Opus Dei proíbe 79 livros
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Liberdade. Passados tantos anos, este equilíbrio será espinhoso de ser mantido ainda hoje, em pleno Séc. XXI. Há na igreja católica uma organização, que age sob a nobre ideia de trocar ar armas pelos cravos, os explosivos pelas palavras, a agressão pelo amor. Questiono-me, tal ignorante, se é realmente este o ideal (nobre) que os move.
Organização essa, que é então caracterizada pela ‘Comunhão e Liberdade’, ou os ‘Legionários de Cristo’, são a facção mais radical no que diz respeito à catolicidade, e a também a financeiramente mais poderosa. Salvo melhor opinião, a essa radicalidade, se devem os santos e as figuras que hoje se assinalam em igrejas, e que em tanto hostilizam o descrito na Bíblia.
O exemplo da falência dos empórios Rumasa e Matesa, assim como o Banco Ambrosiano, mancharam onde a água benta não purificou, porém, a nódoa não foi suficientemente profunda de forma a impedir a canonização do fundador.
Este tipo de mentalidade elitista, radicalista, são sem dúvida o tapete de despedida, para muitos que ao se identificarem na nobreza dos conceitos, se prendem na limitação de arquétipo antiquado, quando estes se mostram impulsionadores das beatificações e canonizações, e dilataram a indústria dos milagres, industrializando a santidade.
A par do julgamento perfeito, onde teoricamente deveria ser criado na sémita do ‘véu da imparcialidade’, necessitariam também, as sociedades de culto, realizar uma introspecção de fundo, de forma a acompanhar um raciocínio moderno, de acordo com uma sociedade em mutação.
Deveriam por sua vez, ser caracterizadas por uma pluralidade, reconduzindo-se antes, aos bons costumes, livre pensamento e de ideias. Especialmente carente de concorrência ou competição entre religiões, mas antes ideias. Liberdade.
Liberdade. Passados tantos anos, este equilíbrio será espinhoso de ser mantido ainda hoje, em pleno Séc. XXI. Há na igreja católica uma organização, que age sob a nobre ideia de trocar ar armas pelos cravos, os explosivos pelas palavras, a agressão pelo amor. Questiono-me, tal ignorante, se é realmente este o ideal (nobre) que os move.
Organização essa, que é então caracterizada pela ‘Comunhão e Liberdade’, ou os ‘Legionários de Cristo’, são a facção mais radical no que diz respeito à catolicidade, e a também a financeiramente mais poderosa. Salvo melhor opinião, a essa radicalidade, se devem os santos e as figuras que hoje se assinalam em igrejas, e que em tanto hostilizam o descrito na Bíblia.
O exemplo da falência dos empórios Rumasa e Matesa, assim como o Banco Ambrosiano, mancharam onde a água benta não purificou, porém, a nódoa não foi suficientemente profunda de forma a impedir a canonização do fundador.
Este tipo de mentalidade elitista, radicalista, são sem dúvida o tapete de despedida, para muitos que ao se identificarem na nobreza dos conceitos, se prendem na limitação de arquétipo antiquado, quando estes se mostram impulsionadores das beatificações e canonizações, e dilataram a indústria dos milagres, industrializando a santidade.
A par do julgamento perfeito, onde teoricamente deveria ser criado na sémita do ‘véu da imparcialidade’, necessitariam também, as sociedades de culto, realizar uma introspecção de fundo, de forma a acompanhar um raciocínio moderno, de acordo com uma sociedade em mutação.
Deveriam por sua vez, ser caracterizadas por uma pluralidade, reconduzindo-se antes, aos bons costumes, livre pensamento e de ideias. Especialmente carente de concorrência ou competição entre religiões, mas antes ideias. Liberdade.

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