novembro 29, 2009

Sim é oficial.

O porquê de eu, senhor de todos e quaisquer universos?

(Dedicada á Kiki e ao Millie)

novembro 28, 2009

Oito's com os oito's

Postado no ATS:
'Dont want to sound rude, but there's really no nice way of asking this. Are ugly people attracted to their partners, or do they just settle for what they can get? Because you never see an ugly person with an attractive counterpart.'

Lá vem a minha teoria, quando eu sempre falei de 8's com 8's, e 4's com 4's. Voilá!

novembro 26, 2009

Matam o Português II


Eu nem sou destas coisas. Mas como no IAB é possível encontrar uma diversidade grande de conteúdos, e eu como Bloguista, tenho o dever de defender as cores da minha camisa, vou falar.
Actualmente, os facilitismos educacionais têm colocado o sorriso na boca dos ministros, sempre que olham para uma estatística positiva, enquanto relativa ao ano transacto. Nada mais falso.
Se as estatísticas são realmente tão importantes, ao nível do controlo – que entenda-se; eu concordo que sim – Porque são brutalmente deturpadas, usadas de forma a criar sorrisos, sobre desgraças disfarçadas? Esqueceu-se que o principal objectivo das escolas é educar, e substituiu-se essa ideia, por mostrar ao mundo que cá se educa.
Pede-se o ridículo de alguém criar estatísticas que por sua vez, controlem as estatísticas base, pois essas estão doentes.
Os facilitismos, só facilitam mesmo a nível temporário, pois surgem mais tarde, em forma de mau funcionário, de mau homem, de mau cidadão.
Trata-se de uma luta constante no erro, que nem criança a quem se faz todas as vontades para não a ouvir chorar.
É sinistra a forma como se escreve, é sinistra a forma como se pensa, é sinistra a forma como a pouca soberania que ainda retemos, se tem vindo a desfragmentar numa espiral de ostentação surreal da cultura no nosso país.
Já não existe a criança preocupada com a forma como comunica, pois essa é suficiente, numa sociedade, que se entrega á letargia do menor esforço, hierarquicamente atrofiada de valores, sociedade essa que domina perfeitamente os nomes dos lutadores de WWE.
Triste realidade, quando actualmente – arrisco 60% - dos estudantes, apontam como o seu primeiro livro o ‘Cavaleiro da Dinamarca’ ou ‘Felizmente há luar’.
Não se incentiva a leitura, e quando se faz, esta começa a ser tomada aos olhos do castigo ou da obrigação.
Gera-se o ócio mental, a indecisão ridícula, e a certeza aparece por influência imposta.
Uma influência que em nada foge ao fruto de toda uma sociedade com as características vincadas na falta de princípios, uma sociedade que cada vez mais não sabe o que é um afecto, um abraço, porque actualmente uma troca de olhares é suficiente.
Mais triste que a tristeza de uma insuficiência oral e escrita, é o preconceito criado por estas pessoas, que mesmo sem estímulo de alterar tal incapacidade, recuam com a perfeita noção de que são carentes de conhecimento básico. Um obscurantismo, um ocultismo que gera a completa falha no passa-palavra da informação, da cultura.
Tal carência de informação, rapidamente se reflecte no pensamento mais básico. Pensamento atrofiado esse, que me faz ouvir, tantas ambições megalómanas, que não passam de auto-ridicularizações inalcançáveis, caso toda a rotina se mantenha .
Em género de alerta, quem nem um pequeno dicionário para não se fazer figura de parvo á mesa do café, quando se ouve uma palavra que não se tinha ouvido antes, ou uma série de perguntas ainda hoje sem resposta, que pode muito bem ser usada em situações de ultima rácio. - Ao lado destes problemas, uma hipoteca confiscada pelo banco, é como passar pela casa de partida sem receber os dois mil escudos -
Proponho por ventura uma pequena amostra de variações de poesia para impressionar pessoas com menos contacto com a produção poética – Estudantes de literatura - por exemplo, e uma serie de pensamentos que facilito desde já, para que o leitor se recorde e use no trabalho, na casa de banho, ou a escrever na porta de uma casa de banho pública. Talvez não facilite nada. Facilitem-se todos vós.

IA

Estudante universitário

O estudante universitário é alguém que consegue surpreender.
Exemplo:
"Uma certa coisa tem a forma de crescente ou, como certo autor refere, tem a forma de croissant.."

Bom, se não percebeste és com certeza aluno da Nova.

novembro 17, 2009

Princípio da igualdade

Giro. Talvez não tanto. Todos os santos dias na entrada para o comboio e metro, aparecem aquelas senhoras pequeninas, que furam as costas do pessoal. No fundo ninguém lhes liga, pois são realmente pequeninas.
Gosto de partir do principio da igualdade, e em sede dessa mesma ideia, denoto na cara dessa gente, as veias inchadas e as faces vermelhas de tanta força feita na tentativa de 'furar'.
Ainda hoje, ia entrar para o comboio quando uma dessas pessoas esbarrou com a cara bem no meu cotovelo. Pediu-me desculpa e eu sorri.
Mas nem por isso desistiu, pois até me sentar, fui a levar cabeçadas nas costas dessa mesma pessoa. Ora, com aquele tamanho, e com aquela força, ninguém seria capaz de replicar. Mas eu sei que a senhora se esforçou.
O aviso é seguinte, tenho 1.90m e peso 90kg. Vou começar a fazer força na tentativa de 'furar', ou agora a nova modalidade 'cilindrar'.
Isto, porque lá está, sou grande crente no Artigo 13º da Constituição da Republica Portuguesa.

novembro 11, 2009

Robert Enke





Eram tempos agora nostálgicos, e a recordação é ainda fresca. Aliás, ficou bem mais fresca hoje pelas 7 horas da manhã. Com idade de juvenil, e o grande Benfica foi treinar ao Almada Atlético Clube, clube esse onde eu dava por essa altura uns pontapés na bola. A excitação era muita, para nós não era apenas um treino, era uma atracção. Provavelmente teríamos mais público nesse treino, do que em jogo oficiais. Eram os meus ídolos, e estariam ali a jogar, bem á minha frente. Bloqueavam-me os movimentos a simples presença de tais sujeitos, assim como os pensamentos que teimavam em não sair completos.
Começou o treino, e quando acabou, perdíamos por 13 a 14. Parecia resultado de equipe de Andebol.
Nos tuneis de acesso, a timidez ficava de parte na tentativa de uns dedos de conversa com fotografias e autógrafos com as estrelas.
Com mais sorte com uns do que outros, recordo o Fernando Meira, alto, antipático e frio, o Simão Sabrosa, sempre a rir, e o Argel que discutia com o Nuno Gomes, e queria bater-lhe.
Na altura, tinha sem dúvida maior admiração pelo Nuno e pelo Simão, mas não consigo (muito menos agora) esquecer de um rapaz alto (1.86m) loiro, com tremendas dificuldades em falar português, e o inglês não era o meu forte. Sempre com um sorriso amável, e olhos de quem tinha a bondade nas veias. Saiam várias «Origados» por cada foto, e um abraço por cada autografo. Depois da foto no telemóvel de um colega meu, assinou 'Robert Enke' na minha t-shirt, por era esse o seu nome completo.
Após assinatura, ficamos cerca de 7 rapazes de olhos esbugalhados de volta do Enke, do Poborsky e do Pepa.
A bem deste post, (e depois, de numa mistura de inglês e português, nos ter contado que tinha criado um canil em sua casa, só porque haviam muitos cães vadios na sua rua) digo apenas quais as ultimas palavras que ouvi de tal rapaz «Tu, moito bom», «Portuguel tudo moito bom que Deustland».
Há os bons atletas, e há os bons profissionais. Aqueles raros, que agregam as duas categorias, são como Enke sempre foi. Um muito bom homem.
Por agora, o choque vai passando, mas fica o abalo da noticia.
Sabes Enke; Tu muito melhor!







novembro 01, 2009

Sonhos

As vezes construímos sonhos em cima de grandes pessoas... O tempo passa... e descobrimos que grandes mesmo eram os sonhos e nós pequenos demais para nos tornarmos reais...