27/11/2016

REGRAS - COMO SE COMPORTAR NO FACEBOOK?!

Só não vos peço para fechar os olhos, porque estão a ler. Tornava-se mais complexo. Contudo se conseguirem…

Suponham que estão a caminhar na avenida central da vossa cidade. Atravessam centenas de pessoas por hora, quando senão, reparam que alguém no passeio oposto, se veste de forma totalmente diversa daquela que vocês apreciam.

- Pergunto-me, berram para esse indivíduo a expor-lhe o quanto mal se veste, o quanto inadequada está no padrão, julgando-a na vida pela roupa que carrega no corpo?

1. Se a tua resposta foi positiva, podes concluir a leitura por aqui, mover o ponteiro do rato ali no lado superior direito onde diz «Amigos», e seleccionem a opção «Remover amizade».
2. Farei um tutorial para auxiliar os oligofrénicos.
3. Se não sabes o que é um «Oligofrénico», pesquisa no Google.
4. Se não sabes o que é um «Tutorial», aplica o ponto 1.
5. Se fores o Trump, estás excluído dos pontos 1 a 4. (Eu gosto de me rir!)

A mim afigurar-se que no Facebook e demais redes sociais, aplicar-se-á o mesmo critério.
Atestamos qualquer conteúdo que achamos um perfeito absurdo. Uma asneirada. Um terrorismo intelectual descomunal. Designem como quiserem. Quando damos por nós, a Maria Leal é candidata a P.R. e o João Benedito a Presidente do Sporting… Comentar?

1. Se estiverem de acordo, comentem, gostem, adorem, partilhem!
2. Se não estiverem de acordo, estejam simplesmente quietos. Deixem-se de armar em juízes de execução de penas. São esses os ditames do respeito.
3. Os pontos 1 e 2 não se aplicam se for um post do Donald Trump. Partilhem directamente no meu mural. (Eu gosto de me rir!)

Mais a sério malta fantástica.
Vamos relembrar que atrás de cada ecrã habitam pessoas e não simples fotos de perfil. Esse ecrã não pode nem deve ser véu de impunidade lógica, que nos consente a comentar sempre que não estamos de acordo. ~
Se cada um de nós fosse assim na vida, a realidade é que não a tínhamos! Reparem que 98% das vezes, ninguém vos perguntou coisa alguma, certo?
Inteligentemente saudável seria mesmo respeitar a opinião diversa, sem a necessidade de patentearmos a nossa discórdia. Muito menos sem educação. O julgamento que não deve existir, a ter lugar, é realizado em silêncio – de preferência com um sorriso de esgar.
Concluindo,
O meu Facebook é a minha casa, não a vossa. Surjam por bem e bebemos juntos. Caso contrário, eu sou um democrata, mas o meu Facebook não é uma democracia.

Ps: Sempre que copiem um texto de alguém, identifiquem essa pessoa. Vamos lá saber viver em CiberSociedade.