maio 27, 2016

Paulo Pereira Cristóvão

Paulo Pereira Cristóvão foi hoje condenado a 4 anos e 6 meses de prisão com pena suspensa e regime de prova, por dois crimes de peculato, um crime de acesso ilegítimo e um de denúncia caluniosa.
O Sporting Clube de Portugal não foi implicado nos crimes, com o fundamento de que o «Arguido agiu, extrapolando as competências de Vice-Presidente que tinha ao momento dos crimes».
Na inexistência de estatutos que esclareçam ser competência de um dirigente recorrer-se de condutas oficialmente ilegais para beneficiar o clube/associação da qual faz parte, esta fundamentação continuar-me-á a parecer no mínimo surrealista.

Voltarei a este assunto, após o trânsito em julgado.