Com tecnologia do Blogger.
  • Home
  • Regras sobre conteúdos
  • Ivo de Almeida em olhares
  • Biografia
  • A Prova Digital (Livro)
facebook twitter instagram Tumblr bloglovin Email

CrIvo de Almeida™


Que posição confortável esta a do nosso Primeiro Ministro. Sem acaso surgiu o tema das condições do acordo com o Fundo Monetário. O Dr. Passos Coelho, disse sem reservas que esse empréstimo, foi estabelecido e acordado pelo anterior governo (Socialista), e cabe ao governo actual apenas cumprir essas mesmas condições outrora aceites. Se é exequível? Claro que sim, até porque se não for... As condições foram (terrivelmente) acordadas pelo governo anterior.
Passam nove meses e José Sócrates continua a governar o país.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Relativamente ás alterações do Código Penal, e do Código de Processo Penal, são em sede de 'aplicação de medidas de coacção', e ainda a 'possibilidade das declarações dos arguidos prestadas ao advogado e a magistrado do MP, ou judicial, serem válidas em julgamento'. A Dra. Paula Teixeira da Cruz, propôs ainda alterações em matéria relativa aos 'efeitos da prescrição'.

No que diz respeito ás alterações na 'aplicação das medidas de coacção', significa que será então possível, que os juízes apliquem medidas de coacção mais gravosas ao arguido, do que as que tenham sido propostas pelo MP. Embora, seja o MP a entidade que tem legitimidade para promover o processo penal, e aquela que está por excelência vinculada ao impulso processual - Entenda-se Princípio da legalidade da iniciativa -, entendo que se trata de uma medida munida de uma justiça lógica ao processo. Actualmente, é um facto que o juiz não pode de forma alguma, decretar uma medida de coacção mais gravosa ao arguido, do que a proposta pelo MP, mas pode aplicar uma medida menos gravosa, ou seja, mais favorável ao agente. Nesta perspectiva, não penso que se tenha descoberto o 'calcanhar de aquiles' do nosso Processo Penal, mas é certo e entendo, que faz algum sentido essa medida, quando abordamos esta reforma penal numa perspectiva de competências, relembrando que 'o espirito do julgador' cabe unicamente ao juiz, que poderá ter uma convicção ligeiramente diferenciada do MP, que tem como competência e legitimidade principal, a promoção do processo.

Relativamente á possibilidade das declarações dos arguidos prestadas ao advogado e a magistrado do MP, ou judicial, serem válidas em julgamento, é de extrema importância não cair no erro do exagero, nem da contaminação geral. Entendo que será esta uma medida capaz de melhorar o nosso sistema penal, mas apenas e só, sempre que esta medida se aplique ás declarações dos arguidos prestadas estritamente ao advogado ou a magistrado do MP, e não mais que isso.

Já abordando a matéria dos 'efeitos da prescrição', a M.J, refere-se á prescrição relativa ao processo crime, em que sempre que o arguido interponha recurso, o prazo da prescrição para o crime em questão fica suspenso, até ao dia da audiência de recurso (Seja da primeira instância para a relação, quer para o STJ).
Actualmente, os prazos de prescrição de processos crime, podem ir de 8 meses a 15 anos, dependente da moldura penal do crime, e é contabilizado desde a notícia do crime, até ao transito em julgado.
Com esta reforma, permite que o arguido possa exercer (sempre que a lei permita) o seu direito a recorrer, e impossibilita que os recursos sejam interpostos apenas com um intuito directo de tentar prescrever o crime, gerando assim uma «não-justiça», pervertendo todo um processo de busca de verdade.

Share
Tweet
Pin
Share
No comentários

Agora já és maior, e adulto perante uma sociedade. No entanto há coisas que não te podes esquecer; é que quantos mais privilégios temos, mais responsabilidades existem, e mais exigem de nós. Estás numa fase de aprendizagem por excelência, e deves aprender a ser um adulto com carisma. Aprender por exemplo que por mais que tentem, nunca vão convencer um rato de que um gato lhe trás boa sorte, porque é mentira! Aprender que por mais cabeças que oiças, a decisão tem de sair da tua, porque é precisamente em ti que vão desabar as consequências das tuas decisões. Por agora já és maior, mas faz o caminha até que te tornes um HOMEM, porque maiores somos todos. Parabéns puto, um abraço!*
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Boas notícias! Relativamente á forma e ao conteúdo do discurso do Primeiro ministro Dr. Passos Coelho, tal como o próprio conceito de 'discurso político' indica, são conceitos de impossível desassociação. Esta noite mantiveram-se estoicamente associados. Ambos pouco abaixo de lamentável.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários

Quando se aborda o já fustigado tema do Acordo ortográfico, é de extrema importância ressalvar as duas perspectivas no qual o mesmo deve ser interpelado. A perspectiva legal, e a perspectiva do carácter e dos princípios, da honra e da cultura.
No que toca ao carácter legal, o AO não pode de forma alguma ser aplicado em Portugal, e mais grave que isso, agregado ao ensino básico, formatando assim os estudantes ao erro, e provocando uma enorme descompensação no critério de escrita. E não pode porquê? Que nem Aristóteles frisou, «Uma lei é uma ordem, e uma boa lei, é uma boa ordem», e desta forma a aplicação do AO, remete-nos de imediato para o plano legal, no qual para o mesmo vigorar em Portugal, teria o acordo de ser assinado por todos os estados de língua oficial portuguesa, para permitir assim a sua ratificação, o que actualmente ainda não aconteceu.
Na realidade existem dois estados de língua oficial portuguesa, que se mantêm resistentes relativamente á aceitação do AO. Até posição em contrário, a aplicação do AO, fica então em suspensão, aguardando porventura uma aceitação totalista dos PALOP.
Entretanto, de tudo fazem para materializar a aplicação deste AO, esquecendo o plano legal. Esta aplicação forçada e ilegal, tem e continuará a ter impacto na cultura, nas mentalidades e ideologias. Impacto esse no âmbito laboral e económico, quando grupos como a GALP ENERGIA, consultorias e contact centers como a CUSTUMER CONTACT CENTER, «obrigam» os seus trabalhadores e representantes a aplicarem o AO.
Estas mesmas medidas forçadas têm também enorme impacto na educação. Na educação, quando um aluno é prejudicado num teste de Português, e tem assim uma nota inferior, porque não aplicou numa ou outra palavra o dito AO. No entanto, este aluno apenas aplicou o que aprendeu, fruto de uma formação, que no caso foi paga a sacrifício pelos seu encarregados de educação.
No âmbito do carácter, dos princípios, da honra e da cultura, já se torna «obrigatoriamente aceitável» que tenhamos de viver no nosso Portugal de governos cobardes, onde os chineses ficam com a electricidade, e nós continuamos a pagar as facturas a preços de concorrência monopolista, pondo em causa grande parte do nosso desenvolvimento económico, como sendo um dos principais factores impeditivos do mesmo.
Que os espanhóis controlem maioritariamente o espaço aéreo português, e que a TAP seja oferecida aos brasileiros, eu ainda me vou sentido com sorte de ter o aeroporto em Portugal, agora, senhores, estamos a falar de alterações a uma língua. Alterações essas que por ironia, foram os meus antepassados que há 500 anos levaram o Português enquanto língua a terras de Vera Cruz.
Assim feito, entendo que todas estes movimentos têm uma realidade conceptual bastante perceptível ao mais leigo dos cidadãos, e chama-se Crime contra o património! Estamos a falar de um país, do nosso país! O nosso Portugal. Aquele nosso país que arrasta multidões e por ignorância de alguns, só se faz sentir orgulhoso de o ser quando o Cristiano Ronaldo corre para uma bola. Mas é errado. Deveríamos ser todos muito mais que isso. Muito mais portugueses. Devia ser de conhecimento público que um país é mais que as suas fronteiras, um país é uma bandeira e uma língua, é uma alma.
Esta camuflagem sem nexo, não passa de uma perca daquilo que melhor defende um país. A sua soberania.
Diz-nos a nossa lei fundamental, a Constituição da República Portuguesa, no art. 3º, que «a soberania é una e indivisível, RESIDE NO POVO, que a exerce...». Mas que povo?
É, e será sempre um povo a gerar a sua língua, e nunca, jamais uma língua a criar um povo. Não pode existir AO algum que despreze a língua falada, pois é símbolo nacional o que nos referimos.
Revoltem-se os estadistas, e constitucionalistas. Revolto-me eu em sonhos, e nesses mesmos sonhos lá estou eu como Comandante Supremo das Forças Armadas, onde me dirijo ao povo para dizer «“Os senhores assinem o que quiserem, até podem dar de volta o Algarve aos mouros. Mas eu jurei defender Portugal e entendo que a língua que falamos e escrevemos é património de Portugal.»
Sim, porque enquanto eu puder, continuarei a escrever o Português que o Professor Manuel me ensinou, na escolinha primária verde.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Há realmente características que poderiam ser abolidas da capacidade do ser humano. A ingratidão é para mim a de mais difícil digestão. Compreendo os dias maus, as semanas más, e até mesmo o mês que não correu bem. Compreendo que os dias maus se possam transformar num discurso mais rude, numa presença mais fria, e até mesmo num olhar acusatório de tudo o que mexe. Ainda assim, não compreendo que situação alguma dê lugar á Ingratidão. Ingratidão é a traição, é o meu ser conservador em luta com a injustiça liberal e desonesta. Sou um homem de lei, mas acima de tudo um homem de justiça. Baseio as minhas opções e relações, muito pela fasquia da justiça, do ‘ser justo com’. Ingratidão faz-me gerar a visão de insegurança de um mundo cão, onde já não mais há valores, princípios e condições. Não se pode ser ingrato, sem se estar sob pena de um julgamento profundo, que se relaciona por inteiro com um intimo egoísta e desenquadrado de um mínimo senso e conceito de sociedade. Pelo menos por mim. Mas afinal, quem sou eu?
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários

Como me regozijo em ser notiticado de forma a que o envelope até pode (quem sabe) ter voado por esses ares de Lisboa! Na realidade, a 'competência para', e a 'autoridade do' assim como os valores dos processos executivos têm mesmo de ser revistos.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários

Está confirmado que dentro de aproximadamente um mês, o código de processo penal, e o código penal, irão sofrer algumas alterações intercalares. Na revista em questão, entendo em que todos os temas a que se propõe alteração, são de há muito, temas que urge uma re-análise na procura de solução á morosidade do actual sistema judicial. Desta forma, incidem os temas na 'Aplicação das medidas de coacção', assim como o da 'Possibilidade das declarações dos arguidos prestadas perante advogado e magistrado do ministério público ou judicial serem válidas em julgamento', o 'Regime de prescrições', e ainda os 'Efeitos dos recursos' e 'Eliminação da aclaração'. Os pontos chave foram tocados, e agora é questão de aguardar que a materialização destas alterações se manifestem no resultado desejado, colmatando as lacunas ás quais esta alteração se propôs.

Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Mais um. Luís, Amélia, Joana, Capitão Mário Branco, Francisco, e mesmo a D. Beatriz, vão deixar saudades.


Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
"Pior, ela não é feia... Ela é geneticamente foleira. A frase desperta-me da inércia de mais uma viagem a caminho de casa. Ao meu lado, duas produtoras de televisão ou algo parecido falam de outra pessoa. A conversa chega-me aos ouvidos entre-cortada, entre a poesia de Carlos Drumond de Andrade e os ruídos de fundo. Passa-me quase ao lado até que a expressão 'geneticamente foleira' me faz erguer o sobrolho de curiosidade. Confesso que me deixou deliciado. Não ouvia uma tão ridiculamente engraçada desde 'trolha enough'. Na altura, pouco mais que adolescente e trocava um piropo com um amigo meu, entre risadinhas tão parvas quanto cúmplices. Era adjectivo obrigatório sempre que um de nós, movidos pelo natural explosão de hormonas, conheciamos uma rapariga gira ou fisicamente apelativa, mas aquém das nossas exigências intelectuais. A 'trolha enough' tinha para nós um significado muito idêntico ao de hoje. Voltando ao epíteto 'genéticamente foleira', tanto quanto percebi, establece que os traços fisionómicos por exemplo, podem constituir um motivo de avaliação social. Segundo a interlocutora, há características que determinam se a pessoa é ou não 'genéticamente foleira', e dificilmente são contornadas pelo estatuto ou quaisquer outros adereços adquiridos. Não me vou apoderar da expressão, mas confesso com algun embaraço que me recordo dela para 'etiquetar' algumas figuras que conheço. É discutível, facciosa e até segregadora, mas simplifica muitas considerações. Uma vez ou outra, dou por mim a pensar nesta ou naquela pessoa bem sucedida, elegante e intelegente a quem falta um "je ne sais quoi". No caso de ausência de "je ne sais quoi", é o promenor que a faz ser 'genéticamente foleira'. Uma patetice, claro..."
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Aquilo lá para os lados do frio, deu-se um arrufo de namorados não foi? São fases nas relações, que todos passamos por elas. A deles chama-se «Merkel afina o Franciú!»
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
If you can promise me anything... Promise me that whenever you're sad or unsure, or you lose complete faith, that you'll try to see yourself through my eyes, coz for me... You know how to be perfect. Thank you for the honor of being my babe. I'm a man with no regrets. How lucky i am. You made my life princesa, and always love you!


Share
Tweet
Pin
Share
No comentários

É uma prova de desagrado geral para com o estado do país, desta forma directamente na pessoa do Presidente da República, após as infelizes, quiçá vergonhosas declarações que o mesmo proferiu. Já tratou de tentar reparar o erro, não só com novas declarações, como por carta escrita á Lusa. Tratou-se simplesmente de uma tentativa vã de «tentar desculpar o indesculpável». Ficou na boca do país e pior que isso, na memória dos cidadãos, gerando-se assim uma corrente reivindicativa que tratou de colocar em alvoroço toda a classe política Portuguesa. Por sua vez, esta mesma classe, fala agora com uma revolta compreensível, mas assim como qualquer radicalismo, há-de se fazer atenção ao fundamento e ás medidas que nos propomos a tomar. A petição electrónica, é uma demonstração de um descontentamento geral, do qual o avultoso número de signatários já fala por si. As mais de quatro mil assinaturas são necessárias para uma apreciação por parte da AR, contudo, é também importante de esclarecer, que ESTA petição não é admissível de apreciação pela assembleia da república, pois estamos perante uma petição de «objecto impossível». A nossa lei fundamental, chama-se Constituição da República Portuguesa, e é precisamente este diploma que não permite a demissão do Presidente do república, que não responde sob nenhum outro órgão de soberania. Compreende-se da leitura da lei, que o Presidente da República, apenas pode terminar o exercício das suas funções como tal, numa perspectiva voluntária, ou involuntária. Entenda-se que a voluntária é o próprio demitir-se por opção, ou em razão de problemas de saúde, e involuntária é apenas a morte. Significa isto, que a Constituição não prevê a demissão do PR, baseando-se no fundamento da petição.
Este era um esclarecimento que urgia nos cibernautas mais revoltosos.
No entanto, no meu ponto de vista, tal como acima descrito, esta petição surge sendo o ideal, porventura, numa perspectiva de primeira grande manifestação da participação dos cidadão na vida política. Tento havido muitas criticas relativas á falta de participação dos cidadãos, estamos a realizar um exemplo de participação ordeira, sem recurso a manifestações violentas e que tem como base a demonstração do descontentamento português com o PR. É como tal que se mantém na extrema importância todos os portugueses que se revejam na revolta a que esta corrente nos alude, constar como signatário.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Mas qual Facebook? Na Blogosfera, Aníbal Cavaco Silva tem feito amigos a uma velocidade estonteante!
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários

A questão já nem é o azar do Sporting ao não conseguir vencer um único jogo no ano de 2012. Falamos agora da tremenda sorte que vão tendo. Hoje no Algarve, foi mesmo uma tremenda sorte terem conseguido o empate. Quem vos ouviu...
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários

E há outras que são.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Ela inclinou ligeiramente a cabeça para trás, e fitou-o nos olhos e o sorriso maroto evaporou-se-lhe da boca e o rosto perfeito tornou-se meigo e doce, tão langoroso e suave como a resposta que soprou num murmúrio ardente. "Olá".
Pela primeira vez tão perto um do outro, pôde ele cheirar-lhe o perfume de rosas e ela sentiu-lhe o cheiro a rapaz que já era homem. Os olhos de mel, fundiram-se com os castanhos dele, as respirações enlaçadas num único fôlego, os corações inflamados de ardor, ambos perscrutando o rosto do outro com a intensidade de quem sabe que encontrou o amor.
Incapaz de resistir, ele inclina-se devagar sobre ela. Foi apenas um movimento ligeiro, mas o suficiente para lhe tocar os lábios aveludados, primeiro ao de leve, como quem prova um doce, depois com sofreguidão, a gula tornada fome; eram pétalas açucaradas, gomos deliciosos que se abriam como uma flor diante do Sol. O dia fez ambos perderem-se para lá do horizonte, num paraíso de sensações e sentimentos, afogados um no outro, derretendo-se num amor incandescente. Era como se nada mais existisse no mundo; apenas havia o outro e aquele instante em que os lábios se colaram e os dois se fundiram num só.
O primeiro beijo.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Estes sim, sempre foram para mim os povos irmãos.

Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Após a fantástica FÓRMULA DE DEUS, Portugal regressa aos anos 30. Salazar acaba de ascender ao poder, e com mãos de ferro vai impondo ordem no país. Portugal muda de vida. As contas públicas são equílibradas, Beatriz Costa anima o Parque Mayer, a PVDE cala a oposição. Luis é estudante idealista que se cruza no liceu de Bragança com os olhos cor de mel de Amélia. O amor entre os dois, vai porém, ser duramente posto á prova por três acontecimentos que os ultrapassam: a oposição da mãe da rapariga, um assassinato inesperado e a guerra civil de Espanha. Através da história de uma paixão que desafia os valores tradicionais do Portugal conservador, este fascinante romance transporta-nos ao fogo dos anos em que se forjou o estado novo. Com A VIDA NUM SOPRO, José Rodrigues dos Santos confirma a sua mestria e o lugar que para mim já ocupa nas letras portuguesas.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Newer Posts
Older Posts

Autor

About Me

.: Timeo hominem unius libri :.

Redes Sociais

  • facebook
  • twitter
  • instagram
  • Google+
  • pinterest
  • youtube

Pesquisar neste blogue

Os seguidores

ASSINAR NEWSLETTER

Vizinhos de qualidade

  • duas ou três coisas
    As vindimas
    Há 59 minutos
  • Delito de Opinião
    Fora da caixa (9)
    Há 3 horas
  • A Estátua de Sal
    Rui Rio: um bom adjunto para Costa
    Há 3 horas
  • Visão de Mercado
    Resgate ao Nakajima
    Há 5 horas
  • Ladrões de Bicicletas
    A Amazónia continua a arder
    Há 7 horas
  • Entre as brumas da memória
    Campanhas e campanhas
    Há 9 horas
  • Às nove no meu blogue
    re. *
    Há 10 horas
  • Economia e Finanças
    Melhores Spreads e TAEG no Crédito à Habitação Setembro 2019
    Há 11 horas
  • Corta-fitas
    A presunção e a estupidez urbanas exibem-se em cartaz
    Há 15 horas
  • Da Literatura
    PITAGÓRICA
    Há 15 horas
  • Aspirina B
    Ursula von der Leyen explica-se sobre “o nosso modo de vida europeu”. E não se explica mal
    Há 16 horas
  • BLASFÉMIAS
    Abriu a época das promessas eleitorais
    Há 17 horas
  • Aventar
    Quer conhecer os programas eleitorais de (quase) todos os partidos a votos nas próximas Legislativas? Veio (como habitualmente) ao sítio certo
    Há 18 horas
  • Malomil
    Duas ou três coisas que não sei sobre a Maçonaria.
    Há 20 horas
  • A Terceira Noite
    O perigo e o erro da História «certa»
    Há 1 dia
  • O Insurgente
    Iniciativa Liberal: A Alternativa ao Socialismo é o Liberalismo
    Há 2 dias
  • A Destreza das Dúvidas
    Evaporação para leigos
    Há 2 dias
  • A Areia dos Dias
    Testemunho de um economista social
    Há 4 dias
  • Causa Nossa
    Bicentenário do constitucionalismo em Portugal (8): Nas origens da Constituição de 1822
    Há 1 semana
  • Esquerda Republicana
    A Ciência e os argumentos de autoridade
    Há 1 semana
  • bomba inteligente
    Diário estival (2)
    Há 1 semana
  • Geringonça
    Coerência Democrata Cristã
    Há 3 semanas
  • um amor atrevido
    Há 6 meses

Blog Archive

Created with by ThemeXpose