista dos PALOP.
Entretanto, de tudo fazem para materializar a aplicação deste AO, esquecendo o plano legal. Esta aplicação forçada e ilegal, tem e continuará a ter impacto na cultura, nas mentalidades e ideologias. Impacto esse no âmbito laboral e económico, quando grupos como a GALP ENERGIA, consultorias e contact centers como a CUSTUMER CONTACT CENTER, «obrigam» os seus trabalhadores e representantes a aplicarem o AO.
Estas mesmas medidas forçadas têm também enorme impacto na educação. Na educação, quando um aluno é prejudicado num teste de Português, e tem assim uma nota inferior, porque não aplicou numa ou outra palavra o dito AO. No entanto, este aluno apenas aplicou o que aprendeu, fruto de uma formação, que no caso foi paga a sacrifício pelos seu encarregados de educação.
No âmbito do carácter, dos princípios, da honra e da cultura, já se torna «obrigatoriamente aceitável» que tenhamos de viver no nosso Portugal de governos cobardes, onde os chineses ficam com a electricidade, e nós continuamos a pagar as facturas a preços de concorrência monopolista, pondo em causa grande parte do nosso desenvolvimento económico, como sendo um dos principais factores impeditivos do mesmo.
Que os espanhóis controlem maioritariamente o espaço aéreo português, e que a TAP seja oferecida aos brasileiros, eu ainda me vou sentido com sorte de ter o aeroporto em Portugal, agora, senhores, estamos a falar de alterações a uma língua. Alterações essas que por ironia, foram os meus antepassados que há 500 anos levaram o Português enquanto língua a terras de Vera Cruz.
Assim feito, entendo que todas estes movimentos têm uma realidade conceptual bastante perceptível ao mais leigo dos cidadãos, e chama-se Crime contra o património! Estamos a falar de um país, do nosso país! O nosso Portugal. Aquele nosso país que arrasta multidões e por ignorância de alguns, só se faz sentir orgulhoso de o ser quando o Cristiano Ronaldo corre para uma bola. Mas é errado. Deveríamos ser todos muito mais que isso. Muito mais portugueses. Devia ser de conhecimento público que um país é mais que as suas fronteiras, um país é uma bandeira e uma língua, é uma alma.
Esta camuflagem sem nexo, não passa de uma perca daquilo que melhor defende um país. A sua soberania.
Diz-nos a nossa lei fundamental, a Constituição da República Portuguesa, no art. 3º, que «a soberania é una e indivisível, RESIDE NO POVO, que a exerce...». Mas que povo?
É, e será sempre um povo a gerar a sua língua, e nunca, jamais uma língua a criar um povo. Não pode existir AO algum que despreze a língua falada, pois é símbolo nacional o que nos referimos.
Revoltem-se os estadistas, e constitucionalistas. Revolto-me eu em sonhos, e nesses mesmos sonhos lá estou eu como Comandante Supremo das Forças Armadas, onde me dirijo ao povo para dizer «“Os senhores assinem o que quiserem, até podem dar de volta o Algarve aos mouros. Mas eu jurei defender Portugal e entendo que a língua que falamos e escrevemos é património de Portugal.»
Sim, porque enquanto eu puder, continuarei a escrever o Português que o Professor Manuel me ensinou, na escolinha primária verde.
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