janeiro 24, 2016

Doutor é que não, há lá maior difamação!

É como visado que escrevo estas dolorosas palavras. Têm sido veiculadas infelizes e falsas declarações que colocam em causa a rectidão da minha formação pessoal.
Vejamos:
«Vem Doutor para aqui, Doutor para ali» e, qualquer pessoa de boa-fé, pode averiguar que desde meados de Dezembro de 1986, em todas as formações básicas que frequentei, só não chumbei por faltas por especial altruísmo das entidades avaliadoras. Sempre fui um deplorável aluno e, nunca consegui iludir para benefício conveniente. Nada.

Como declaração de interesse, repúdio essa conotação sub-entendida de diplomacia que me é dirigida em feição de ultraje e desonra, especialmente, em momento que mais que nunca se discute a sua parca eficácia na sociedade portuguesa. Quero crescer como pessoa, alicerçar a minha família de forma estável e confiante, contudo são estas sombras pesadas demais.
Não existe da minha parte o menor preconceito acerca dos Srs. Drs., convivo com alguns, sou a favor do casamento entre si, e mesmo a adopção, porém não sei, nem irei aprender a fazer um nó de gravata. Isso não.
Doutor é que não, há lá maior difamação!