29/05/2012

Setubal


Setubal, a cidade dos passeios, da boa companhia e dos carros sem parquímetros! Obrigado pela fantástica tarde!


28/05/2012

Há ofertas importantes

Há ofertas importantes, mas há outras que por razão de esforço, dedicação, e familiaridade são marcos nas nossas vidas. Ontem, foi um dia especial, e parece que agora já só falta ter um filho.
'O ego do meu ego', será nestes próximos dias o artefacto mais adorado cá por casa, onde retém 5 anos de publicações no IAB, de experiências, parvoíces e conspirações.
Com prefácio de Cátia Neto Antunes, imortaliza estes 5 anos, e adorna ás 80 páginas de literatura danosa, o cunho pessoal de quem tanto tem para dar,
O meu muito obrigado a todas as pessoas que incentivaram, que inspiraram, que comentaram e me aturaram.
Obrigado.


23/05/2012

Falar da crise?


Quando se fala da crise, urge a importância de a caracterizar, e identificar com um legítimo propósito. Já foi palavra de ordem e defesa do anterior PM, e mantêm-se o espirito desta desresponsabilização sistemática por parte dos governantes, ministros e sujeitos activos de postos de execução do nosso país. 
A desresponsabilização surge sempre sob forma de argumento em que independentemente da situação sócio-económica que o país atravessa, o importante é e foi, explicar que são exclusivamente os factores externos os responsáveis por tal lamentável situação a que hoje subsistimos.
Em tom de réplica aos demais, coloca-se então a questão se realmente o patamar em que hoje nos encontramos, é única e exclusivamente resultado de uma crise externa, e assolou todos os estados europeus, á parte da Alemanha. Será?
Hoje sinto-me especialmente inflamável, e nesta medida, acredito que todo o panorama aflitivo que hoje se vive no país, não passa exclusivamente por uma crise externa, mas também, e quiçá, principalmente, por uma lendária crise interna, levada a cabo a partir de 1991, quando sem lei nem ordem, e na pessoa do actual PR; na altura PM, se denotou uma gestão mais que danosa, relativamente aos fundos europeus que entraram no país.
Por sua vez, e em claro coadjuvar com tal dano misericordioso e irresponsável, como todos sabemos, perdemos a capacidade de produzir do que é nosso, ou porque de nosso já nada tem, ou simplesmente porque a destruição da industria das pescas, agricultura, metalomecânica, entre outras, veio sentenciar e transitar em julgado a imperatividade de equilibrarmos as nossas necessidades nos mercados externos, sob os quais não temos nem o engenho nem a competitividade suficiente.

Temo um beco sem saída mais que evidente. Um país que não produz, por razões supracitadas, enquanto a outra solução, seria, tal, estilo USA, a emissão de moeda (Ainda que impossível, pois é actualmente exclusiva competência do BCE), e que provocaria uma desvalorização da mesma, não relevante a nível interno, mas catastrófico ao nível da competitividade (Se é que ainda há alguma), relativamente aos mercados externos, que tanto necessitamos.

A juntar a tudo isto, aparecem os 'bons samaritanos', salvadores da pátria, como o nosso PR e demais.

E julgar que ainda ontem ouvi numa rádio conhecida em entrevista ao Dr. Mário Alberto Soares, que começa pelo próprio em declarações que passo a citar:
'Considero-me dos poucos Portugueses patriotas actualmente, que pensa que Portugal não deve de forma nenhuma vender-se, nem vender o que é seu, pois isso é perder a nossa riqueza para a Alemanha'.
Quando assim é, e pela pessoa que é, torna-se num sofisticado insulto á história e aos Portugueses, vir tal figura emblemática do país, que mais que como ninguém vendeu Portugal e a sua soberania, «Limpar a água do seu capote», quando é quem mais o passado contra ele se impõe.

Para mim, falar de crise, da crise, é falar da responsabilização  da mesma.

A agravar tais irresponsabilidades, apareceu então a não fundadora, mas antes em forma de golpe final, «crise europeia», fruto de uma tentativa de dominação (desta vez) não bélica, por parte de uma Alemanha, nunca antes tão estável economicamente. 

Identificaram-se as partes? Óptimo, agora já só falta a fase de julgamento e execução das penas.




16/05/2012

O Destak

Bom dia destak! 

O Destak é actualmente, mais que um jornal. É uma requintada companhia que nos vai habituando todas as manhãs ao melhor das noticias do país, e sem saber, ganhando uma forma e peso quase intimo, assim como um lugar especial.
Que razão me levaria a chamar eu um jornal, de intimo?
A explicação é pessoal, mas quiçá compreensível.

Foi ao longo dos meus anos académicos, de viagens matinais, revestidas de sonolência, em que no comboio ou no metro, conheci o Destak. Após a contínua vivência rotineira, já sabia a partida que existia 'algo' (que se transformou em quase 'alguém'), que não falhava, que não atrasava nem fazia greve, para nos contar mais uma história só para nós, como que ao ouvido.
Sim, intimo.
É ainda intimo, na perspectiva de que me faz sentir, já conhecer estas cores, já conheço esta escrita, já é familiar. É tudo isto que torna imperativa a sua leitura diária.
Ao Destak, um muito obrigado!


14/05/2012

A tua cara não me é estranha

No fim do 'A tua cara não me é estranha' giram todos a roleta para ver que artista têm de interpretar na semana seguinte. Tenho sempre a impressao que aparte do FF e da Lucy, todos fazem aquele sorriso amarelo, tal como eu quando recebo meias no Natal e digo, 'Gosto muito!'

13/05/2012

Os meus chapéus de chuva

É de certo uma manifesta evidência de que os anos não poupam alguém. Hoje, não só próximo do meu aniversário, mas principalmente, de acordo com práticas estranhas á minha conduta jovial.
É a gota de água chegar ás nova horas da manhã, pronto a entrar no escritório, e ver a minha imagem reflectida nos espelhos do hotel TIVOLI, de uma forma assustadora. Ele tinha um metro e noventa, e pior, trazia um chapéu de chuva, e casaco bem quente.
Relembro com formas e cheiros, os dias em que por imposição da natureza me era completamente impossível coexistir com um chapéu de chuva só meu. Separávamo-nos na primeira esquina, ou no primeiro lugar que avistava uma bola de futebol. E lá ficava, a dar jus ao nome e função para a qual foi concebido, no chão, portanto á chuva.
A casa chegava o Ivo, sem chapéu, ou mais tarde com um outro, que não o meu.
Hoje, alterando anos de responsabilidade, corajoso, mas quase instintivo, saí á rua com um chapéu de chuva.
Olhei mais fundo no reflexo, e vi tantos outros irmãos, sobre a cabeça dos Dr.'s, e dando 'corpo á luta' protegendo o seu dono.
Hoje, mais que o reflexo muda, hoje, o Ivo não ia para a escola, e não deu pontapés numa bola de rua.
Hoje no reflexo, ele ia para o trabalho, e com um chapéu de chuva, para o abrigar das gotas frias.

12/05/2012

A marcar pontos


Depois de nos chamar 'piegas', depois de incentivar a que imigremos; agora, com cinismo assolapado, falta ao respeito a mais de 1 MILHÃO de pessoas!

«Portugal tem de entender, que ser despedido, não é um sinal negativo!» - Passos Coelho.

Continuemos...



11/05/2012

A vergonha da humanidade




Eu gosto de leis. Gosto de ordem e justiça, e entendo que têm imperativamente de existir normas para regular qualquer sociedade. Foi isso que me apaixonou, as regras.
No Direito, como certamente em tantas demais áreas, não se pode olhar para uma área especifica, sob pena de ficar-mos estáticos, no acompanhamento de uma sociedade que sofre mutações todos os dias.
Foi absolutamente necessário, nesta perspectiva, que não obstante á nossa lei fundamental (CRP), o nascer da lei civil, penal, administrativa, do trabalho como tantos outros diplomas que foram tentar preencher os espaços mais especifico de uma sociedade. 
Foi perante similar conceito de ideias e filosofias, que foram criados os notáveis «Direitos Humanos».
Os Direitos Humanos, procuraram trazer um conceito de justiça e paridade, a todos os seres humanos do planeta. Um bom conceito, diga-se.
Dessa forma, é explícito que o primeiro artigo do mesmo diploma diga que;


'Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade'.


O que não se relaciona com caracter coerente, e torna-se massivamente contraditório, são as discrepâncias existentes, e o não comprimento das leis que deveriam ser universais, por com esse intuito foram elaboradas.
É para mim impensável que por razões culturais, tradicionais ou mesmo de outra qualquer índole, que no planeta onde milhões se gastam para ir á Lua, existam lacunas abomináveis como estas.
Isto não é justiça, isto não é Direito.
O homem é egoísta.







10/05/2012

A verdadeira limitação

Quando me ocorre a palavra 'Limitação', não sou humanamente capaz de a desassociar que a maior limitação que pode existir, não acenta na limitação imposta pela religião, ou até a orientação sexual, e nem mesmo pela limitação intelectual ou académica. A tudo isto, a vida oferece-nos a «Equação pessoal», mas não a limitação que vos tento  apresentar.
Já cantam que os homens são feios, brutos, e têm tantos mais defeitos, mas a verdadeira limitação, chama-se «formação interior». 
É essa que permite que nos apresentemos, que nos gostem ou nos amem por tudo que somos, e é essa mesma limitação que faz também com que nos odeiem, evitem, e mesmo que nos estranhem. 
Tornam-se estes, conceitos assertivos pela beleza da impossibilidade de traição; porque esta limitação, é produto que não tem genérico, que não se vende nem compra abaixo do valor. 
Podemos representar uma cultura, uma intelectualidade superior, uma mania requintada, e até um talento que só existe atrás de um monitor, mas torna-se impossível representar esta «Formação interior».
Esta (praticamente) imutável «Formação interior», é uma base que tem prazos e formas de ser preenchido, não permitindo grande mobilidade de aditamento após a dita prescrição.
É esta, a formação que recebemos de país, avós, e afins próximos, que sem muito falarem, servem de figura exemplo e nos moldam os valores, os princípios, a dignidade, e o respeito.
Não mais é possível sorver tais características, por qualquer academia prestigiada, ou mesmo por alguém que tente; porque a realidade é que após prescrito o prazo de formatação, nós bloqueamos ao que retemos, e o que retemos forma a maior limitação do ser humano.
Da mesma forma que hoje as minhas atitudes e reacções são espectavéis de acordo com os meus princípios e valores, existe sempre alguém que mesmo que lhe tente apresentar esses valores, já não os vai entender. Prescreveu esse prazo.
A empatia entre pessoas não se delimita ao nível da cultura, ou da equação pessoal¹ de cada uma, mas indubitavelmente aos seus valores, ao seus princípios (Formação interior), que em nada se têm vindo a relacionar com a vasta formação académica, ou uma enorme formação cultural.




¹ Entende-se por equação pessoal, todas as experiências acumuladas por um indivíduo ao longo da vida, que por uma lógica cronológica, se  compreende que formam uma boa parte do perfil do mesmo. Doutrina do Prof. Doutor Arlindo Alegre Donário, em economia política.



09/05/2012

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08/05/2012

Justiça Cega



Azáfama assombrosa esta vida. Após os escassos indícios de recuperação de uma gastroenterite viral se fazerem sentir, lá se rumou para o Casino da Figueira da Foz, de forma a dar continuidade e contributo ao programa 'Justiça Cega'. Começando o jantar ás 21:45, restou-nos menos de 15 minutos para nos alimentar, de forma a prestar presença numa das salas mais bonitas do país. Com a mestria e humor requintado dos intervenientes, foi assim que começou a tertúlia, e foi após a mesma, numa sala de acesso restrito deste mesmo casino, que fui presenteado com uma mesa rectangular adornada com inúmeros tipos de queijo, nozes e bebidas. Nesta mesa, existiram conversas do além, e rábulas de peripécias e experiências vividas, por quem as soube contar. E ali, onde sem luzes, sem câmeras, sem microfones ou VT's, é que se conhece as pessoas. Que se ouvem as expressões que o cérebro não filtra, e uma realidade diferente de todo um teatro. Ao olhar para o relógio na hora da retirada, espaço para responder a alguns emails e mensagem de apoio, e já são duas horas da manha. O tempo corre quando não pensamos nele. Nesse mesmo dia, de volta para Lisboa, onde se pode enfrentar um nevoeiro Britânico, que tornou imperativo a velocidade de 80km/h, em variadas zonas da auto-estrada. A chegada foi marcada para a quatro da manhã, onde os olhos e corpo não mais tinham forças para responder, mas o espirito esboçava um grande sorriso. 


Para os mais curiosos, fica aqui a foto da cédula do Dr. Marinho e Pinto,(Delicadeza de Alberta Marques Fernandes), Bastonário da ordem dos advogados, datada de 1985. Não obstante a uma obrigatória visita ao Casino da Figueira, para vislumbrar uma exposição histórica e única da Ordem dos Advogados em Portugal.


07/05/2012

Eleições Francesas

Mudanças e dúvidas que as eleições francesas provocam desde já:


- Francois Holland já tem nova casa para dormir;
- Sarcozy já não sabe com quem vai dormir.

(Ps: Detesto ter sempre razão, mas o que é certo é que 1 hora depois de ter ganho as eleições, o programa de Holland desapareceu do site oficial. Ora, ora).

06/05/2012

Secalhar até é demais...


Feliz dia da Mãe!


Uma segurança incondicional, e um porto de abrigo onde posso sempre voltar. É assim que vivo e cresço, com a certeza que existe sempre alguém que está por mim, que vai fazer força comigo, e como é mais forte, quando eu me cansar, continuará a puxar por mim. Sou um privilegiado, e ao teu lado muito mais eu. Obrigado por seres comigo, Mãe*

Semana de pão e circo

Governar implica estar atento aos sinais e reais inquietações de quem é governado. Esta semana, bastavam alguns minutos á mesa de um qualquer café, para se perceber duas dúvidas dos cidadãos. Uma, quando é que o Pingo Doce volta a reduzir os preços? A outra, como é possível Rita Pereira receber milhares de euros para aparecer vestida na Playboy? Para lá das acusações de dumping ou dos aspectos colaterais á iniciativa, o que interessa a quem faz contas á vida, é saber se a cadeia de supermercados vai repetir a graça. Já se discutem técnicas para conseguir transportar mais paletes de leite em menos espaço, elaboram-se roteiros que permitem abarcar o maior número de artigos. O próprio dono das lojas, Soares dos Santos, que até nem sabia da promoção, aguarda com impaciência que algum empregado se descaia, para ficar a conhecer outra acção do género. Mas a grande dúvida, que atormenta os autóctones, passa por saber como é que Rita Pereira conseguiu revolucionar uma revista que vive do nú, ao criar uma nova figura, a da 'coelhinha vestida', uma mudança da publicação um dia sonhada por Hugh Hefner, que pode ser sintetizada com o título de um filme - 'Do cabaré para o convento'.

05/05/2012

Beco sem saída

Coagido brutalmente a cogitar sobre  o tema, as eleições em França, têm vindo em boa parte dos nossos noticiários, como pedra fundamental e preponderante para Portugal. E daí, talvez não seja de todo falso. Enquanto a maioria da Europa tem optado por se ir enconstando a uma direita, é esta França de última rátio, que contraria a unificação, e se coloca mais á esquerda. Temo sériamente que Francois Holland foi nada mais que uma campanha eleitoral (óbvia) requintada para abater um gasto e paupérrimo Sarcozy, de costas voltadas com o povo mais politizado da Europa. Significa isto a meu entender, que por outro lado, e  infelizmente para grande parte da Europa, essa dita pressão acalmará, e (até o argumento que em tanto desequilibrou a campanha eleitoral), o rasgar de certos e determinados acordos com a germania, não se irão materializar. Ou isso, ou França dentro de pouco tempo será economicamente Portugal. 

04/05/2012

Profissionais

A minha vida ganha toda uma nova luz, quando ao estar presente para assistir solenemente a um encerramento do inquérito de um processo crime, ao fim de uma hora de audiência, todos chegam á conclusão que ao proferir despacho de arquivamento/acusação, se está a falar de um processo completamente diferente do qual estava agendado. Bom trabalho de casa. Épico!
Grandes decisões são munidas de grandes responsabilidades. Este erro não é um erro de opinião, ou de doutrina, nem mesmo um erro segundo o qual todos o poderiam compreender. Não. É um erro de princípios. Assim como nem todo o mundo tem acesso a determinadas áreas laborais, pois compreendem-se com uma digna formação específica, é também essa formação, exaustiva parcela fundamental no moldar da própria pessoa. No preparar a pessoa para a função que desempenha. Não apenas a formação do conhecimento impirico da matéria que se utiliza, mas tão ou mais importante, uma formação intelectual de acordo com o lugar de responsabilidade que se ocupa. Quando o objecto são pessoas, são a vida das pessoas, não estamos a falar do vendedor de sabonetes. Estamos a falar de agentes que deviam e devem ter sempre presente o factor social, que lhe permita avaliar a sua responsabilidade, não permitindo que um 'erro destes' seja possível. Não é um erro, é uma falta de respeito não só pela pessoa que representa, mas ainda, uma falta de respeito pela função e trabalho que desempenha. Recuso-me a aceitar isto como «ossos do ofício». São «Ossos de um ofício banalizado», isso sim.
 

01/05/2012

Venha ao Pingo Doce de Janeiro a Janeiro, mas não vá no 1 de Maio pois está lá o país inteiro! ...