11 Jul 2016

Portugal Campeão Europeu!

«CONTRE L'ALLEMAGNE OU CONTRE LA FRANCE ILS AURONT AUCUNE CHANCE»

Salut Gerôme Rothen! Ça va? Et alors? Voulez vous dire quelque chose aux Portugais?
Qu'entendais tu exactement par "aucune chance" ?
Pauvre merde que tu est tu na jamais rien gagner!!
«A 18 ANS, RENATO SANCHES SACRÉ MEILLEUR JEUNE DE LA COMPETITION»
Perdon! «Pas de vision de jeu»?? Lui ou toi?
Ça doit grave te faire chier d avoir perdu à la maison contre " l'équipe la plus pourrie"
FRANCE? Trés facile!!
SOU PORTUGUÊS, SOU CAMPEÃO!!!!

8 Jul 2016

DURÃO BARROSO TORNA-SE «CHERNE-MAN» DA GOLDMAN SACHS

A direita porventura, dirá que é um lugar que prestigia Portugal, para mim nada mais reflecte que o paradigma europeu actual.
É de uma carestia de vergonha a toda a escala, descredibilizando ainda mais o quimérico projecto europeu. É gritante a promiscuidade entre as instituições Europeias e as financeiras.
Ultrapassando a vergonha europeia, só a míngua de dignidade de Durão Barroso. Depois de atraiçoar o seu melhor amigo, debanda-se para Bruxelas e torna-se um dos maiores mistagogos da guerra no Iraque. Como Presidente da Comissão Europeia, deixou-a de rastos. Coloca o seu filho com uma licenciatura em Relações Internacionais, no Banco de Portugal, sem concurso público, nem admissões regularizadas confirme a lei assim impõe ao comum dos mortais.
Eu sempre ouvi a minha avó dizer que «Os meninos bons vão para o céu, já os maus para a Goldeman Sachs. A cadeira de sonho para qualquer Vale e Azevedo.
Resumindo, já dizia o pensador: «É preciso roubar muito, para se levar uma vida honesta».

29 Jun 2016

Tudo menos Justiça

Pode ser condenação, mas não aceito que lhe chamem Justiça.
Enquanto na aplicação da pena se descorar o «princípio da proporcionalidade» aquando crimes de injúria, difamação, devassa da vida privada, praticado por meios de comunicação social, estaremos a transpor a mensagem que vale a pena o crime.
Pelo menos enquanto o proveito monetário das capas de jornais falaciosas e dos títulos fraudulentos, se sobrepuserem abissalmente ao valor das multas aplicadas.

25 Jun 2016

JÁ QUE SE BRINCA COM FOGO, TAMBÉM QUERO UM REFERENDO LÁ PARA CASA

Todas as revoluções não o são, até o primeiro afoito altear a mão da danação e, elevar a voz do «Basta!»
O Reino Unido sem saber, apresentou à Europa uma nova figura muito querida, porém esquecida, da nossa mais antiga democracia chamada «Referendo». Vem do antigo «Referendum». - Achei que ficava bem uma alusão ao latim, porque transparece cultura, e saber. Wikipédia é um mundo.
Certo é que dois dias volvidos do resultado deste, sinos ressoaram com eco no âmago da mais nobre soberania de cada estado, e hoje já são alguns, os candidatos a percutores desta via de pronúncia dos cidadãos.
O efeito dominó já se sente, e certo é que Holanda, Suécia, Itália, França, Turquia, já ponderaram este instrumento de Referendo, para que o povo de pronuncie acerca da permanência na U.E. Por sua vez, já o Reino Unido reuniu mais de 100.000 assinaturas, para se elaborar novo referendo, fundamentando que menos de 60% dos britânicos jogaram no Brexit.
Parece-me, que é a esta ideia de munir a população de poder, de decisão, de capacidade de mudar o país, do “rumo”. Inebria qualquer papalvo, diga-se.
Assim seja. Quanto a mim, há matérias em que os resultados do referendo não passariam de informativos, a vinculativos. A leitura popular esgota-se na restituição de uma cultura tão própria, dos costumes, e especialmente, no soltar amarras de uma Europa inquisidora. Todavia, escapa ao mais comum dos cidadãos, o impacto económico que esse patriotismo de afronta trará. E era espectável que escapa-se, repare-se. Chamamos em direito a «Teoria do homem médio», e provém do latim «Circum Stare». Repararam neste? Um génio este moço!
Por sua vez, já seria concebível um Primeiro-Ministro responsável, que não edificasse a sua total carreira política num teste de fogo, com a promessa de um tão tentador referendo. (Não sei se já disse, vem do antigo «Referendum»).
Sim, há um responsável por tudo isto que não é o povo. Chama-se, David Cameron.
Bem vistas as coisas, também eu quero um referendo lá por casa, a fim de se discutir a obrigatoriedade do silêncio enquanto o Ivo vê futebol na televisão. É muito aborrecido, as perguntas incipientes do «É contra quem?», «Somos os vermelhos?», «Temos de marcar em que baliza?». Por mim, referendo. Isso e massagens nos pés.
Referendo sobre massagens nos pés ao Ivo. É que vem do latim, «Pede Suspendisse»…

«Á mulher de César não basta ser, tem de parecer».

Nesta perversidade de interesses que a classe política nos tem vindo a amoldar, a apatia sentida numa notícia destas, rotula-nos como «acostumados» a esse costume. Então pouco a pouco, vive-se a descredibilidade munífica que se destapa nas paupérrimas percentagens de votantes em momentos de sufrágio. «É porque não vale a pena», então «é porque joga o Benfica», «é porque está calor», «ai, a praia sabe tão bem.» É por tudo, e tudo é descredibilidade. E tudo é vergonha. E tudo é inexistência de respeito. E tudo somo nós, marionetas, pacóvios e com bandeiras de Portugal na mão a criticar o Ronaldo.
É tudo, e isto não é nada.

20 Jun 2016

TRIBUNAL PROÍBE PAIS DE COLOCAR FOTOS DA FILHA NO FACEBOOK

Quando o tribunal não só julga, como educa.
Nunca a máxima «Discipline os seus filhos hoje, para não ter de chorar amanhã», se atesta tão palpavelmente como diariamente nos Tribunais. E os pais?
Os Tribunais como órgãos de soberania têm hoje á luz da escassez de princípios, valores e, equilíbrios sociais, uma dimensão pedagógica social que exacerba o conceito de justiça. Esta dimensão fixa-se inevitavelmente, na educação. Tal seria desnecessário caso existisse uma maior preocupação com a cidadania, e com o compromisso.
A escola tem um papel cardeal na contraversão destes teoremas, onde não abdicando da componente de conhecimento empírico, dever-se-ia pautar pela instigação à cidadania, ao respeito, e ao compromisso.
Isto para os Tribunais exercitarem como de direito - Justiça, envés de educação.
Não é ao poder judicial que incumbe ensinar a ser Pai ou Mãe.


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- Segundo o Tribunal da Relação de Évora, trata-se de uma obrigação dos pais, tão natural quanto a de garantir o sustento, a saúde e a educação dos filhos e o respeito pelos demais direitos designadamente o direito à imagem e à reserva da vida privada.
Os filhos não são coisas ou objectos pertencentes aos pais e de que estes possam dispor a seu belo prazer. São pessoas e consequentemente titulares de direitos que os pais estão obrigados a respeitar.
- Nesse sentido, o crescente perigo resultante da exposição da imagem dos jovens nas redes sociais, face à utilização dessas redes por muitos predadores sexuais e pedófilos, impõe que as crianças sejam dele protegidas, designadamente através da imposição aos pais do dever de se absterem de divulgar fotografias ou informações que permitam identificar os filhos nas redes sociais.

15 Jun 2016

Bruno de Carvalho e a sua gestão

Falsear é uma liberdade infeliz que cada um de nós tem. Saber fazê-lo é uma habilidade sagaz que só alguns usufruem. Todavia por detrás de uma embustice deve imperiosamente subsistir um senso de equilíbrio que lhe dê credibilidade.
Seria salomónico indagar que jogador do Sporting vale 80 M a pronto? Que clube estaria disposto a dar 80 M por um jogador do Sporting? Talvez. E quando se diz Sporting, estende-se a qualquer outro clube em Portugal. Contudo parecem-me questões, parcialmente inúteis.
É que nenhum jogador do Sporting tem uma cláusula de rescisão superior a 60 M.
Salvo raras exepções, não competiria ao Sporting decidir sobre um negócio desse volume.
Por outro lado, a questão que me parece não ser totalmente inútil, é até onde é capaz de ir a frustração e ousadia deste senhor, com uma conduta arruaceira de líder de claque*, mas que infelizmente para o Sporting, é presidente desta grande instituição.

8 Jun 2016

Sempre na lei, naturalmente sem vergonha

O Dr. Paulo Portas, após quatro irrevogáveis anos em que se patenteou como o arauto da diplomacia económica, aparece agora no topo de uma das mais soberanas empresas do panorama nacional. É um uso, já reiterado, e segue de encontro ao trilho de vários políticos portugueses. A última foi Maria Luis Albuquerque. De pronto se elevam em vozes de justificação inofensiva apontando a uns quantos decretos-lei, onde asseveram não existir ilegalidade alguma. Eu posso assegurar com manifesta acrimónia e precisão que é verdade, não existe incompabilidade legal alguma.
Da mesma forma que não existe vergonha.