Com tecnologia do Blogger.
  • Home
  • Regras sobre conteúdos
  • Ivo de Almeida em olhares
  • Biografia
  • A Prova Digital (Livro)
facebook twitter instagram Tumblr bloglovin Email

CrIvo de Almeida™

Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
De facto, há imenso tempo que sentia (ou não?) que o Bloco de Esquerda na querela da «adopção por pessoas do mesmo sexo», se movia por questões de fé.
É isso e a minha oposição agressiva à doutrina que determina uma “Família modelo” com: dois pais, uma mãe, e uma Pomba. Não sei... mas parece-me tão irreflectido como principiar um texto com: “De facto”.



Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Preciso iniciar esta nota dizendo que a decisão do Presidente da República era espectável e, quanto a mim, sensata e legítima! Em democracia governa quem ganha as eleições. Contudo, a comunicação é no mínimo insólita.  O conteúdo assertivo de hoje dissipou-se, no ruído da forma como o fez. Ouvimos novamente, um dirigente partidário e não um Presidente da República.

- A fundamentação que o Presidente da República utilizou, revelou a sua já ratificada tendenciosidade, omitindo que ‘tradição’ pode ser lei Civil, porém, jamais Constitucional. Nem pode ser invocada para resolver uma situação nova.
- Deveria ter aberto a sua justificação, recordando-se do valor da palavra. Valor da palavra quando expressou apenas indigitar um Primeiro-Ministro com maioria parlamentar. Era perfeitamente contornável, mas não se ouviu.


- O Presidente da República pode definir quais são os partidos na governação, porém, jamais com o fundamento de serem antí-europeístas. Catalogou-os, e deixou passar uma imagem perigosa – que BE e PCP, em razão da sua ideologia política, não têm os mesmos direitos democráticos do que os outros partidos – (Democraticamente) anulou a existência de dois partidos.


- Neste sentido interrogo, quando é que Cavaco vai recomendar a ilegalização do PC e do BE? Postura perigosa Sr. Presidente.

- Recordo-me do CDS ser um partido antí-europeísta. Neste caso o Presidente da República já credenciou a fidelidade da sua conversão?


- Por fim e no que à Lei diz respeito, falhou!
O Exmo. Sr. Presidente da República jamais deveria abalroar o art. 187.º n.º 1 da C.R.P., interpretando-o como obrigacional na indigitação que acabara de promover. Não é. Está claro na letra da lei que “Ter em conta os resultados” não significa “em consequência dos resultados”. O que modifica substancialmente a interpretação inadequada que fez.


- Caro Presidente da República era “proibido” dar a entender um impedimento ou incumbência emergente do Art. 187.º n.º 1 da C.R.P., porque manifestamente não existe. E porque o P.R. deveria acima de tudo, dominar a Constituição. Esse tema pedia o seu silêncio. Optou por evidenciá-lo, quanto a mim, erroneamente.
(Para não falar que existiu em 1982 um proposta de alteração à redacção do artigo, que concluiu chumbada).


- Aparenta-se notória a decisão de apresentar na A.R. uma moção de rejeição por parte da CDU. Deveria imperar o sentido de estado, e mais que nunca, a sagacidade.
Astúcia ao ponto de se produzir anuências com a coligação, serenar as hostes com algum eleitorado, unificar o partido, e o PS ficará assim, em condições de ser o último garante da austeridade em Portugal.


Na política não se ganha pelo vigor do ataque, mas pelo momento certo de o lançar. Não é agora.


Que o bastião da mudança seja a necessidade social e, jamais a vingança.



Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
O primeiro debate eleitoral resultou num debate que nunca o foi.

O BE, convergiu com a CDU na maioria dos temas abordados e quando o moderador acalentava ter encontrado ponto de discórdia entre eles (Euro), depressa Catarina Martins elucida, «Calma, não sei se existe discórdia».
Nada de novo, com a CDU com a mesma ideologia política impraticável de sempre, e um BE que abdicou completamente de uma autonomia que deveria ser explorada. Optou por se tornar um eco da CDU, que ao mesmo tempo que criticou a coligação e o PS, deixando em aberto um entendimento desde que não subordinado às políticas deste.

Merecíamos mais. Especialmente esta coligação (PAF), merecia um pensamento estratégico mais astuto por parte de uma esquerda que teima em não conseguir convergir interesses, reinando a inflexibilidade ideológica.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Older Posts

Autor

About Me

.: Timeo hominem unius libri :. Ridendo castigat mores :. Ne quid nimis .:

Redes Sociais

  • facebook
  • twitter
  • instagram
  • Google+
  • pinterest
  • youtube

Pesquisar neste blogue

Os seguidores

ASSINAR NEWSLETTER

Vizinhos de qualidade

  • Entre as brumas da memória
    Recordar é viver
    Há 32 minutos
  • Aventar
    Bom natal, óptimo ano novo!
    Há 1 hora
  • Ladrões de Bicicletas
    Dead can Dance - The arrival and the reunion
    Há 1 hora
  • Delito de Opinião
    Todos os que ouviram se admiraram do que lhes disseram
    Há 2 horas
  • Visão de Mercado
    Feliz Natal, família Visão de Mercado!
    Há 2 horas
  • A Destreza das Dúvidas
    Postal de Natal tradicional
    Há 2 horas
  • A Estátua de Sal
    Bom Natal
    Há 3 horas
  • Aspirina B
    Cuidado, não enfies o sapato neste buraco negro
    Há 3 horas
  • Corta-fitas
    O milagre do Natal
    Há 4 horas
  • duas ou três coisas
    Festas felizes para todos
    Há 20 horas
  • Patologia Social
    Advogados! Directiva ECN+: prazo prorrogado
    Há 1 dia
  • Economia e Finanças
    Como pode a tecnologia ajudar na saúde da tesouraria de uma empresa?
    Há 1 dia
  • Da Literatura
    CONTO DE NATAL
    Há 1 dia
  • Malomil
    Alegrias (da Luisinha)
    Há 1 dia
  • BLASFÉMIAS
    Os beto-bimbos urbanos continuam a deixar rasto
    Há 2 dias
  • Às nove no meu blogue
    voltar a casa *
    Há 3 dias
  • O Insurgente
    Em Casa Onde Não Há Pão… Não Há Alternativa À Suborçamentação
    Há 3 dias
  • Causa Nossa
    SNS, 40 anos (20): A ideologia custa dinheiro
    Há 6 dias
  • Esquerda Republicana
    Baixar IVA da eletricidade: uma má medida social e ambientalmente
    Há 6 dias
  • A Terceira Noite
    A polémica equiparação fascismo-comunismo
    Há 1 semana
  • A Areia dos Dias
    O QUE NOS DIZEM OS NOVOS DADOS SOBRE A POBREZA MONETÁRIA PUBLICADOS PELO INE
    Há 2 semanas
  • bomba inteligente
    Diário outonal (3)
    Há 5 semanas
  • Geringonça
    Coerência Democrata Cristã
    Há 4 meses
  • um amor atrevido
    Há 10 meses
  • Pedras no Caminho
    CÂMARA DE ESPOSENDE ANUNCIA NA SUA PÁGINA DA INTERNET QUE SE ENCONTRA EM DISCUSSÃO PÚBLICA OS PROJECTOS DO PARU – PARTE II
    Há 1 ano
  • Verbo Jurídico
    A adopção: a identidade pessoal e genética
    Há 5 anos
  • Log into Facebook | Facebook

Blog Archive

Created with by ThemeXpose