11/05/2012

A vergonha da humanidade




Eu gosto de leis. Gosto de ordem e justiça, e entendo que têm imperativamente de existir normas para regular qualquer sociedade. Foi isso que me apaixonou, as regras.
No Direito, como certamente em tantas demais áreas, não se pode olhar para uma área especifica, sob pena de ficar-mos estáticos, no acompanhamento de uma sociedade que sofre mutações todos os dias.
Foi absolutamente necessário, nesta perspectiva, que não obstante á nossa lei fundamental (CRP), o nascer da lei civil, penal, administrativa, do trabalho como tantos outros diplomas que foram tentar preencher os espaços mais especifico de uma sociedade. 
Foi perante similar conceito de ideias e filosofias, que foram criados os notáveis «Direitos Humanos».
Os Direitos Humanos, procuraram trazer um conceito de justiça e paridade, a todos os seres humanos do planeta. Um bom conceito, diga-se.
Dessa forma, é explícito que o primeiro artigo do mesmo diploma diga que;


'Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade'.


O que não se relaciona com caracter coerente, e torna-se massivamente contraditório, são as discrepâncias existentes, e o não comprimento das leis que deveriam ser universais, por com esse intuito foram elaboradas.
É para mim impensável que por razões culturais, tradicionais ou mesmo de outra qualquer índole, que no planeta onde milhões se gastam para ir á Lua, existam lacunas abomináveis como estas.
Isto não é justiça, isto não é Direito.
O homem é egoísta.