05/09/2015

A Europa a falhar

É fundamental salientar que escusar os princípios de uma União Europeia criada na fraternidade entre os povos, no consenso e equilíbrio das nações, é simplesmente renegar a sua existência.
O factor económico é de facto vital para Portugal. É uma preocupação. 

E por isso, é marcante delimitar quanto antes, quem é «Refugiado», de quem é «Migrante». 
São condições dissemelhantes, que devem e são, orientadas por normativos reguladores específicos, neste caso, a “Lei da Imigração”.
Dos muitos angustiados na Hungria, estão hoje, aliás, neste preciso momento, a tentar fintar a morte, a tentar enganar fome. 

Aí pouco importa o país de origem, porque a sua condição de humanos deveria ser mais que suficiente para aclamar a necessidade de auxiliar quem necessita (!)
Ao mesmo tempo, dever-se-ia incitar conversações imediatas na fonte, expondo a necessidade de anuências. É indispensável que a Europa se una em conversações com a Síria, Jordânia e demais, de forma a pressionar um entendimento interno urgente.


Ps: O Sr. Naguib Sawiris, que se liberte de recreações, porque verborreia social populista, não reproduz nenhuma solução, senão o total desrespeito pela dignidade humana, bem ao estilo do "Ensaio sobre a cegueira" do nosso Nobel Saramago.