Noticias em ordem do dia!
1- São hoje os tempos em que se dispara as responsabilidades do estado do país para todo o lado e mais algum. O importante é que desapareça, se for para longe tanto melhor.
2- Um banqueiro disse ontem á noite, pomposo, solene e pesaroso, que "andámos muitos anos a viver acima das nossas possibilidades" (José Maria Ricciardi a Mário Crespo). Como se os bancos não tivessem sido os primeiros a impingir crédito fácil para ganharem, como ganharam, muitos milhares de milhões. Antes tinha metido os pés pelas mãos a não explicar por que motivo traz dinheiro do BCE a 0,5 por cento e o empresta a 7 por cento, como disse o Presidente da República. Depois, negou qualquer conflito de interesses no facto de o BES assessorar a venda da TAP, tendo vendido a sua companhia aérea falida -a Portugália - à mesma TAP. Por fim, achou perfeitamente natural - como não? - que o Governo tenha contratado para assessorar a venda dos CTT um banco (o J.P.Morgan) que, ainda há poucas semanas, queria levar a tribunal por causa dos famigerados swaps. Há entrevistas a banqueiros que deviam ter bolinha vermelha.
3- O governo proibiu os organismos de pagar os subsídios de férias em Junho em razão de não existir fundos para tal. Ressurgiram-se inúmeras vozes a protestar que é absolutamente necessário deste modo, falar no total desrespeito por uma decisão do Tribunal Constitucional, e por inerência imperativa, no afastamento deste executivo do que é a democracia e o estado de direito. É certo que o governo não disse que não pagaria, mas antes que não o faria no prazo acordado também pelo Tribunal Constitucional. Quando/se eu não respeitar um acórdão de um tribunal no relativamente ao prazo, qual me obrigue a pagar uma indemnização, incorro imediatamente numa violação do disposto em sentença, onde por sinal existem imediatamente mecanismos que disparam para me forçar ao cumprimento da mesma. É isto.
4- Por fim, se hoje a marcha de BENFICA ganhar, é certo que vou festejar para o Marquês de Pombal. Que me perdoem, mas tenho este recalcamento de alguns meses, em festejar um título na rotunda mais conhecida de Lisboa. Compreendam!
1- São hoje os tempos em que se dispara as responsabilidades do estado do país para todo o lado e mais algum. O importante é que desapareça, se for para longe tanto melhor.
2- Um banqueiro disse ontem á noite, pomposo, solene e pesaroso, que "andámos muitos anos a viver acima das nossas possibilidades" (José Maria Ricciardi a Mário Crespo). Como se os bancos não tivessem sido os primeiros a impingir crédito fácil para ganharem, como ganharam, muitos milhares de milhões. Antes tinha metido os pés pelas mãos a não explicar por que motivo traz dinheiro do BCE a 0,5 por cento e o empresta a 7 por cento, como disse o Presidente da República. Depois, negou qualquer conflito de interesses no facto de o BES assessorar a venda da TAP, tendo vendido a sua companhia aérea falida -a Portugália - à mesma TAP. Por fim, achou perfeitamente natural - como não? - que o Governo tenha contratado para assessorar a venda dos CTT um banco (o J.P.Morgan) que, ainda há poucas semanas, queria levar a tribunal por causa dos famigerados swaps. Há entrevistas a banqueiros que deviam ter bolinha vermelha.
3- O governo proibiu os organismos de pagar os subsídios de férias em Junho em razão de não existir fundos para tal. Ressurgiram-se inúmeras vozes a protestar que é absolutamente necessário deste modo, falar no total desrespeito por uma decisão do Tribunal Constitucional, e por inerência imperativa, no afastamento deste executivo do que é a democracia e o estado de direito. É certo que o governo não disse que não pagaria, mas antes que não o faria no prazo acordado também pelo Tribunal Constitucional. Quando/se eu não respeitar um acórdão de um tribunal no relativamente ao prazo, qual me obrigue a pagar uma indemnização, incorro imediatamente numa violação do disposto em sentença, onde por sinal existem imediatamente mecanismos que disparam para me forçar ao cumprimento da mesma. É isto.
4- Por fim, se hoje a marcha de BENFICA ganhar, é certo que vou festejar para o Marquês de Pombal. Que me perdoem, mas tenho este recalcamento de alguns meses, em festejar um título na rotunda mais conhecida de Lisboa. Compreendam!
