junho 19, 2009

Vamos tirar o chapéu

Em virtude de um dos alguns comentários recebidos, vou desejar de todo responder a este. Sinto necessidade árdua de estabelecer diferenças imperativas. Tu és fruto de uma amizade, das que nem eu sabia que existiam. Quando descobri que existíamos, disseram-me que andava a ver filmes demais. Jamais saberei explicar-nos a alguém. Pessoalmente já desisti. Nós somos, aqueles amigos que nos guardamos no passado , no presente e nos guardaremos no futuro.
A nossa amizade, é aquela que nos faz erguer o queixo e lutar com todas as armas; é amizade daquela casta que nos faz sorrir quando tudo corre mal.
É daquela amizade, vinda de fora, que nos limpa as lágrimas e nos levanta do chão. Das que nos abre as portas ao mundo e nos limpa a alma para saborear o que há de melhor.
Sentimos tão bem, que é aquela que sabemos que guarda amor para nós, aquela que abraçamos, aquela onde pousamos a cabeça e explodimos um rio de lágrimas, assim, só em silêncio.
Adoro-te pequenina.

Ivo Almeida

Companheiros, obrigado por serem quem são. Hoje, e porque acordei cedo, queria-vos falar sobre dormir. Eu gosto de dormir, e não tenho nada contra isso, e aviso já que só não durmo vinte horas por dia, porque era mau para a minha circulação. Ou se calhar não era, porque os ursos hibernam e acordam todos frescos, mas enfim, não me calhava bem. Agora, há coisas que me fascinam no sono. A primeira delas é quando o sono se começa a aproximar. Ora o sono aproxima-se de uma maneira muito própria, especialmente se estamos a ver televisão. Aproxima-se de uma forma, a que eu chamo «golos de cabeça». Inicia-se uma sucessão de cabeçadas triunfais, seguido de um olhar á volta, como quem diz «eu não estava a dormir, estava só a ver se tinha facturas suficientes, para o IRC de 2009». Depois decidimos que já contamos as facturas todas, e decidimos ir para a cama. Vamos muito bem, já com a contabilidade organizada, e é na cama que o sono ganha todo o seu esplendor. Há dois tipos de pessoas que eu gosto muito. As primeiras, mais raras, são as que dormem com os olhos abertos. Demonstra habilidade, espectacularidade, e acima de tudo é a maneira de uma pessoa ter sempre uma noção do que a rodeia. É a mesma coisa que ligar o alarme do carro, mas numa pessoa. E as segundas, são as que dormem de boca aberta. Essas não causam grande espectacularidade, a habilidade também não é por aí além, mas é sempre ridículo. E como toda a gente sabe, não há nada melhor o que ver as outras pessoas a fazerem figuras ridículas. O que gosto de fazer a essas pessoas, é prender-lhes um anzol no canto da boca, e depois ir para a sala com uma cana, para ver quando é que mordem. É uma brincadeira gira, que não ofende ninguém, e que na melhor das hipóteses resulta em cinco pontos no hospital santa Maria. Há depois os derivados. O que são os derivados, Ivo? Para já essa pergunta não deve ser para mim, até porque os blogues não têm microfones e eu não vos oiço, e depois tenham calminha que eu também não vos fiz nada de mal. Ora, os derivados, são por um lado, os puros lusitanos do sono, os cavalos que rangem os dentes durante a noite. A esses é só dar um cubo e açúcar que eles acalmam. Também há os que estrebucham, e que volta e meia manda um esticão com o braço ou com a perna. Isso também serve de desculpa para dar um arrebite na pessoa que dorme convosco, e que se esquiva durante o dia. Assim, de noite, pode sempre ser sem crer. Para os mais sentimentalistas, eu não estou a incentivar á violência doméstica, estou é a torna-la numa espécie de Jogos Sem Fronteiras, mas sem a parte dura, que era protagonizada pelo Eládio Climaco, que é um nome que dá cãibras na língua. Depois há ainda as pessoas que falam, e essas são uma alegria, pois podemos sempre falar da bolsa ou do PIB de Angola que elas nunca dizem que não. Agora, o único problema é que falam sempre como se tivesses com um ovo na boca, e fica sempre algo do género de: «nbasdasneds». E por fim há aquelas pessoas que acordam com o próprio ressonar. Agora pergunto eu, há alguma coisa mais estúpida do que acordar com o próprio ressonar? Não há. Porque o ressonar é suposto ser uma arma tão potente para quem está á nossa volta, nunca para nos afectar a nós. Por isso a partir de hoje, durmam com tampões nos ouvidos, para não se ouvirem ressonar de manhã. E os meus sinceros parabéns a todo o mundo que tem apneia do sono, que é basicamente uma doença que os pulmões durante o sono, se esquecem de respirar. É preciso de facto ter uns pulmões com uma vida social muito agitada, para não saberem que volta e meia dava jeito inchar e desinchar. Enfim, durmam bem, e não se babem, pelo menos para a vossa almofada, que depois a baba fica fria e faz impressão.

junho 15, 2009

Do Arabs say "Allah" when making love?

Do Arabs say "Allah" when making love?
Do Buddhists say "Buddha"?
And who do Hindu's say?
I can say from personal research and books and movies that it is not uncommon for Jews and Christians to say "God" and that it is not english specific. "Dieu" (French) and "Dios" (Spanish) and probably most frequently cried the Italian "Dio"
But why? And is this cross cultural with other religions?
Is it a primal, deep seeded, past life, regurgitated reflex?
Is it a spontaneous Glorification and injection of innocence and purification into something so seemingly self or mutually gratifying?
Is it a sub conscious reminder of why we're compelled to make love?
Why is this third entity included in such a private, intimate exchange?
And do other religions have this same vocabulary crop up in bed?
or, i this fucking subject just stupid as me?
I just was wondering...
IA

She

I breathe, and your name comes to mind. The very thought of you brings tears to my eyes. I remember everything, your eyes looking into mine. Your lips softly touched mine, my moment in time, frozen forever, for now only I remember.
Baby, I loved you at first sight, only then didn't realize, the pain I'd feel when not lost in, your eyes. I tremble for your touch, I long for you and I miss you. I miss you in all of my waking hours, a horrible crush, but not so in dreams because it's then and only then when our souls finally touch.
IA

junho 14, 2009

César das Neves, o ‘Sex Symbol’

Quão doente tem de estar a sociedade, para que se gaste tanto tempo a esmiuçar um assunto menor, como são as eleições legislativas, e tão pouco ou nenhum a discutir a fantástica entrevista de César das Neves deu ao Jornal O independente? E quão doente tenho eu de estar, para começar um post no IAB com a palavra «Quão»? As respostas às duas questões são muito evidentes. Em duas páginas de entrevista, César das Neves, usa cinco vezes a palavra «Deboche», e condena o aborto, o preservativo, a homossexualidade, a masturbação, e tudo o que de um modo geral, ele pensa que pode dar prazer a alguém. A tese fundamental de César das Neves, é a seguinte: «O acto sexual, não é só uma questão de prazer», E se for excluída a intenção de procriar, o sexo transforma-se numa «coisa mecânica, animal». A ideia de que o sexo para pro-criar é humano e para usufruir de algum prazer já é «uma coisa animal» é interessante e a natureza confirma-a: Quem são os animais, que para os quais, o sexo serve única e exclusivamente para o propósito de procriação? Raríssimos, se é que há algum. Mas quantas vezes não vimos já, no National Geografic, um urso a chegar á toca, cansado de um dia de trabalho, apenas para encontrar a ursa mergulhada numa banheira, enfeitada com pétalas de rosa e velas a toda a volta, convidando o macho para uma noite de prazer animal? Tantas. No fundo é por causa de pessoas como o César das Neves que o sexo é tão bom. Sem aquela noção de pecado, de transgressão de malandrice perversa, o sexo teria muito menos piada. Por isso, peço desculpa, por dizer tão cruelmente, mas a verdade é que, César das Neves me excita. Não vale a pena fugir á realidade. Este homem faz mais pela minha sexualidade, com uma simples entrevista no O independente, do que três carrinhas cheias de coelhinhas da playboy. Ainda hoje, não compreendo porque é que o DN não imprime a entrevista de César das Neves, na página central, e com folha desdobrável, para que milhares de mecânicos possam pendurar nas paredes das oficinas em todo Portugal. Só pode ser má vontade de algum puritano. Mas também é preciso dizer, com a mesma honestidade, que em certos aspectos, César das Neves, não tem razão. A condenação da homossexualidade não me incomoda por aí além. Simpatizo com a causa da defesa dos direitos dos homossexuais, mas não estou particularmente empenhado nessa luta. Agora, não admito que César das Neves toque na masturbação. A masturbação é um direito inalienável do ser humano, que só por esquecimento imperdoável ou pérfida maldade, foi omisso na Declaração Universal das Nações Unidas. Em defesa da masturbação, estou disposto a ir até ao fim do mundo, e não estou sozinho. Milhares de adolescentes de óculos e caras cheias de borbulhas estão comigo. Prepare-se para nós, César das Neves.

junho 11, 2009

Advogado

Este já vem, de todo fora de tempo. Aliás, já tinha colocado a tralha na dispensa, mas colocaram-me - novamente – a questão de que ‘será ético um advogado defender um criminoso’. Embora suspeito, por ser um curso do qual espero acabar para o ano, quero deixar hoje uma resposta. Sinceramente não é simples explicar a alguém que não possui bases jurídicas, o porquê de uma situação que está implícita na própria natureza da ciência. Como não tenho a qualidade de professor, um dia que se atentem a fundo sobre o assunto, fica muito mais fácil para mim também.

A presunção da inocência e o direito à ampla defesa em processo judicial estão inseridos na Carta Magna. E ninguém é considerado "criminoso", antes de uma condenação transitada em julgado. Os delitos, sejam quais forem, são praticados por pessoas, que enquanto não forem julgadas, são simples acusados da prática de uma acção capitulada e tipificada no Código Penal como "crime", portanto, com direito às explicações em juízo, da conduta criminosa que se lhe é imputada. Se não houvesse esse direito, qualquer um poderia enviado às prisões, por qualquer acusação, locupletando-as de "acusados" e não de "criminosos". Daí, a função do defensor, como "fiscal" da ordem jurídica à ser aplicada pelos detentores da Justiça Pública. Se o trabalho for honesto, não tem porque ser anti-ético, nem causar-lhe crises de consciência. Na pior das hipóteses, considerá-lo: um "mal necessário" e imprescindível para a distribuição da "Justiça". Ética é o respeito pelo próximo seja ele qual for, independente de cor, raça, criminalidade. Ética é respeitar o código deontológico.
O que não se pode confundir, no papel do advogado, o que se defende é a pessoa acusada, não o crime que cometeu. Todo crime deve ser punido pela lei e todo criminoso, se for considerado culpado em julgamento, deve ser sancionado. Em nenhum momento o advogado pode ser taxado de cúmplice do bandido ou de procurar sempre sua absolvição. O que se defende é a pessoa, não a liberdade, não o criminoso.
A defesa deve sempre seguir a lei para conseguir seus objectivos, mantendo-se sempre dentro do que determina a ética e o código de deontologia. Onde a linha é ténue, entre o foro íntimo do advogado e o legítimo direito de defesa do acusado. Porquê? Porque dá margem para que o mau profissional extrapole as suas prerrogativas e a sua própria consciência, então cabem a crítica e a reparação, devendo as Entidades de classe, nesse caso, exercerem seu papel fiscalizador e punitivo.
O advogado não desenvolve seu trabalho visando simplesmente colocar o acusado em liberdade, mas procurando, nos próprios Códigos, o que melhor se adequar ao caso, assegurando a defesa do contraditório. A sua tarefa é árdua, mal compreendida, alvo de censura e mesmo escárnio dos colegas, mas há que se considerar, sobretudo, a exigibilidade da defesa criminal como garantia do contraditório.
O direito à defesa face à Constituição da Républica Portuguesa é sagrado, e nisso reside a maior responsabilidade no trabalho do Advogado. Sem o advogado, jamais poderá haver Justiça.

junho 10, 2009

Fernanda Serrano é mais interessante do que eu

Aqui no IAB, tenho vindo a reparar que uma percentagem nada insignificante das minhas visitas, vem cá para através de um motor de busca, onde dão asas a uma larga atitude de pesquisa de palavras ‘Fernanda Serrano’ + ‘Chavascal’, só porque á uns anos atrás, um dos meus posts, me referi ao filme que andava a circular na Internet. Ora, eu não me sinto nada confortável com essa situação. Não pretendo, de forma nenhuma, beneficiar com a exposição de partes íntimas femininas. Se, pelo contrário, quisesse aumentar exponencialmente o número de visitas do IAB, agora sei que bastava espalhar ao longo dos textos, léxico de índole sexual e os nomes de algumas mulheres mais sexys do mundo. Resumindo, tudo o que interessasse a quem aprecia pornografia da boa. Com exercício mental, e focando tal cenário, bastaria desatar a escrever post com os nomes da Pamela Anderson (juntando referencia aos seus aclamados seios), da Jeniffer Lopez, (e do seu amplo traseiro, da Britney Spears, (e da sua língua marota, que espevita quando a dona canta os eles). Mas obviamente, não vou levar a cabo uma atitude dessas. Afinal de contas, padeço de um sintoma a que se chama ética. Sim, a mesma ética que tantas vezes Cicciolina deu mostras. Agora não me ocorre exactamente quando, mas tenho a certeza de que deu. Provavelmente, foi durante uma das suas orgias.

IA

junho 07, 2009

Europeias 2009

Temo verdadeiramente que o que me apraz fazer, é mesmo arrefecer um pouco os ânimos festivos, do PSD. Os resultados das Europeias 2009, estão á vista. Ainda assim este cenário, embora seja uma clara desaprovação pública ao governo do PS, em minha consciência, digo que muitos dos votantes que aproveitaram para demonstrar a sua indignação, não o fariam caso as eleições fossem para o plano legislativo. Nas breves e próximas eleições legislativas, é importante frisar que a Dr. Manuela Ferreira Leite, não vai poder utilizar Pedro Rangel por ela. É isso facto de relevancia substancial, na medida em que ninguém tem assistido a uma politica lógica, destemida e determinada. Tem sido realmente beneficiado o PS, não por um belo trabalho que realiza, - porque não - mas sim, por uma escassa politica de oposição que existe do seu adversário mais directo, PSD. E por estas mesmas razões, não creio que estes resultados, embora sirvam de alerta literal ao governo, reabram de alguma forma expectativas extras para as legislativas que se avizinham. Hoje assistimos não tanto a uma vitória do PSD, mas determinadamente a uma derrota do partido socialista.

"Brutal... Este portugal, PPD/PSD... Lindo. O uivo, o rugir do democrata adormecido... Uma estrondosa derrota de uma rosa murcha espinhosa".

O presidente da AAUAL, Nuno Nabais.

IA

junho 05, 2009

Xenofobia

Hoje gostava de falar de um povo valoroso. Uma pista, têm olhos em bico. Não, não me refiro á família de Roberto Carneiro, mas sim a um grupo razoavelmente menor de pessoas: os japoneses.
Os japoneses são um povo fascinante, desde logo pelo seu talento para a imitação. São uma espécie de Fernando Pereira, mas em povo. O Fernando Pereira consegue imitar qualquer cantor, desde que seja sempre a Edith Piaf. Os japoneses, pelo seu lado, conseguem imitar na perfeição qualquer coisa. O próprio Japão é, estou convencido, uma imitação da China em ponto pequeno.
A prova e que os japoneses são um povo superior é esta: O Japão é o único país que os portugueses estiveram no tempo dos descobrimentos e que, mesmo assim, conseguiu ultrapassar esse revés, e desenvolver-se como deve de ser. Ao que parece a única herança portuguesa que retiveram, foi a palavra “arigato”, que evoluiu do português “obrigado”. Provavelmente, terão usado o termo em conversas com os nossos navegadores, na frase: “Obrigado por terem vindo, mas agora vão-se lá embora que nós queremos é trabalhar”.
Os japoneses são um povo que tem um objectivo comum, uma meta nacional que perseguem em conjunto. O sonho japonês é este: tirar o maior número de fotografias que for possível á Mona Lisa. Eles estão todos a tratar disso. Esta é a conversa típica de um japonês, quando mostra as fotografias que tirou nas suas férias em Paris: “Isto sou eu no Sacré Coeur, isto sou eu e o Iamoto em Notre Dame, isto é a Mona Lisa, isto é a Mona Lisa, isto é a Mona Lisa, isto é a Mona Lisa, isto é a Mona Lisa, isto é a Mona Lisa…”
Para mim, os japoneses só têm um defeito: ando muito de táxi e já ouvi os nossos taxistas praguejarem contra os africanos, os árabes, os europeus de leste, os espanhóis e os brasileiros. Por isso, acabei por ganhar alguma afeição por estes povos. Mas desconfio solenemente de um país que não é depreciado pelos taxistas portugueses. Também estou de pé atrás com os suecos.

junho 03, 2009

To all football players

Para todos os jogadores de futebol do mundo, e os demais que apenas, amam este desporto. Simplesmente, brutal!
Ps: Só para o caso de vos passar despercebido, apelo a todos que reparem no jogador do AC Milan, quando passa pela taça, faz-lhe uma festa, dizendo-lhe 'Serás minha', e claro, a perderem 3-0, foram empatar e a penaltis.


junho 02, 2009

Só hoje.

Hoje, eu preciso de te encontrar, de qualquer forma, nem que seja só para te levar para casa, depois de um dia normal.
Hoje, preciso de sentir, tudo aquilo que tu me dizes que sentes.
Olhar para esses olhos de promessas fáceis, e beijar a tua boca, de uma forma que te faça rir.
Hoje, eu preciso de te abraçar, sentir o teu cheiro de roupa limpa, para esquecer os meus anseios, e dormir em paz.
Hoje, eu preciso de ouvir qualquer palavra tua, qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria em estar vivo.
Hoje, eu preciso de tomar um café, e ouvir-te suspirar e dizer que eu sou o causador das tuas insónias, que eu faço sempre tudo errado.
Hoje, preciso de ti, com qualquer humor, com qualquer sorriso.
Hoje, só a tua presença, me vai deixar feliz.
Só hoje.

Olhem para mim

Só para ponto de situação. Estou com a coxa esquerda em sangue, de ter sido queimada, ao raspar pelo campo, na tentativa de ganhar um lance, tenho o joelho esquerdo também, em sangue, devido a uma entrada de um AMIGO qualquer, que me achou parecido com a bola, e estou ainda na fase final do torneio. Eliminatórias! Tumba!

junho 01, 2009

Maldini (1984/1985-2008/2009)

Maldini jogou pela primeira vez na equipa principal do A.C. Milan em 1985. Data tal que eu, não era nascido. Anteontem, domingo, pôs fim a uma carreira de futebolista profissional integralmente cumprida ao serviço dos rossoneros. De excelente jogador a excelente jogador de clube, a longeva lealdade de um homem tão profissional não poderá deixar de ser motivo de admiração. Para os que, como eu, pouco conheceram do mundo prévio aos seus lançamentos de linha lateral, fica o vago pavor de começar a época sem Maldini. Agora que ele deixou de calçar meias de enchimento, a primeira jornada perde força de começo. É um facto, estamos a ficar velhos.