Olá criaturas esquisitas. Grande ausência hein? De que vou falar hoje? Eu, quando me quero deslocar de um lado para outro, faço por intermédio de um meio de transporte, assim como arrisco que todos o façam. O que é certo é que hoje em dia, utilizamos todos e qualquer meio de transporte possível. Até mesmo de avião. Há pessoas que andam de avião, e quando há um acidente queixam-se. Morreu muita gente. A questão que me faz espécie é; queixam-se de quê? Já viram algum acidente aéreo que tenham morrido 120 gaivotas? Arrisco que não. E porquê? Porque as gaivotas foram feitas para andar lá em cima, nós, somos rasteirinhos, fomos feitos para andar cá por baixo. E então inventaram umas regras, de segurança, para justificar andar de avião. É para nos sentir seguros. Ora digam-me lá todos, não se sentem seguros sabendo que a dez mil pés de altitude, se houver algum problema com o avião nós temos um colete salva vidas debaixo do banco? Daqueles de encher. Dá jeito não dá? Alguém pode querer nadar na nuvens.
Outra coisa que acho engraçado, são as instruções de segurança. Acompanhados de toda aquela mímica própria das hospedeiras de bordo, dizem-nos «Este avião tem seis saídas de emergência. Duas á frente, duas atrás e duas sobre as asas». Digam-me por favor, quem é que quer saber onde é que são as saídas de emergência de um avião? Certamente se o avião for a cair, alguém se levanta, dirige-se lá e diz «Olhe, se faz favor, onde é a porta? Quero ir lá para fora, é que isto vai a cair».
Na minha opinião, em caso de acidente, a saída de emergência é criada pelo impacto. É bem na fuselagem, e os passageiros saem mesmo sem querer. Não andam lá «Olhe a porta sff».
E ainda bem viva na minha memória, está a minha favorita. Acontece quando se houve uma voz, que identifico logo como sendo Deus, e nos diz: «Senhores passageiros, em caso de despressurização umas mascaras cairão do tecto. Ponha a mascara sobre o nariz, prenda o elástico á volta da cabeça e respire normalmente» Eu acho piada, porque aquilo não salva a vida a ninguém. Tenho uma desconfiança que essa situação existe, só para não sentirmos o cheiro do resto da tripulação a borrar-se de medo enquanto o avião cai. Mas são ideias. Por essas e por outras é que eu gosto de andar de carro, cá em baixo. E eu uso o carro para quê? Para andar. Há sujeitos que usam os carros para outras coisas. Já viram uma moda, que é colar folhas A4 no vidro do carro, a dizer «Vende-se, telemóvel, 91 XXXXxXXx». Não tem nem a marca nem o modelo do telemóvel. Agora pergunto, quem é que vai comprar um telefone pelo número? Isto está a chegar a um ponto tão extremo que no outro dia, vi um automóvel a vender um telefone fixo. Demais.
Eu gosto de carros mas não entendo nada de mecânica. Sou sincero, sou homem, mas não sou daqueles que sabem os nomes das peças e por aí fora. Estou certo que um dia que tenha um furo, há-de para uma bruta morena, torneada, e calorosa, só para me ajudar. Mas isto á conclusão, que ia de carro com uma amiga minha, no carro dela, e o carro ia com um barulho esquisito debaixo do capot. Nós fomos ver o que era aquilo e era um barulho. Não, não exageremos. O que é certo é que eu disse «Olha, o teu carro está com um barulho esquisito no motor». «Ah, deve ser algum cilindro» Fiquei espantado «Cilindro? Quê? Tens água quente no carro?» Riu-se de mim, e com o olhar mais carinhoso do mundo disse-me «Não, os motores têm cilindros, depois a gasolina faz uma explosão, os cilindros andam lá para cima e para baixo…» e eu «Ah… já estou a perceber. Os carros GPL como são a gás têm esquentadores». Mas não têm. Para mim até tinha lógica. O carro não pegava, e estava lá o seu proprietário, quando lhe ofereciam ajuda «Oh amigo, quer que empurre?». «Não, dê-me lume, o piloto apagou-se o carro não pega».
Mas ainda assim, mesmo nos carros, tendo em conta que há acidentes, inventaram também as regras de segurança. É o código de estrada. Saiu á pouco tempo o novo código de estrada, que diz o quê? Diz que somos obrigados a usar um colete no carro. É obrigatório. Em todo o país é um colete reflector, mas cova da moura e em Almada, é á prova de bala. Mas regras são regras. Eu acho que os coletes reflectores, dão origem a alguns equívocos. Desde trolhas a policias, tudo anda de colete reflector. Ainda no mês passado em Fátima, a Nossa Senhora estava confusa, não sabia se estava um grupo de sete a ir em peregrinação ou se o carro avariou pelo caminho. E agora segundo o novo código de estrada, somos obrigados a ter dois triângulos no carro. Um para por atrás e outro para por á frente. Tem lógica. O carro avaria, toca a pôr os dois triângulos. Convêm mesmo por um a frente, porque estamos em Portugal, e o mais provável é vir um velhote em contra mão, e nós não vamos acabar com eles, vamos avisá-los – Atenção está ali alguém – E é bom que se respeite o novo código, porque as operações Stop andam por aí. Ainda a semana passada, fui mandado parar numa operação Stop. Fiquei em espera pois eram mais as vitimas, eu não fui o único. Estava lá um senhor, daqueles que gostam de colocar coisas extras nos carros. É o chamado Tunning. Eu pessoalmente, não tenho nada contra o tunning, nem a favor, nem contra, mas o que é certo é que a polícia implica. Implica porquê? O sujeito em questão, nem tinha alterado muito o carro. Tinha apenas colocado um aileron, para cortar o vento, e debaixo da matrícula, tinha uma daquelas luzinhas roxas, que se usa nas mercearias para matar as moscas. Não era nada de especial, mas ainda assim o policia achou e disse «Eu tenho de lhe passar uma multa, o seu carro está alterado» Para dizer a verdade, quando o policia disse, o seu carro está alterado, eu olhei para o carro da policia e pensei «LOL». «Ai aquele é que está alterado? Tinóninoni». Implicam.
Outra coisa que acho engraçado, são as instruções de segurança. Acompanhados de toda aquela mímica própria das hospedeiras de bordo, dizem-nos «Este avião tem seis saídas de emergência. Duas á frente, duas atrás e duas sobre as asas». Digam-me por favor, quem é que quer saber onde é que são as saídas de emergência de um avião? Certamente se o avião for a cair, alguém se levanta, dirige-se lá e diz «Olhe, se faz favor, onde é a porta? Quero ir lá para fora, é que isto vai a cair».
Na minha opinião, em caso de acidente, a saída de emergência é criada pelo impacto. É bem na fuselagem, e os passageiros saem mesmo sem querer. Não andam lá «Olhe a porta sff».
E ainda bem viva na minha memória, está a minha favorita. Acontece quando se houve uma voz, que identifico logo como sendo Deus, e nos diz: «Senhores passageiros, em caso de despressurização umas mascaras cairão do tecto. Ponha a mascara sobre o nariz, prenda o elástico á volta da cabeça e respire normalmente» Eu acho piada, porque aquilo não salva a vida a ninguém. Tenho uma desconfiança que essa situação existe, só para não sentirmos o cheiro do resto da tripulação a borrar-se de medo enquanto o avião cai. Mas são ideias. Por essas e por outras é que eu gosto de andar de carro, cá em baixo. E eu uso o carro para quê? Para andar. Há sujeitos que usam os carros para outras coisas. Já viram uma moda, que é colar folhas A4 no vidro do carro, a dizer «Vende-se, telemóvel, 91 XXXXxXXx». Não tem nem a marca nem o modelo do telemóvel. Agora pergunto, quem é que vai comprar um telefone pelo número? Isto está a chegar a um ponto tão extremo que no outro dia, vi um automóvel a vender um telefone fixo. Demais.
Eu gosto de carros mas não entendo nada de mecânica. Sou sincero, sou homem, mas não sou daqueles que sabem os nomes das peças e por aí fora. Estou certo que um dia que tenha um furo, há-de para uma bruta morena, torneada, e calorosa, só para me ajudar. Mas isto á conclusão, que ia de carro com uma amiga minha, no carro dela, e o carro ia com um barulho esquisito debaixo do capot. Nós fomos ver o que era aquilo e era um barulho. Não, não exageremos. O que é certo é que eu disse «Olha, o teu carro está com um barulho esquisito no motor». «Ah, deve ser algum cilindro» Fiquei espantado «Cilindro? Quê? Tens água quente no carro?» Riu-se de mim, e com o olhar mais carinhoso do mundo disse-me «Não, os motores têm cilindros, depois a gasolina faz uma explosão, os cilindros andam lá para cima e para baixo…» e eu «Ah… já estou a perceber. Os carros GPL como são a gás têm esquentadores». Mas não têm. Para mim até tinha lógica. O carro não pegava, e estava lá o seu proprietário, quando lhe ofereciam ajuda «Oh amigo, quer que empurre?». «Não, dê-me lume, o piloto apagou-se o carro não pega».
Mas ainda assim, mesmo nos carros, tendo em conta que há acidentes, inventaram também as regras de segurança. É o código de estrada. Saiu á pouco tempo o novo código de estrada, que diz o quê? Diz que somos obrigados a usar um colete no carro. É obrigatório. Em todo o país é um colete reflector, mas cova da moura e em Almada, é á prova de bala. Mas regras são regras. Eu acho que os coletes reflectores, dão origem a alguns equívocos. Desde trolhas a policias, tudo anda de colete reflector. Ainda no mês passado em Fátima, a Nossa Senhora estava confusa, não sabia se estava um grupo de sete a ir em peregrinação ou se o carro avariou pelo caminho. E agora segundo o novo código de estrada, somos obrigados a ter dois triângulos no carro. Um para por atrás e outro para por á frente. Tem lógica. O carro avaria, toca a pôr os dois triângulos. Convêm mesmo por um a frente, porque estamos em Portugal, e o mais provável é vir um velhote em contra mão, e nós não vamos acabar com eles, vamos avisá-los – Atenção está ali alguém – E é bom que se respeite o novo código, porque as operações Stop andam por aí. Ainda a semana passada, fui mandado parar numa operação Stop. Fiquei em espera pois eram mais as vitimas, eu não fui o único. Estava lá um senhor, daqueles que gostam de colocar coisas extras nos carros. É o chamado Tunning. Eu pessoalmente, não tenho nada contra o tunning, nem a favor, nem contra, mas o que é certo é que a polícia implica. Implica porquê? O sujeito em questão, nem tinha alterado muito o carro. Tinha apenas colocado um aileron, para cortar o vento, e debaixo da matrícula, tinha uma daquelas luzinhas roxas, que se usa nas mercearias para matar as moscas. Não era nada de especial, mas ainda assim o policia achou e disse «Eu tenho de lhe passar uma multa, o seu carro está alterado» Para dizer a verdade, quando o policia disse, o seu carro está alterado, eu olhei para o carro da policia e pensei «LOL». «Ai aquele é que está alterado? Tinóninoni». Implicam.





