Facebook é incompatível com o amor. Sei que é radical a afirmação, mas infelizmente milhares de encalhados espalhados pelo mundo a apoiam. A sociedade vai sofrendo as metamorfoses normais da evolução, o chato é que essa modernidade glorifica a tecnologia prejudicando as relações. A culpa não é dele, nem dela. A culpa é do ‘like’, a culpa é da tal amiga do primeiro beijo que reapareceu, «tem cara de vaca, não tem?», a culpa é do rapaz que nunca mais a viu, e fala agora ao fim de 2 anos, como se ontem tivessem a chorar no ombro um do outro. Quem ama tem receio de perder, e é saudável se ficar por aqui. Não fica!
Não é que o planeta seja feito de egoístas, mas ter de partilhar a nossa cara-metade com 5.000 novos amigos, é um exercício que vai crescendo como lava, e a erupção surge um dia. «Não é que tenhas culpa amor, eles é que se esticam».
Se é verdade que bonitas relações começaram na rede social da moda, vos garanto que milhares delas são hoje só mudanças de estado (Por sinal com inúmeros Likes- vai-se lá entender). A linha é ténue e façam atenção a esse Facebook, pois é «Bullying cibernético» que esse Mark Zuckerber nos ofereceu.
O facebook foi aquele menino que tirou apontamentos do Hi5, a cor do Myspace e nasceu ainda mais forte na sua missão assolapada de dizimar os pombinhos. Corro o sério risco de me apaixonar pela primeira moçoila que no dia que ia abrir a conta de facebook, preferiu comer uma maçã.
Nesse dia, serei que nem Adão a trincar o fruto proibido da árvore da ciência.
Não é que o planeta seja feito de egoístas, mas ter de partilhar a nossa cara-metade com 5.000 novos amigos, é um exercício que vai crescendo como lava, e a erupção surge um dia. «Não é que tenhas culpa amor, eles é que se esticam».
Se é verdade que bonitas relações começaram na rede social da moda, vos garanto que milhares delas são hoje só mudanças de estado (Por sinal com inúmeros Likes- vai-se lá entender). A linha é ténue e façam atenção a esse Facebook, pois é «Bullying cibernético» que esse Mark Zuckerber nos ofereceu.
O facebook foi aquele menino que tirou apontamentos do Hi5, a cor do Myspace e nasceu ainda mais forte na sua missão assolapada de dizimar os pombinhos. Corro o sério risco de me apaixonar pela primeira moçoila que no dia que ia abrir a conta de facebook, preferiu comer uma maçã.
Nesse dia, serei que nem Adão a trincar o fruto proibido da árvore da ciência.

