Hoje apetece-me a escrita básica. Básica daquela que só falo do óbvio, do que todo o mundo sabe. A complexidade ficou no arroz de marisco de hoje, e soube tão bem.
Não é necessário ser-se um génio para notar que o que a sociedade oferece em abundância, é precisamente nessa abundância que existe a procura. É nestes pontos que me sinto, inadaptado. Sou um amputado emocional, Freak, Snob, força nos nomes. É tudo isso, certamente.
Devem tomar cuidado para não perder tempo comigo. Sou um saco de maus hábitos, de costumes. Por várias razões diga-se. O contacto comigo pode sair ínutil, na medida em que não sou um corpo que foi encontrado á noite, nem sequer uma boca que procura/precisa de ser beijada por uma outra qualquer. Não, afinem os filtros, apontem melhor, eu não sou esse rapaz. Esse estado de necessidade faz-me olhar o mundo como banal. Vê bem então, eu não preciso do teu dinheiro, nem mesmo do teu carro, nada disso me faz falta, como se de falta falasse. Na verdade, talvez eu, até fosse precisar dos teus braços, das tuas mãos para um cafuné, ou até do teu colo para me deitar. Talvez fosse precisar porventura, do teu concelho para quando eu tiver dúvidas sobre o que fazer comigo.
Não faço intenção de te pedir nada, ou cobrar aquilo que sei que não poderás dar. Seria estranho. Mas agora que falo, se nisto de estar próximo, existe ou cria em algum sentido a legitimidade e competência de poder pedir algo; bem, se assim for, eu peço. Arrisco-me, vá.
Peço que quando estiveres comigo, que sejas tu. Tu de corpo e alma. Ás vezes mais alma, outras mais corpo, mas o que não podes, é aparecer pela metade. Isso não seria justo para nenhum de nós.
Não tenho maturidade para falsas promessas, mas podes tentar, porque a ilusão terei de ser somente eu a criar, normalmente de olhos fechados. Faz sentido? E não, não estou á venda, nem quero saber onde tu moras, basta que tu saibas o caminho da minha casa. Muito menos quero saber o que fazes ou quanto tu ganhas, porque o essencial é saber se ganhas o dia, quando estás comigo.
Não é necessário ser-se um génio para notar que o que a sociedade oferece em abundância, é precisamente nessa abundância que existe a procura. É nestes pontos que me sinto, inadaptado. Sou um amputado emocional, Freak, Snob, força nos nomes. É tudo isso, certamente.
Devem tomar cuidado para não perder tempo comigo. Sou um saco de maus hábitos, de costumes. Por várias razões diga-se. O contacto comigo pode sair ínutil, na medida em que não sou um corpo que foi encontrado á noite, nem sequer uma boca que procura/precisa de ser beijada por uma outra qualquer. Não, afinem os filtros, apontem melhor, eu não sou esse rapaz. Esse estado de necessidade faz-me olhar o mundo como banal. Vê bem então, eu não preciso do teu dinheiro, nem mesmo do teu carro, nada disso me faz falta, como se de falta falasse. Na verdade, talvez eu, até fosse precisar dos teus braços, das tuas mãos para um cafuné, ou até do teu colo para me deitar. Talvez fosse precisar porventura, do teu concelho para quando eu tiver dúvidas sobre o que fazer comigo.
Não faço intenção de te pedir nada, ou cobrar aquilo que sei que não poderás dar. Seria estranho. Mas agora que falo, se nisto de estar próximo, existe ou cria em algum sentido a legitimidade e competência de poder pedir algo; bem, se assim for, eu peço. Arrisco-me, vá.
Peço que quando estiveres comigo, que sejas tu. Tu de corpo e alma. Ás vezes mais alma, outras mais corpo, mas o que não podes, é aparecer pela metade. Isso não seria justo para nenhum de nós.
Não tenho maturidade para falsas promessas, mas podes tentar, porque a ilusão terei de ser somente eu a criar, normalmente de olhos fechados. Faz sentido? E não, não estou á venda, nem quero saber onde tu moras, basta que tu saibas o caminho da minha casa. Muito menos quero saber o que fazes ou quanto tu ganhas, porque o essencial é saber se ganhas o dia, quando estás comigo.





