Ora, desta vez peço desculpa, pois este será comprido, mas vou falar-vos de tema ao qual já roí paciências, na tentativa de o iniciar. Transmitirei factos aos quais acredito piamente, e desta vez sem ironias. Aproveitei agora para iniciar o tema, pois contabiliza-se as ultimas horas, minutos e segundos com a possibilidade de novas informações. Á luz dos últimos meses o tema de existência de vida inteligente extra o planeta azul tem-se manifestado de forma como nunca houve precedentes. Finalmente os estados desbloqueiam informação relativa ao que era alienado, dito como desconhecido, e caracterizado como fonte destabilizadora da população.
Começaremos por Roswell, uma cidade do estado do Novo México, nos EUA.
Foi em 4 de Julho de 1947, o dia da independência dos EUA que é considerado o maior marco da Ufologia mundial o caso Roswell foi o mais impressionante relato e a mais absoluta prova do encobrimento do assunto Ovnis do mundo. O caso já faz mais de 50 anos e continua ser referente no mundo.
Tal dia 4, caiu sobre solo terrestre, mais precisamente em Roswell no Novo México dois objectos voadores não identificados. Tento que num dos objectos se encontrava um ser, não humano, sem vida, e no outro um ser com vida que veio a morrer, à luz da descompressão mal efectuada por parte das entidades competentes no local. O governo negou todos os rumores dizendo que se tratou de um balão metrológico (ainda hoje procuro saber o que será um)
Governo, conseguiu sempre abafar toda a informação, e de seguida, mostro como tudo se passou:
Quarta-feira, 2 de Julho, 21:50h
O casal Wilmot está sentado na sua varanda, num bairro tranquilo em Roswell, quando observa um grande objecto oval cruzar o céu. O objecto estava incandescente e voava em alta velocidade no sentido nordeste. Ao mesmo tempo, William Woody e o seu pai vêem no céu um objecto brilhante movendo-se na direcção norte. Durante uma tempestade, o rancheiro MacBrazel e os seus vizinhos ouvem uma explosão nas proximidades de onde moram, a algumas milhas de Roswell.
Quinta-feira, 3 de Julho
Pela manhã, Brazel sai a cavalo para verificar os danos causados pela tempestade. Surpreende-se ao ver um campo de destroços de aproximadamente 4km quadrados, onde encontra lâminas de um metal muito maleável, mas que sempre retornava à forma original. Vê também bastões de matéria análogo ao basalto - objectos altamente resistentes, impossíveis de serem cortados ou queimados. Brazel percebe que há sinais impressos nos objectos: desenhos de cor lilás, parecendo com algum tipo de escrita oriental, talvez hieróglifos.
Sexta - Feira, 4 de Julho
Feriado nacional. Brazel leva alguns destroços ao seu galpão, entre eles há uma peça de, aproximadamente, 3m. Sendo proprietário de ovelhas, as mesmas não querem passar pelo campo de destroços. Os animais parecem sentir que algo estranho aconteceu no local. À noite, Brazel encontra alguns amigos, que o aconselham a contar tudo para as autoridades.
Domingo, 6 de Julho, 8:00h
Pela manhã Brazel vai até o escritório do xerife George Wilcox em Roswell. Leva alguns destroços na camioneta. Ao ver os pedaços da suposta nave, o xerife envia alguns dos seus subordinados para a fazenda com intuito examinar o local do acidente. Chegando lá, não encontram os destroços, mas somente uma camada vitrificada sobre a terra. No mesmo dia da visita ao xerife, Brazel concede uma entrevista à rádio local.
Domingo, 6 de Julho, 13:00h
O major Jesse Marcel vai ao escritório do xerife em Roswell com a finalidade de se encontrar com Brazel. Olha o material e decide visitar o rancho em que aconteceu o acidente. O seu superior, o general Roger Ramey, é informado sobre o achado e imediatamente comunica com o Pentágono.
Domingo, 6 de Julho, 17:00h
Chegando ao rancho, Brazel mostra os destroços no galpão para o major Marcel, que os examina com um contador Géiser. O aparelho não capta sinais de radioactividade nos objectos. Enquanto Marcel e seus homens pernoitam no galpão, o Pentágono organiza uma busca sigilosa no local da queda.

Domingo, 6 de Julho, 19:00h
Os oficiais localizam os destroços e os seus ocupantes. Imediatamente chegam ao local varias equipes de resgate e escavação. Também participa do processo o arqueólogo Cury Holden, que ao fazer pesquisas sobre povos pré-colombianos, descobre os destroços por acaso.
Segunda - Feira, 7 de Julho
Pessoas das proximidades encontram objectos pelo chão, como pequenos bastões de 1cm, com gravações parecidas com hieróglifos. Ninguém conseguia decifrar as inscrições, tão pouco descobrir o tipo de material de que eram feitas as peças. Encontram também um pergaminho muito incomum, além de fragmentos de folhas parecidas com alumínio que não se amolgavam. O mais curioso de tudo é que os objectos parecem ser indestrutíveis, resistindo a todos os testes.
Segunda - Feira, 7 de Julho, 9:00h
O Pentágono ordena o bloqueio de todas as entradas e vias de acesso a Roswell. Os auxiliares do xerife Wilcox cercam o rancho Foster, não deixando ninguém passar.
Segunda - Feira, 7 de Julho, 13:00h
Glenn Dennis, da funerária Ballard, em Roswell, recebe um comunicado de um dos oficiais da base: " - Qual o tamanho dos caixões herméticos que o senhor tem? - São pequenos? - Há estaque?". Dennis fica perplexo e quer saber se houve algum tipo de desastre nas proximidades. Diz que não tem caixões estaques e que demoraria umas 24 horas para conseguir o material.
Segunda - Feira, 7 de Julho, 14:00h
No Pentágono, os generais Curtiss Lemay e Hoyt Vandenberg tem uma conversa sobre os UFOs, mais precisamente sobre o acidente de Roswell. Enquanto isso, o General Nathan Twinning (um dos membros do MJ-12), comandante e técnico de informações, muda seus planos e prepara uma viagem para o Novo México.
Segunda - Feira, 7 de Julho, 14:30h
O oficial da base liga novamente para Dennis. Desta vez, lhe pergunta como preparar corpos que ficam muito tempo no deserto e se os produtos empregados poderiam modificar a química dos corpos. Dennis recomenda o congelamento dos cadáveres e oferece assistência, recebendo a seguinte resposta oficial :" - Não se preocupe, só estamos a querer saber tal informação... isso para nos prepararmos para casos futuros". Dennis aceitou a resposta, mas continuou intrigado. Mais tarde, ele conheceu um soldado que havia tido um acidente no resgate e levou-o á enfermaria do hospital mais próximo. Dennis estacionou a sua ambulância ao lado de um veículo da base e vê diversos pedaços de metal lá dentro. Ao entrar no hospital encontra uma amiga enfermeira, que sai de uma das salas de exame e exclama: "Sai daqui, senão vais ter um aborrecimento gigantesco’
Segunda - Feira, 7 de Julho, 20:00h
Grande parte dos destroços já tinham sido recolhidos e examinados. O major Marcel vai à base, pega alguns pedaços de destroços e leva para casa para mostrar a sua esposa e filhos. " - Isto não é deste mundo. Quero que vocês se lembrem disto por toda vida", exclama Marcel.
Terça - Feira, 8 de Julho, 6:00h
Reunião particular entre o coronel Blanchard e Jesse Marcel, que mostra-lhe as partes dos destroços achados no Rancho Foster. Meia hora mais tarde, acontece uma outra reunião secreta no escritório do coronel Blanchard, desta vez com a cúpula da Força Aérea.
Terça - Feira, 8 de Julho, 9:00h
O xerife Wilcox procura pelo pai de Dennis, que é seu amigo. " -O seu filho parece estar em apuros", advertiu. " - Diga a ele para não declarar nada do que viu na base".
Terça - Feira, 8 de Julho, 9:20h
Blanchard resolve lançar um comunicado à imprensa: " - Os muitos boatos acerca dos discos voadores ontem se tornaram realidade quando o assessor de imprensa divulgou que o 509 Grupo de Bombardeiros da Força Aérea teve a sorte de chegar a possuir um disco - tudo isso graças à cooperação de um rancheiro local e de um xerife". E o relatório do general continua: "O objecto aterrorizou um rancho perto de Roswell na última semana. Como o rancheiro não tem telefone, guardou o disco até poder informar o xerife, que por sua vez, notificou o major Jesse Marcel. Imediatamente, entramos em acção e o disco foi resgatado do rancho, sendo depois inspeccionado na Base Aérea de Roswell e encaminhado a uma repartição superior".
Terça-feira, 8 de Julho, 11:00 h
O tenente começa a distribuir o comunicado à imprensa. Ele visita as estações KGL e KSWS, depois vai aos jornais locais Roswell Daily Record e Morning Dispatch, que publicam no mesmo dia a informação. As emissoras de rádio passam o comunicado para a agência Associated Press, que se encarrega de distribuir a notícia para o mundo. Algumas horas depois, o escritório do xerife Wilcox recebia telefonemas de todas as partes do mundo, como Roma, Londres, Paris, Alemanha, Hong Kong e Tóquio. Porém, este clima de liberdade de expressão não durou muito tempo. Frank Joyce, da emissora KGFL, remete um telex para a agência United Press International (UPI) e, como resposta, recebe um comunicado de Washington desmentindo o caso. Parte do telex informava o seguinte: "Atenção. Aqui FBI. Finalizar relato. Repito: finalizar relato, assunto de segurança nacional. Aguardar.".
Terça-feira, 8 de Julho, 11:00 h
Dennis recebe uma chamada da sua amiga enfermeira: " - Eu preciso falar contigo. Tu deves fazer um juramento sagrado de nunca mencionar o meu nome, senão eu terei enormes dificuldades...". Dennis então promete à enfermeira que jamais diria nada a alguém. Ela começa a contar tudo o que sabe sobre o caso: dois médicos pediram-lhe para que fizesse apontamentos enquanto executavam uma autópsia provisória. Então ela desenhou o que tinha visto: uma cabeça com olhos fundos e grandes, pequenos orifícios nasais, boca fina, sem pêlos, braços compridos e finos. As mãos tinham 4 dedos cada, que terminavam com orifícios, parecidos com ventosas de polvos. Ela também descreve que os seres não tinham cabelos e a sua pele era preta. A enfermeira diz ter visto 3 corpos, sendo que estavam muito mutilados, provavelmente por coiotes. Os corpos tinham somente 1,20 m e exalavam um terrível mau-cheiro. Os médicos chegaram a desligar o sistema de ar condicionado com medo de que o cheiro se alastrasse por todo o hospital. Mais tarde, a autópsia foi transferida para o hangar de aviões.
Vídeo da autopsia ao extraterrestre (não aconselhável a pessoas facilmente impressionáveis)
Terça-feira, 8 de Julho, 11:30 h
A enfermeira despede-se de Dennis. Algumas horas depois, fica a saber que será transferida para outro continente, provavelmente para Inglaterra. Após algumas semanas, escreve para Dennis contando as novidades. O amigo responde a carta e, em vez de uma resposta, recebe em sua casa um envelope com o carimbo o governo dos EUA a dizer: "Falecida".
Terça-feira, 8 de Julho, 12:00 h
No aeroporto de Roswell pousa um avião de Washington que traz uma equipe especial de técnicos e fotógrafos. Os destroços do UFO são levados para a base aérea de Wright Patterson, em Ohio, num avião pilotado pelo capitão Oliver Popper Handerson. Ao embarcar, o capitão vê 3 cadáveres extraterrestres no hangar guardados em gelo seco.
Terça-feira, 8 de Julho, 12:30 h
Fotógrafos da imprensa americana vão ao rancho Foster e encontram-se com Brazel, que lhes faz a seguinte declaração: " - Foi um erro notificar as autoridades. Se acontecesse novamente, eu não diria nada, porque isso é uma bomba". Os fotógrafos também encontram alguns oficiais que vasculham o campo de destroços. Percebem que ninguém tenta impedi-los de fazer o trabalho.
Terça-feira, 8 de Julho, 16:30 h
Voltam para Roswell, onde o xerife Wilcox lhes comunica que estão proibidos de fazer qualquer manifestação sobre o que viram. Enquanto isso, os militares também deixam o rancho, levando Brazel para Roswell. Chega à base um avião carregado com destroços. Logo após, Marcel levanta voo com os destroços para o Forth Worth. Chegando lá, mostra o material para o general Ramey. No Rancho Foster, no lugar dos destroços são colocados pedaços de um balão meteorológico com um aparelho de orientação pelo radar no chão. É montada uma grande farsa, em que Marcel é obrigado a admitir que o acidente com um UFO não passava de um engano. O que antes era um disco voador, passou a ser visto como um simples balão.
Terça-feira, 8 de Julho, 18:30 h
Um memorando interno da polícia federal comunica ao FBI que a história do balão meteorológico não corresponde aos fatos. Brazel é intimado a comparecer na base de Roswell, onde recebeu orientações para desmentir tudo à imprensa, Brazel é obrigado a ouvir coisas como: " - Olha meu filho, guarda esse segredo contigo, senão ninguém sabe o que te pode acontecer". A esta altura, já circulavam em Roswell os mais absurdos boatos. Um deles dizia que os homens vindos de Marte se acidentaram no local e que, inclusive, um deles ainda permaneceu vivo por um bom tempo, gritando como um animal até a morte. Outro destes boatos dizia que um dos seres escapou do esquema de segurança e correu toda a noite pela cidade.
Quarta-feira, 9 de julho, 8:00 h
O coronel Blanchard sai de Roswell e visita o lugar da queda. A sua intenção era supervisionar o término do trabalho de resgate, pois logo entraria em férias.
Quarta-feira, 9 de julho, 8:30 h
Três aviões de transporte C-54 são carregados com destroços. A acção é acompanhada por inspectores de Washington, que supervisionam o carregamento. As aeronaves então levantam voo em direcção à Base Aérea de Kirtland, onde se encontra o general Twinning.
Quarta-feira, 9 de julho, 9:00 h
Walt Whitmore e seu repórter Jud Robert tentam ir ao Rancho Foster, mas não conseguem devido aos bloqueios dos militares. Curiosos de vários pontos do país - além de muitos repórteres - também tentam sem sucesso chegar ao local.
Quarta-feira, 9 de julho, 10:00 h
Pousa na base um avião de Washington trazendo um representante oficial do presidente Truman. Em Washington, o presidente recebe o senador Carl Hatch, do Novo México.
Quarta-feira, 9 de julho, 12:00 h
Os cadáveres dos ocupantes dos UFOs são preparados para o transporte. Oficiais da Base Aérea de Roswell visitam jornais e emissoras de rádio. O objectivo da visita era recolher cópias de um relatório para a imprensa do tenente Haut.
Quarta-feira, 9 de julho, 14:30 h
Numa reunião de oficiais, o Ministério da Defesa comunica ao FBI que os discos voadores não são de responsabilidade nem do Exército nem das Forças Armadas.
Sexta-feira, 11 de julho
Tem início a operação Correctivo Mental em todos os soldados que trabalharam na operação de resgate. São conduzidos em grupos a um pequeno recinto, onde um oficial lhes explica: " - ... isto foi uma questão de segurança nacional e está sob o mais severo sigilo. Não falem a ninguém sobre o que aconteceu. Esqueçam tudo o que viram"
Terça-feira, 15 de julho
MacBrazel é advertido mais uma vez, mas pode finalmente retornar ao rancho. Embora antes da queda fosse muito pobre, retornou para sua terra com uma camioneta nova e com dinheiro suficiente para comprar uma casa e uma fornecedora de gelo. (milagre)
Epílogo da Operação
No prazo de um mês, todos os participantes da operação são transferidos para outras bases. Em Setembro, o professor Lincoln La Paz procura determinar a estrutura do objecto acidentado e afirma veementemente que os destroços são de uma sonda extraterrestre não tripulada. Em 24 de Setembro, o presidente Truman cria a ultra-secreta operação Majestic 12, com a finalidade de explorar o que acontecera em Roswell. Já no fim de Outubro de 1947, o general Schulgen do Pentágono faz um memorando secreto, incumbindo às Forças Armadas a função de compilar todas as informações existentes sobre os discos voadores. Essa é uma forte evidência de que o governo mentiu quando disse que o objecto acidentado era um balão meteorológico.
Setembro de 1949
Um parente de MacBrazel conta, num bar, que durante os dois últimos anos a família continuou encontrando vestígios da nave acidentada. No dia seguinte, foi procurado por militares, que trataram de confiscar as peças. Já em 1978, o ufólogo e físico nuclear Stanton Friedman localiza Jesse Marcel e entrevista-o sobre o Caso Roswell. O silêncio finalmente estava rompido. Nos 16 anos seguintes foram editados 5 livros, baseados no depoimento de testemunhas do caso. A imprensa pôde também manifestar-se, de forma que os jornais e emissoras de rádio e TV não pararam mais de explorar o assunto.
Soube-se à posterior uma recente testemunha sobre este mesmo caso.
O jornal inglês The Observer [www.observer.co.uk] publicou matéria com declarações sobre uma nova testemunha do Caso Roswell, desconhecida até então. Anne Robbins acompanhou de forma indireta todas as ocorrências do mais famoso dos incidentes ufológicos, ocorrido há mais de 50 anos. Ela era esposa do então sargento Ernest Robert Robbins, falecido em 2000, que ajudou a resgatar três extraterrestres depois que o disco voador em que estavam se acidentou. Um deles ainda estava vivo. Aos 84 anos, Anne conta que nunca desejou que sua história se tornasse pública. Segundo ela, o marido morreu jurando que os destroços encontrados naquela noite não eram de um mero balão, como alega a Força Aérea Norte-Americana (USAF) .
(jornal afirma que
o que foi encontrado não era um disco voador)
Ela conta ainda que na noite do incidente, Robbins recebeu ordens para que comparecesse na base militar, de onde só sairia 18 horas depois, contando uma “história confusa sobre um disco voador”. Quando voltou, estava com o uniforme enrugado e molhado porque teve que mergulhar num tanque de desinfecção na base.
Robbins nunca falou detalhadamente sobre o assunto, e a cada nova investida da família, alegava sigilo militar. Das poucas informações que deu, comentou apenas que a nave era semelhante a dois pratos juntos, tinha diversas janelas e três tripulantes. Anos depois, chegou a desenhá-los. Tinham cabeça protuberante, olhos grandes e negros, sem nariz ou boca, a pele era marrom. “Ele contou-me essas coisas com muita frieza e franqueza. Não teria mentido por 56 longos anos”. Entretanto, Anne só se convenceu da veracidade dos fatos quando visitou o local exacto da queda e viu uma mancha no chão, muito parecida com vidro preto, como se o chão tivesse sido queimado. A última vez que Robbins tocou no assunto com a esposa foi há vários anos, quando assistiam a um documentário sobre o tema.
No entendo, o Governo dos EUA posteriormente, (2008) vieram a confirmar o Ovni Capturado.
Como explicado anteriormente, os cadáveres foram levados de imediato para a Area51 que é, até aos dias de hoje, negada a sua existência pelo governo dos EUA.
Quanto à área 51, mostra-se hoje ao mundo, como uma base das forças armadas, na qual quem tentar entrar, tem boas hipóteses de perder a vida.

(Fotografias são proibidas? Realmente é algo que me intriga…)
Área 51 é um dos nomes atribuídos à área militar restrita no deserto de Nevada perto do Groom Lake, Estados Unidos. Muito provável que seja uma das bases de testes aéreos mais sigilosas do planeta, mas é conhecida mundialmente por uma série de supostos acontecimentos ocorridos na década de 1970, e que alguns poucos atribuem a um "envolvimento" e "contacto" do exército americano com extraterrestres. Nenhuns desses argumentos foram confirmados, deixando uma incógnita no domínio popular
A Área 51 é uma área de aproximadamente 155 km² no Condado de Lincoln, Nevada. Faz parte da (12 139 km²) Nellis Air Force Range (NAFR).
Imagens do Google Earth puderam mostrar mais sobre as pistas de pouso do complexo. A pista de pouso do local é a 14L/32R, construída na década de 1990, medindo 3651 x 61 m.
A Área 51 faz divisa com o Nevada Test Site (NTS), local de testes nucleares. A Montanha Yucca, depósito nuclear, fica aproximadamente a 64 quilômetros a sudoeste do Groom Lake.
Ainda que o governo a negue, denota-se incrível como o trabalho nem sequer foi bem feito, entregado ‘armas’ é população, das quais se pode claramente comprovar o contrário. (carregue para aceder)
Felizmente os tempos mudaram, e as mentalidades evoluíram. Esperei por este momento, mas finalmente chegou a 15/05/2008 pelas 20:40 da tarde, quando O governo britânico começou a liberar para o público seus arquivos secretos sobre aparições de OVNIs.
Os primeiros oito arquivos, que podem ser baixados do site dos Arquivos Nacionais da Grã-Bretanha, cobrem os anos de 1978 a 1987 e trazem inúmeras gravuras e relatos de pessoas que dizem ter visto ou tido contacto com objectos e seres extraterrestres.
O Ministério da Defesa espera liberar todos os documentos, cerca de 200 no total, nos próximos quatro anos.
Um dos arquivos relata a experiência de um homem que contou em detalhes os encontros que teve com "homenzinhos verdes" desde criança.
Ele afirma que um deles, chamado Algar, foi morto em 1981 por uma outra raça de extraterrestres quando estava prestes a fazer contacto com o governo britânico.
Outra testemunha jurou ter visto um disco voador pairando sobre a ponte de Waterloo, em pleno centro de Londres.
Um dos documentos ainda traz o depoimento de um homem de 78 anos que contou ter conhecido seres extraterrestres no condado de Hampshire, em 1983. Ele contou ter entrado no disco voador e conversado com eles.
Ao descobrirem sua idade, os E.Ts teriam lhe dito: “Pode ir, você é velho demais para o que a gente precisa”.
Desenho feito por homem de 78 anos, que disse ter entrado no disco e conversado com ETs·
Situações estranhas·
Apesar de afirmar que “há coisas estranhas que rondam pelo céus da Grã-Bretanha”, o ministério da Defesa diz que “não há evidências de que naves extraterrestres tenham pousado neste planeta”. (logo se não há eviências, para que as naves extraterrestre tenham pousado neste planeta, logo se confirma da existência dos mesmos, certo?! É só pensar... )
De acordo com o especialista em assuntos de segurança da BBC Oliver Conway, o governo sempre deu atenção a qualquer relato sobre objectos voadores não identificados por questões de segurança.
Desde 1950, o ministério da Defesa acredita ter recebido relatos de cerca de 11 mil aparições.
Muitas delas, diz o governo, são na verdade queima de lixos espaciais quando entram na atmosfera, estranhas formações de nuvens e balões meteorológicos.
Clique para acessar o site dos Arquivos Nacionais do Governo Britânico (PDF em Inglês)
Clique para acessar os arquivos de OVNIs no site do M.O.D (PDF em Inglês)
Autoridades incapazes de explicar 10% dos casos de OVNIs
Não foi por falta de procurar, mas o que é facto é que as autoridades britânicas foram incapazes de justificar 10% dos aviltamentos de objectos voadores não identificados (OVNI) em várias partes do Reino Unido.
Estes e outros dados constam dos documentos, agora disponibilizados pelo Arquivo Nacional britânico, referentes aos anos de 1978 a 1987, onde é possível encontrar relatos à altura dos Arquivos Secretos.
É o caso do aviltamento de uma suposta nave espacial em Wallasey, centro de Inglaterra ou da identificação de um OVNI sobre a ponte de Waterloo, em plena capital inglesa.
«Os avistamentos são, muito provavelmente, uma má identificação de luzes de aeronaves e meteoritos», explicou Nick Pope, um dos funcionários do Ministério da Defesa encarregue da investigação deste tipo de situação.
E mesmo não tendo sido encontrados vestígios de quaisquer homenzinhos verdes, casos existiram de situação difíceis de explicar.
Como o de um homem que explicou, com todos os detalhes, os «contactos físicos e psíquicos» que manteve com extraterrestres desde tenra idade. Referiu o indivíduo que um dos ETs, a quem chamava de Algar, foi morto em 1981, quando se preparava para contactar o governo de Sua Majestade.
Os documentos estão, segundo a Lei de Liberdade de Informação, disponíveis para consulta pública
Pois, foi ainda assim em 14/05/2008 pelas 07:00 horas da manhã, que a noticia mais estranha foi divulgada, e lá está, a que mais espanto me causou.
Director de observatório da Santa Sé diz que não se pode limitar acção criadora de Deus.
Da BBC
O director do observatório astronómico do Vaticano, padre José Gabriel Funes, afirmou que Deus pode ter criado seres inteligentes em outros planetas da mesma maneira como criou o universo e os homens.
"Como existem diversas criaturas na Terra, poderiam existir também outros seres inteligentes, criados por Deus", disse o director do observatório conhecido como Specola Vaticana.
"Isso não contradiz nossa fé porque não podemos colocar limites à liberdade criadora de Deus", acrescentou Funes, em entrevista ao jornal L'Osservatore Romano, órgão oficial de imprensa da Santa Sé.
Na entrevista ao jornal do papa, o padre Funes, jesuíta argentino de 45 anos de idade, cita São Francisco ao dizer que possíveis habitantes de outros planetas devem ser considerados como nossos irmãos.
"Para citar São Francisco, se consideramos as criaturas terrestres como 'irmão' e 'irmã', por que não poderemos falar também de um ‘irmão extraterrestre?", pergunta o padre. "Ele também faria parte da criação."
Perspectiva
Na opinião do astrónomo do Vaticano, podem haver seres semelhantes a nós ou até mais evoluídos noutros planetas, ainda que não haja provas da existência deles. (não?)
"É possível que existam. O universo é formado por 100 biliões de galáxias, cada uma composta de 100 biliões de estrelas, muitas delas ou quase todas poderiam ter planetas", afirmou Funes.
"Como podemos excluir que a vida tenha se desenvolvido também noutro lugar?", acrescentou. "Há um ramo da astronomia, a astrobiologia, que estuda justamente este aspecto e fez muitos progressos nos últimos anos.”
Segundo o cientista, estudar o universo não afasta, mas aproxima de Deus porque abre o coração e a mente e ajuda a colocar a vida das pessoas na "perspectiva certa".
Padre Funes diz ainda que teorias como a do Big Bang e a do evolucionismo de Darwin, que explicam o nascimento do universo e da vida na Terra sem fazer relação com a existência de Deus, não se chocam com a visão da Igreja.
"Como astrónomo, eu continuo a acreditar que Deus seja o criador do universo e que nós não somos o produto do acaso, mas filhos de um pai bom"
"Observando as estrelas, emerge claramente um processo evolutivo, e este é um dado científico, mas não vejo nisso uma contradição com a fé em Deus.”
·Ateísmo·
Na visão do religioso, estudar astronomia não leva necessariamente ao ateísmo.
"É uma lenda achar que a astronomia favoreça uma visão ateia do mundo", disse o padre. "O nosso trabalho demonstra que é possível fazer ciência seriamente e acreditar em Deus. A Igreja deixou sua marca na história da astronomia.”
Diretor da Specola Vaticana desde 2006, padre Funes lembrou-se da entrevista que astrónomos do Vaticano fizeram importantes descobertas como o "raio verde", o rebaixamento de Plutão e trabalhos em parceria com a NASA, por meio do centro astronómico do Vaticano em Tucson, nos Estados Unidos.
A sede do observatório do Vaticano localiza-se em Castelgandolfo, cidade próxima de Roma, onde fica situado o palácio de verão do papa, desde 1935.
O interesse dos pontífices pela astronomia surgiu com o papa Gregório 13, que promoveu a reforma do calendário em 1582, dividindo o ano em 365 dias e 12 meses e introduzindo os anos bissextos.
Astronautas do Endeavour estão convencidos de que há vida extraterrestre.
TÓQUIO (AFP) – O homem descobrirá novas formas de vida no universo se mantiver a exploração do espaço, disseram nesta segunda-feira os astronautas da missão espacial Endeavour em uma coletiva de imprensa em Tóquio.
"Se nos aventurarmos longe o suficiente, estou seguro de que descobriremos algo lá em cima", disse Mike Foreman, um dos sete membros da tripulação da nave que retornou à Terra em Março.
"É difícil acreditar que não haja vida em alguma parte deste imenso universo, mesmo se não for tão evoluída como a nossa", acrescentou.
Os astronautas, que passaram 16 dias a bordo do Endeavour, reconheceram no entanto que nunca viram nada de inexplicável, excepto um deles, que não chegou com vida à entrevista reveladora.
"Creio que encontraremos algo que não poderemos explicar", declarou Gregory Johnson, acrescentando que "provavelmente, há algo lá em cima", embora pessoalmente "nunca tenha visto". (contradições?)
Dominic Gorie, comandante da missão que já realizou quatro voos espaciais, lembrou que os exploradores não sabiam de antemão se descobririam algo quando viajassem pelos oceanos.
"Quando viajamos através do espaço também não sabemos o que encontraremos. Essa é a beleza das missões. Espero que um dia possamos descobrir algo que não entendemos", assegurou.
No entanto, uma descoberta deste tipo de vida extraterrestre poderá estar distante, comentou Richard Linnehan, um astronauta que está convencido de que existe vida fora da Terra.
"Infelizmente só damos passos de bebé na descoberta do espaço", lamentou.
Takao Doi, o astronauta japonês que também viajou no Endeavour, declarou que compartilha as opiniões de seus companheiros e acrescentou que "deve existir uma vida como a nossa" em alguma parte do universo.
Claramente, com os fenómenos a acontecer já quase diariamente em território dos EUA, os governos, acordaram em protocolo geral, do começo da desmistificação, deste tema. Claramente, estamos em período de preparação para o inevitável, pois esta preparação já é visível nos argumentos dos governos, na própria conciliação do assunto com a igreja, e mesmo os especialistas, vão aos poucos banalizando a situação, tenho em mente a forma ordeira que se espera que o mundo olhe para a realidade.
Não vamos ser iludidos, já não estamos sozinhos, e segundo as ultimas declarações, estamos a ser visitados mais que nunca!