abril 26, 2015

Foi o último Cavaco

Aníbal Cavaco Silva foi mais uma vez ele mesmo, congregando a sua fragilidade demencial, sem noção de quem é, nem do cargo que ocupa. Quis sem pudor deixar para a História a sua indecorosa estória, aquela em que nunca se permitiu ou soube assumir a voz da nação, a representação dos cidadãos ou mesmo descer do seu pináculo de zurpação de interesses aos mortais do povo.Quis deixar a mensagem de um caminho de obstruções, onde com o seu facciosismo sempre foi estorvo principal deste trilho. 


Deixou o seu último trejeito num dia de liberdade, mas também eu anseio que os portugueses não se olvidem da sua estória. Não devem.