fevereiro 02, 2015

Violência doméstica

A real dimensão analítica da violência doméstica finda-se no agressor/a?

A resposta apresenta-se positiva sempre que a redigimos na perspectiva do/a arguido/a; contudo, que resposta dar às inúmeras mulheres (e alguns homens) que se apresentam em tribunal de forma reiterada, vitimas de violência doméstica em 5 casamentos consecutivos?


Será adequado pensar que existe de alguma forma, ‘uma carência codificada nessas pessoas, criando-lhes a necessidade de pertença a alguém, onde o abraço que dá conforto é o mesmo que sufoca?’


Será que estudar o ‘facto criminoso’ enquanto consciência global, não seria proveitoso do ponto de vista preventivo, e posteriormente legislativo?