
É uma prova de desagrado geral para com o estado do país, desta forma directamente na pessoa do Presidente da República, após as infelizes, quiçá vergonhosas declarações que o mesmo proferiu. Já tratou de tentar reparar o erro, não só com novas declarações, como por carta escrita á Lusa. Tratou-se simplesmente de uma tentativa vã de «tentar desculpar o indesculpável». Ficou na boca do país e pior que isso, na memória dos cidadãos, gerando-se assim uma corrente reivindicativa que tratou de colocar em alvoroço toda a classe política Portuguesa. Por sua vez, esta mesma classe, fala agora com uma revolta compreensível, mas assim como qualquer radicalismo, há-de se fazer atenção ao fundamento e ás medidas que nos propomos a tomar. A petição electrónica, é uma demonstração de um descontentamento geral, do qual o avultoso número de signatários já fala por si. As mais de quatro mil assinaturas são necessárias para uma apreciação por parte da AR, contudo, é também importante de esclarecer, que ESTA petição não é admissível de apreciação pela assembleia da república, pois estamos perante uma petição de «objecto impossível». A nossa lei fundamental, chama-se Constituição da República Portuguesa, e é precisamente este diploma que não permite a demissão do Presidente do república, que não responde sob nenhum outro órgão de soberania. Compreende-se da leitura da lei, que o Presidente da República, apenas pode terminar o exercício das suas funções como tal, numa perspectiva voluntária, ou involuntária. Entenda-se que a voluntária é o próprio demitir-se por opção, ou em razão de problemas de saúde, e involuntária é apenas a morte. Significa isto, que a Constituição não prevê a demissão do PR, baseando-se no fundamento da petição.
Este era um esclarecimento que urgia nos cibernautas mais revoltosos.
No entanto, no meu ponto de vista, tal como acima descrito, esta petição surge sendo o ideal, porventura, numa perspectiva de primeira grande manifestação da participação dos cidadão na vida política. Tento havido muitas criticas relativas á falta de participação dos cidadãos, estamos a realizar um exemplo de participação ordeira, sem recurso a manifestações violentas e que tem como base a demonstração do descontentamento português com o PR. É como tal que se mantém na extrema importância todos os portugueses que se revejam na revolta a que esta corrente nos alude, constar como signatário.
Este era um esclarecimento que urgia nos cibernautas mais revoltosos.
No entanto, no meu ponto de vista, tal como acima descrito, esta petição surge sendo o ideal, porventura, numa perspectiva de primeira grande manifestação da participação dos cidadão na vida política. Tento havido muitas criticas relativas á falta de participação dos cidadãos, estamos a realizar um exemplo de participação ordeira, sem recurso a manifestações violentas e que tem como base a demonstração do descontentamento português com o PR. É como tal que se mantém na extrema importância todos os portugueses que se revejam na revolta a que esta corrente nos alude, constar como signatário.