janeiro 31, 2009

Twitter

Era novo, e eu também queria, era novidade e eu quis esperimentar...

Twitter is over capacity.
Too many tweets! Please wait a moment and try again

janeiro 29, 2009

Matemática

Sim, foi a confirmação, este mundo está perdido. Ouvi no curto circuito alguém dizer ao Rui Pego que os exames de acesso ao ensino superior, o ano passado, e nomeadamente o de MATEMÁTICA foi facílimo! 'É ridículo', dizia o próprio.
IA

janeiro 27, 2009

Salário no futebol

Hoje é uma questão. Os jogadores de futebol, recebem demasiado dinheiro?

Ironia Morna

Foi em conversa com a minha mãe que a mesma me transmitiu que padeço de um sintoma, á qual o intitulou de 'Ironia morna'. Entenda-se, por 'Ironia morna' (Conceito) a condição de alguém proferir determinadas palavras ou mesmo e apenas expressar alguma vontade por qualquer meio perceptível a outro ser humano sem que este se aperceba se o autor do mesmo se está a expressar seriamente, ou trata-se apenas de divagação jocosa. Esta dualidade de critérios está neste momento patenteada e reconhecida, 'Ironia morna'.
Agora sim, está facilitada a interpretação de qualquer texto que por aqui se conheça. O exercício é simples, se o texto tiver por base uma empreenção acessível e clara quanto á seriedade do mesmo, então tem como significado exactamente isso que todos vocês pensaram, caso o texto seja um pouco nublado quanto á seriedade do mesmo, já sabem, estão na presença do mais alto nível de 'Ironia morna'.
Espero que tenha facilitado.

janeiro 26, 2009

Diário da tua ausência

Nunca havia nada para ti no IAB.
Nietzsche, que tinha tanto de louco como de sábio, escreveu que a grandeza de um homem está em ser uma ponte e não uma meta. Mas ninguém consegue construir uma ponte sozinho, nem carregar um piano, nem mudar uma casa, por isso aprendi algo mais difícil: aprendi a ficar quieto quando aquilo que mais quero e desejo não depende só de mim. E com essa nova e preciosa lição veio a paz, a tranquilidade, a harmonia dos dias sossegados e das noites de sono profundo. Aprendi muito contigo, com certeza mais do que possas imaginar. Aprendi com os meus erros, porque é quando se perde que a lição é mais importante. Devia ter ficado quieto mais vezes, devia ter respeitado o teu silêncio e o teu espaço, deixar-te em paz em vez de te pedir o mundo, porque iria sempre amar-te, estivesses ou não ao meu lado, porque fazes parte de mim, mesmo sem saber se és a primeira ou a última peça do meu dominó, mesmo sem saber se o vais pôr de pé ou deitá-lo abaixo.O amor tem o seu próprio mistério, tentar desvendá-lo é um erro, tentar apressá-lo um crime. Se um dia destes te apetecer voltar para os meus braços e construir um sonho comigo, podes bater à porta porque estarei por aqui, mergulhado numa paz tranquila e nova que me ensinaste sem saber. O amor é mesmo assim: damos aos outros o nosso melhor sem sequer o saber. E tudo o que damos nunca se perde, nada se perde, apenas se transforma e se guarda numa caixa que só o futuro conhece e desvenda. (…) Quando se ama alguém, tem-se sempre tempo para essa pessoa. E se ela não vem ter connosco, nós esperamos. O verbo esperar torna-se tão imperativo como o verbo respirar. A vida transforma-se numa estação de comboios e o vento anuncia-nos a chegada antes do alcance do olhar. O amor na espera ensina-nos a ver o futuro, a desejá-lo, a organizar tudo para que ele seja possível. É mais fácil esperar do que desistir. É mais fácil desejar do que esquecer. É mais fácil sonhar do que perder. E para quem vive a sonhar, é muito mais fácil viver.”

janeiro 24, 2009

Há sempre tampas

Não é que adore estas situações, por outro lado as mesmas causam-me uma espécie daquelas dores agudas que nós não conseguimos identificar o local exacto, só mesmo um braço, ou uma perna. Pronto, desta vez é na alma. Mundo está cheio de dificuldades, e infelizmente para quem a relação com as palavras não viaja no barco do amor, pior ainda, porque afinal, o maior inimigo é a palavra.
Minha mãe costumava dizer, que 'há sempre uma tampa para um tacho'. Eu nunca quis concordar, mas é bem possível que tal se manifeste imperativo, com valor de realidade inabalável. Vejamos que em relação ao meu ultimo post 'Santa estupidez', há sempre alguém que compreenda que as palavras de D. José Policarpo, têm o seu sentido. Recebi como resposta relacionada ao Post o seguinte:

Someone diz:
em relação ao teu post
Someone diz:
akela frase faz todo o sentido.. muitas mulheres sao maltratadas, agredidas, vendidas, pelos maridos
Someone diz:
e raptadas.. e dps andam anos e anos a espera de conseguir divorciar-se
Someone diz:
prk as leis deles sao uma merda e puro maxismo

Exacto, dei por mim a pensar, mas que será que disse eu no post? Eu fui lê-lo novamente, e fiquei imediatamente surpreso/descansado. Para não dizer a verdade também odeio um povo, Os Muçulmanos. Acho que todos nós devemos odiar um povo. Aliás hoje em dia, só devemos cair no erro de generalizar, apenas e só se for para denegrir um povo. Felizmente sou Português, e vivo num país com costumes bem relacionados com o principio constitucional da boa fé, e não se assumem práticas susceptíveis de desaprovação por parte de povos vizinhos. Se no meu país se raptasse crianças, e depois de mutiladas as colocassem numa arca frigorifica, seria muito pior na altura da generalização. Os muçulmanos são sem dúvida um excesso no planeta, principalmente porque nem vou muito á bola com o cheiro a caril. Sempre preferi o requintado croquete em vez da rançosa chamuça.
Outra situação concreta é que o ultimo post em questão, diz apenas e só respeito á 'Santa Estupidez' das palavras e da pessoa que as proferiu,(D José Policarpo) e de forma alguma se manifestou como uma abordagem ao tema sobre o qual centenas de religiões oprimem o sexo feminino o que para o qual o comum Europeu desaprova socialmente tais atitudes. Próxima vez farei um post com a tentativa de denegrir um povo, poderá ser o islâmico, e vou ser rude na tentativa de não me esquecer da falácia da generalização.

janeiro 17, 2009

Santa estupidez

"Cautela com os amores. Pensem duas vezes em casar com um muçulmano, pensem muito seriamente, é meter-se num monte de sarilhos que nem Alá sabe onde acabam."

Frase dita por um ateu?
Não não.
D. José Policarpo, Cardeal-Patriarca de Lisboa.
Sou ateu por variadíssimas razões que pouco importam, mas nestas alturas sou um bocadinho mais.
Nem sequer é uma frase de mau gosto, é só ridículo e humilhante para a religião católica.
Uma vez que se ofendem cada vez que falo da religião católica e das suas barreiras mentais, pode ser agora a minha vez de retribuir a indignação?

Obrigado.

janeiro 14, 2009

Sarah's Book

That evening she sat oposite Ivo over the dinner table. She had changed into jeans and a shirt and had her hair down around her shoulders. He thought she looked even prettier than before. He had chosen the restaurant, Giovani's, on the wharft. The windows looked out towards the ocean. There were one or two late surfers still out on their surfboards.
Ivo and Sylvie had had a excellent meal and were enjoying the last of a rich white wine from Santa Cruz mountains. They had talked a bit about Ivo's visit from Spain. But Ivo, said nothing about his future plans to find out more about his new team. Ivo asked about the work that sylvie did with the new website. By the time, they moved on to coffee, they had started to find out more about each other's lives.
Sylvie told Ivo how she become a professional web designer, and about life in the town where she grew up with her parents and three brothers - Stowe, Vermont, in the east of London. 'They all skied a lot in the winter and went shooting and fishing in the sumer'. Ivo told her about his life as a football player in the smal Londoner town of West Ham.
The conversation stopped and they were both quiet for a moment. Then Sylvie said 'You'r quite unusual, Ivo, aren´t you?
'Are all english girls so direct?' asked Ivo, smiling.
'My grandmother always taught me to say what i mean' said Sylvie, laughing 'But no, you are unusual' she went on.
'Really?' Ivo search for the right words to explain himself 'Its probably in my blood though'.
Sylvie smiled and waited for him to continue.
'You see, my father and my mom, they all helped people in some way,' Ivo continued 'my father was a pilot and my mom is a doctor'. Ivo caugth the waiter's eye and asked for the bill.
'Interesting family!' said Sylvie.
'Well, yes', agreed Ivo, reaching for his wallet, 'so there were always a lot of ideias flying around, and a lot of healthy arguing. I want to be better, and better. Be better have always been part of my life and my growing up.'
Ivo paid and they left the restaurant to walk back along the wharf. It was beginning to get dark. Lights were all along the seafront. However, the boardwalk, the oldest seaside amusement park on the East Coast, was closed and quiet. During the winter months it was only open at weekends for children and their parents to enjoy the rides.
Ivo and Sylvie walked slowly along. Then, she looked at him
'Is there a Mrs Almeida?' she asked.
'So direct again,' said Ivo, smiling an thinking to himself that the evening might be more interesting than he had expected.
'No, there isn't. There isn't even possible Mrs Almeida at the moment'
He turned and looked down at sylvie and they stop walking.
'There isn't a Mr Koning too', she said smiling at him, then turned and started walking again. Ivo walked beside her. After a few steps she puts her arm through his.
Towards the end of the wharf, Ivo looked up towards the Ocean View Motel. He could see ... ... ...



janeiro 09, 2009

London cold

You are sweet as baileys with ice (huge glass), as strong as my Subaru Impreza, as warm as the fu** burning apple pie, exotic as your own dance, as heady as football, an becoming special as us. Lets keep drunk.
(Now you know the translate, and some chords too)

janeiro 08, 2009

INEM - 112

Não é que fosse necessário incentivo algum, mas há tempos que ando para contar uma história que se passou na Universidade Autónoma, de Lisboa. Era festança da boa e a bebida era de borla, o que significava que a diversão não tinhas horas para terminar, excepto o belo jantar que haveria após aquele tarde fatídica, quando uma colega minha tem um ataque de falta de ar, e com desmaios devido a ser hipoglicemica e não deveria ter ingerido álcool. Ligamos de imediato para a 112 e atendeu-nos um senhor que mal expliquei o problema de respondeu 'Aqui não se curam bebedeiras, têm de ter cabeça'. Perguntei-lhe o nome, questionou-me se o estava a ameaçar, e respondeu-me 'Sou o K35i', e eu pensei que tinha acabado de falar com um telemóvel. Dos parvos, claro.
Continue-mos:
Uma jovem de 13 anos sentiu fortes dores de cabeça, ficou sem forças no corpo e desmaiou. Os pais, em pânico, ligaram imediatamente para o 112, descreve o Correio da Manhã. «A operadora só me perguntou se ela estava em sono profundo e depois disse-me para lhe dar leite quente com açúcar que aquilo passava», recorda Fernanda Pinto, a mãe, em declarações ao CM. A mãe pensou, tendo em conta que a filha é atleta de competição, «estava a ter um ataque». Os pais da menina acabaram por transporte-la de carro até ao centro de saúde de Albufeira, onde lhe foi diagnosticada uma infecção que lhe interrompeu a irrigação do sangue para o cérebro, provocando-lhe os desmaios. A menina está agora bem e em repouso. Todavia, os pais garantem não esquecer o «desinteresse» do INEM perante os momentos de aflição vividos pelo casal. Fonte do INEM esclareceu ao CM que não foi accionada uma ambulância porque a jovem estava «consciente e a respirar». Como estava com «muito calor, tonturas, febre e no período menstrual» foi-lhe aconselhada «uma bebida açucarada, segundo o protocolo, assim como a ida ao Centro de Saúde». «O procedimento foi o correcto».
IA