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CrIvo de Almeida™

O sentimento revoltante da injustiça, que consome o estômago, corroendo as entranhas com a azia da infantilidade, de quem deu e mostrou para ser entendido, mas apenas foi avaliado. Temo que seja este, afinal o 'passo grande demais', Urge cautela e explicação, ou estou eu na eminência de ter descoberto «o comum espaço real entre as lições e o arrependimento.» Let's mingle.
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Dói-me. Dói-me muito. E não sei onde. Dói-me quando olho para ti, quando te vejo já ao longe, de anel encarcerado entre os teus dedos tão monstruosamente pequeninos. Dói-me saber que só te volto a ver quando já for tarde, e quando a dor se cansar de tanto me cansar. Tenho as mãos suadas e o coração a transpirar de tanto dar voltas e revira-voltas.
Dava tudo para saber estancar o palmo e meio de rasgo que me fazes na carne, não para o fazer, mas só para saber como actuar em caso de extrema urgência, que de urgência já eu vivo.
Dói-me muito, mas não sei onde. Se agora mesmo entrasse nas portas cansadas de um qualquer hospital, ficaria dia e meio para explicar onde e o que me dói. E ainda assim, dia e meio depois, estaria exactamente no mesmo ponto da conversa. Estaria de frente para uma bata branca, curvado de dores, de soro a violar-me o braço e o sangue, e de coração semi-risonho, como uma criança que faz das suas e olha para o lado para que ninguém a veja. "Juro que me dói senhor doutor, juro-lhe." De que vale explicar uma dor a quem nunca a sentiu?
A dor que me causas passa os limites de cinco países juntos.
Apetece-me beber-te a conta-gotas.
Dói-me. Dói-me muito. E quando me disseres onde, vai doer-me muito mais.
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Saudades
E se eu sentir saudades?
Mesmo assim,
longe de ti, te amarei.
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Algum de vós, já reparou na 'vozinha' do senhor que está sempre na portagem 10???
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Hoje o Benfica perdeu com o Sporting. Não me falem de árbitros, nem mesmo do tal penalti ao primeiro minuto que todo mundo viu que existiu. Não falem disso, porque depois do Benfica jogar como jogou, isso deixa de ser argumento. Não pode ser, nem pode haver argumentos para justificar há 2 meses estarmos com 4 pontos de avanço e hoje estamos com 5 de atraso. Argumento só há um, e chama-se Jorge Jesus. Deixem-me a liberdade de pensar que quando Jorge Jesus, depois do jogo de hoje, justifica toda a péssima exibição com um penalti que não foi marcado, não pode ser treinador para o Benfica. Um dos dois viu um jogo diferente. Eu vi uma equipa má, a ganhar a uma equipa péssima. Tudo o resto, toda esta dor e desilusão de um Benfiquista, fica amarga quando se perde um jogo contra uma equipa como o Sporting. Haveria tanto para falar hoje, tanto que qualquer Benfiquista podia dizer, a começar na dualidade de critérios, passando pelo jogador Pablo Aimar, que deveria receber o prémio de Fair play, e foi pioneiro no castigo de 2 jogos de suspensão precisamente em Braga e Sporting; Poderíamos até falar da derrota do Marítimo, abrindo caminho para o 4º lugar ao Sporting, mas não. Jorge Jesus com as exibições que faz, não permite sequer que levantemos a cara para falar de tudo isso que vai ficando na garganta de todos os Benfiquistas. Retira-nos a moral para manifestar o óbvio! Chega. O risco de momento é a ilusão que os adeptos do Sporting estão a passar, mas quanto a isso, a queda vai ser como todas as outras habituais.
Enfim, um Benfica que joga assim, merece tudo menos ser Campeão.
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Só uma coisa... 'Ganhas-te', 'Perdes-te', 'Andas-te', 'Corres-te'... e por aí fora, NÃO EXISTE! Isto NÃO é justaposição! Vá lá...
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Que mulher mais bonita!!

Ah, espera... Esta é a minha!

Amo-te muito! *
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Que posição confortável esta a do nosso Primeiro Ministro. Sem acaso surgiu o tema das condições do acordo com o Fundo Monetário. O Dr. Passos Coelho, disse sem reservas que esse empréstimo, foi estabelecido e acordado pelo anterior governo (Socialista), e cabe ao governo actual apenas cumprir essas mesmas condições outrora aceites. Se é exequível? Claro que sim, até porque se não for... As condições foram (terrivelmente) acordadas pelo governo anterior.
Passam nove meses e José Sócrates continua a governar o país.
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Relativamente ás alterações do Código Penal, e do Código de Processo Penal, são em sede de 'aplicação de medidas de coacção', e ainda a 'possibilidade das declarações dos arguidos prestadas ao advogado e a magistrado do MP, ou judicial, serem válidas em julgamento'. A Dra. Paula Teixeira da Cruz, propôs ainda alterações em matéria relativa aos 'efeitos da prescrição'.

No que diz respeito ás alterações na 'aplicação das medidas de coacção', significa que será então possível, que os juízes apliquem medidas de coacção mais gravosas ao arguido, do que as que tenham sido propostas pelo MP. Embora, seja o MP a entidade que tem legitimidade para promover o processo penal, e aquela que está por excelência vinculada ao impulso processual - Entenda-se Princípio da legalidade da iniciativa -, entendo que se trata de uma medida munida de uma justiça lógica ao processo. Actualmente, é um facto que o juiz não pode de forma alguma, decretar uma medida de coacção mais gravosa ao arguido, do que a proposta pelo MP, mas pode aplicar uma medida menos gravosa, ou seja, mais favorável ao agente. Nesta perspectiva, não penso que se tenha descoberto o 'calcanhar de aquiles' do nosso Processo Penal, mas é certo e entendo, que faz algum sentido essa medida, quando abordamos esta reforma penal numa perspectiva de competências, relembrando que 'o espirito do julgador' cabe unicamente ao juiz, que poderá ter uma convicção ligeiramente diferenciada do MP, que tem como competência e legitimidade principal, a promoção do processo.

Relativamente á possibilidade das declarações dos arguidos prestadas ao advogado e a magistrado do MP, ou judicial, serem válidas em julgamento, é de extrema importância não cair no erro do exagero, nem da contaminação geral. Entendo que será esta uma medida capaz de melhorar o nosso sistema penal, mas apenas e só, sempre que esta medida se aplique ás declarações dos arguidos prestadas estritamente ao advogado ou a magistrado do MP, e não mais que isso.

Já abordando a matéria dos 'efeitos da prescrição', a M.J, refere-se á prescrição relativa ao processo crime, em que sempre que o arguido interponha recurso, o prazo da prescrição para o crime em questão fica suspenso, até ao dia da audiência de recurso (Seja da primeira instância para a relação, quer para o STJ).
Actualmente, os prazos de prescrição de processos crime, podem ir de 8 meses a 15 anos, dependente da moldura penal do crime, e é contabilizado desde a notícia do crime, até ao transito em julgado.
Com esta reforma, permite que o arguido possa exercer (sempre que a lei permita) o seu direito a recorrer, e impossibilita que os recursos sejam interpostos apenas com um intuito directo de tentar prescrever o crime, gerando assim uma «não-justiça», pervertendo todo um processo de busca de verdade.

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Agora já és maior, e adulto perante uma sociedade. No entanto há coisas que não te podes esquecer; é que quantos mais privilégios temos, mais responsabilidades existem, e mais exigem de nós. Estás numa fase de aprendizagem por excelência, e deves aprender a ser um adulto com carisma. Aprender por exemplo que por mais que tentem, nunca vão convencer um rato de que um gato lhe trás boa sorte, porque é mentira! Aprender que por mais cabeças que oiças, a decisão tem de sair da tua, porque é precisamente em ti que vão desabar as consequências das tuas decisões. Por agora já és maior, mas faz o caminha até que te tornes um HOMEM, porque maiores somos todos. Parabéns puto, um abraço!*
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Boas notícias! Relativamente á forma e ao conteúdo do discurso do Primeiro ministro Dr. Passos Coelho, tal como o próprio conceito de 'discurso político' indica, são conceitos de impossível desassociação. Esta noite mantiveram-se estoicamente associados. Ambos pouco abaixo de lamentável.
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Quando se aborda o já fustigado tema do Acordo ortográfico, é de extrema importância ressalvar as duas perspectivas no qual o mesmo deve ser interpelado. A perspectiva legal, e a perspectiva do carácter e dos princípios, da honra e da cultura.
No que toca ao carácter legal, o AO não pode de forma alguma ser aplicado em Portugal, e mais grave que isso, agregado ao ensino básico, formatando assim os estudantes ao erro, e provocando uma enorme descompensação no critério de escrita. E não pode porquê? Que nem Aristóteles frisou, «Uma lei é uma ordem, e uma boa lei, é uma boa ordem», e desta forma a aplicação do AO, remete-nos de imediato para o plano legal, no qual para o mesmo vigorar em Portugal, teria o acordo de ser assinado por todos os estados de língua oficial portuguesa, para permitir assim a sua ratificação, o que actualmente ainda não aconteceu.
Na realidade existem dois estados de língua oficial portuguesa, que se mantêm resistentes relativamente á aceitação do AO. Até posição em contrário, a aplicação do AO, fica então em suspensão, aguardando porventura uma aceitação totalista dos PALOP.
Entretanto, de tudo fazem para materializar a aplicação deste AO, esquecendo o plano legal. Esta aplicação forçada e ilegal, tem e continuará a ter impacto na cultura, nas mentalidades e ideologias. Impacto esse no âmbito laboral e económico, quando grupos como a GALP ENERGIA, consultorias e contact centers como a CUSTUMER CONTACT CENTER, «obrigam» os seus trabalhadores e representantes a aplicarem o AO.
Estas mesmas medidas forçadas têm também enorme impacto na educação. Na educação, quando um aluno é prejudicado num teste de Português, e tem assim uma nota inferior, porque não aplicou numa ou outra palavra o dito AO. No entanto, este aluno apenas aplicou o que aprendeu, fruto de uma formação, que no caso foi paga a sacrifício pelos seu encarregados de educação.
No âmbito do carácter, dos princípios, da honra e da cultura, já se torna «obrigatoriamente aceitável» que tenhamos de viver no nosso Portugal de governos cobardes, onde os chineses ficam com a electricidade, e nós continuamos a pagar as facturas a preços de concorrência monopolista, pondo em causa grande parte do nosso desenvolvimento económico, como sendo um dos principais factores impeditivos do mesmo.
Que os espanhóis controlem maioritariamente o espaço aéreo português, e que a TAP seja oferecida aos brasileiros, eu ainda me vou sentido com sorte de ter o aeroporto em Portugal, agora, senhores, estamos a falar de alterações a uma língua. Alterações essas que por ironia, foram os meus antepassados que há 500 anos levaram o Português enquanto língua a terras de Vera Cruz.
Assim feito, entendo que todas estes movimentos têm uma realidade conceptual bastante perceptível ao mais leigo dos cidadãos, e chama-se Crime contra o património! Estamos a falar de um país, do nosso país! O nosso Portugal. Aquele nosso país que arrasta multidões e por ignorância de alguns, só se faz sentir orgulhoso de o ser quando o Cristiano Ronaldo corre para uma bola. Mas é errado. Deveríamos ser todos muito mais que isso. Muito mais portugueses. Devia ser de conhecimento público que um país é mais que as suas fronteiras, um país é uma bandeira e uma língua, é uma alma.
Esta camuflagem sem nexo, não passa de uma perca daquilo que melhor defende um país. A sua soberania.
Diz-nos a nossa lei fundamental, a Constituição da República Portuguesa, no art. 3º, que «a soberania é una e indivisível, RESIDE NO POVO, que a exerce...». Mas que povo?
É, e será sempre um povo a gerar a sua língua, e nunca, jamais uma língua a criar um povo. Não pode existir AO algum que despreze a língua falada, pois é símbolo nacional o que nos referimos.
Revoltem-se os estadistas, e constitucionalistas. Revolto-me eu em sonhos, e nesses mesmos sonhos lá estou eu como Comandante Supremo das Forças Armadas, onde me dirijo ao povo para dizer «“Os senhores assinem o que quiserem, até podem dar de volta o Algarve aos mouros. Mas eu jurei defender Portugal e entendo que a língua que falamos e escrevemos é património de Portugal.»
Sim, porque enquanto eu puder, continuarei a escrever o Português que o Professor Manuel me ensinou, na escolinha primária verde.
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Há realmente características que poderiam ser abolidas da capacidade do ser humano. A ingratidão é para mim a de mais difícil digestão. Compreendo os dias maus, as semanas más, e até mesmo o mês que não correu bem. Compreendo que os dias maus se possam transformar num discurso mais rude, numa presença mais fria, e até mesmo num olhar acusatório de tudo o que mexe. Ainda assim, não compreendo que situação alguma dê lugar á Ingratidão. Ingratidão é a traição, é o meu ser conservador em luta com a injustiça liberal e desonesta. Sou um homem de lei, mas acima de tudo um homem de justiça. Baseio as minhas opções e relações, muito pela fasquia da justiça, do ‘ser justo com’. Ingratidão faz-me gerar a visão de insegurança de um mundo cão, onde já não mais há valores, princípios e condições. Não se pode ser ingrato, sem se estar sob pena de um julgamento profundo, que se relaciona por inteiro com um intimo egoísta e desenquadrado de um mínimo senso e conceito de sociedade. Pelo menos por mim. Mas afinal, quem sou eu?
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Como me regozijo em ser notiticado de forma a que o envelope até pode (quem sabe) ter voado por esses ares de Lisboa! Na realidade, a 'competência para', e a 'autoridade do' assim como os valores dos processos executivos têm mesmo de ser revistos.
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Está confirmado que dentro de aproximadamente um mês, o código de processo penal, e o código penal, irão sofrer algumas alterações intercalares. Na revista em questão, entendo em que todos os temas a que se propõe alteração, são de há muito, temas que urge uma re-análise na procura de solução á morosidade do actual sistema judicial. Desta forma, incidem os temas na 'Aplicação das medidas de coacção', assim como o da 'Possibilidade das declarações dos arguidos prestadas perante advogado e magistrado do ministério público ou judicial serem válidas em julgamento', o 'Regime de prescrições', e ainda os 'Efeitos dos recursos' e 'Eliminação da aclaração'. Os pontos chave foram tocados, e agora é questão de aguardar que a materialização destas alterações se manifestem no resultado desejado, colmatando as lacunas ás quais esta alteração se propôs.

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Mais um. Luís, Amélia, Joana, Capitão Mário Branco, Francisco, e mesmo a D. Beatriz, vão deixar saudades.


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"Pior, ela não é feia... Ela é geneticamente foleira. A frase desperta-me da inércia de mais uma viagem a caminho de casa. Ao meu lado, duas produtoras de televisão ou algo parecido falam de outra pessoa. A conversa chega-me aos ouvidos entre-cortada, entre a poesia de Carlos Drumond de Andrade e os ruídos de fundo. Passa-me quase ao lado até que a expressão 'geneticamente foleira' me faz erguer o sobrolho de curiosidade. Confesso que me deixou deliciado. Não ouvia uma tão ridiculamente engraçada desde 'trolha enough'. Na altura, pouco mais que adolescente e trocava um piropo com um amigo meu, entre risadinhas tão parvas quanto cúmplices. Era adjectivo obrigatório sempre que um de nós, movidos pelo natural explosão de hormonas, conheciamos uma rapariga gira ou fisicamente apelativa, mas aquém das nossas exigências intelectuais. A 'trolha enough' tinha para nós um significado muito idêntico ao de hoje. Voltando ao epíteto 'genéticamente foleira', tanto quanto percebi, establece que os traços fisionómicos por exemplo, podem constituir um motivo de avaliação social. Segundo a interlocutora, há características que determinam se a pessoa é ou não 'genéticamente foleira', e dificilmente são contornadas pelo estatuto ou quaisquer outros adereços adquiridos. Não me vou apoderar da expressão, mas confesso com algun embaraço que me recordo dela para 'etiquetar' algumas figuras que conheço. É discutível, facciosa e até segregadora, mas simplifica muitas considerações. Uma vez ou outra, dou por mim a pensar nesta ou naquela pessoa bem sucedida, elegante e intelegente a quem falta um "je ne sais quoi". No caso de ausência de "je ne sais quoi", é o promenor que a faz ser 'genéticamente foleira'. Uma patetice, claro..."
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Aquilo lá para os lados do frio, deu-se um arrufo de namorados não foi? São fases nas relações, que todos passamos por elas. A deles chama-se «Merkel afina o Franciú!»
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If you can promise me anything... Promise me that whenever you're sad or unsure, or you lose complete faith, that you'll try to see yourself through my eyes, coz for me... You know how to be perfect. Thank you for the honor of being my babe. I'm a man with no regrets. How lucky i am. You made my life princesa, and always love you!


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